Hugo Miguel, árbitro de Lisboa, lidera os ganhos dos juízes de futebol de primeira categoria, referente aos primeiros cinco meses da época 2008/2009.
A tabela contabiliza a quantia ganha pelos árbitros em cada jogo realizado e, ainda, o subsídio de treino que cada um recebe por mês, num valor de 400 euros.
A Liga de Clubes paga 1.090 euros por cada jogo na Liga Sagres e 800 na liga de Honra, sendo que 25 por cento desses valores cabe aos quartos árbitros.
Já na Taça de Portugal, os árbitros recebem 560 euros por cada partida, e na Taça da Liga o pagamento é feito consoante as equipas envolvidas (duas equipas da Liga de Honra é pago como um jogo do segundo escalão e qualquer encontro com equipas da Liga é equivalente a um da primeira divisão).
Hugo Miguel, de 31 anos, já efectuou 20 jogos, 16 dos quais como árbitro principal e os restantes como quarto árbitro, o que contabiliza um total de 18.735 euros.
João Capela, com 17.507 euros, e o bracarense Cosme Machado, com 17.190, completam o pódio dos ganhos dos árbitros. No último lugar encontra-se o estreante Augusto Costa, que por não ter ainda arbitrado qualquer encontro da Liga principal, soma um total de 9.802 euros.

Os internacionais
Nesta classificação, nenhum dos árbitros internacionais surge no “top 10”, sendo Carlos Xistra o primeiro a surgir, na 11.ª posição, com 14.060 euros, depois de ter efectuado 15 encontros nas competições nacionais, 13 dos quais como árbitro principal.

Lista de pagamentos aos árbitro:
1.º Hugo Miguel, 18.735,00 euros
2.º João Capela, 17.507,50 euros
3.º Cosme Machado, 17.190,00 euros
4.º Elmano Santos, 16.427,50 euros
5.º Vasco Santos, 15.477,50 euros
6.º Luís Reforço, 15.300,00 euros
7.º Rui Costa, 14.987,50 euros
8.º Pedro Henriques, 14.755,00 euros
9.º Artur Soares Dias, 14.422,50 euros
10.º Paulo Baptista, 14.282,50 euros
11.º Carlos Xistra, 14.060,00 euros
12.º Olegário Benquerença, 13.950,00 euros
13.º Paulo Costa, 13.932,50 euros
14.º Lucílio Baptista, 13.932,50 euros
15.º Bruno Paixão, 13.902,50 euros
16.º Jorge Sousa, 13.422,50 euros
17.º André Gralha, 13.072,50 euros
18.º Nuno Miguel Roque, 12.820,00 euros
19.º Pedro Proença 12.590,00 euros
20.º Bruno Esteves, 11.765,00 euros
21.º Duarte Gomes, 11.532,50 euros
22.º Marco Ferreira, 11.225,00 euros
23.º Augusto Costa, 9.802,50 euros

Vítor Pereira prevê que um primeiro grupo reduzido de árbitros experimente a profissionalização na temporada 2009/10 e a redução do actual quadro de 25 para 22 "juízes".
"Vamos trabalhar nesse sentido, esperando pela versão final do texto do novo regime jurídico das federações, porque há enquadramentos e normativos que têm que ser tidos em conta. Assim que isso ocorrer, vamos encetar a parte final dos aspectos logísticos e operacionais para começar a experiência no terreno o mais rapidamente possível", disse o presidente da Comissão de Arbitragem (CA) da Liga à agência Lusa. O antigo árbitro internacional pretende "um primeiro projecto-piloto com um grupo reduzido e, só numa segunda fase, alargar ou generalizar a prática". "Alargamento, não. A haver é redução, porque neste momento o quadro de 25 árbitros e de 52 assistentes era para um contexto de 18 equipas por campeonato. Houve a redução de equipas (para 16) e não se acompanhou essa medida com a redução do quadro de árbitros e a adequação ao número de jogos", continuou, referindo-se aos árbitros e assistentes da primeira categoria.
O presidente da CA defende a redução do quadro de árbitros da primeira categoria "para um grupo de 22 e 44, respectivamente, nas funções de árbitros e de assistentes". Questionado sobre a eventual adopção de mais dois árbitros assistentes, junto às balizas, que está a ser estudada pelos respectivos órgãos da FIFA e da UEFA, Vítor Pereira referiu que a possibilidade "não implica necessariamente novo acréscimo do quadro de árbitros, mas sim um reajustamento estrutural".
"Se essas entidades [FIFA e UEFA] entenderem que a proposta é boa, pela nossa parte, há a disponibilidade de se poder estudar o assunto e de acolher a experiência na nossa Carlsberg Cup", confirmou, referindo-se à experiência com cinco "juízes" nos desafios da Taça da Liga na temporada de 2009/2010. Relativamente aos salários e outras compensações dos árbitros no âmbito do projecto de profissionalização, Vítor Pereira não quis revelar os valores em estudo, adiando um anúncio "mais preciso na altura em que tudo for para a frente", embora reconhecendo que "será, obviamente, mais do que agora".

Nomeações AFBeja

Nomeações da 1ª Distrital:
Cabeça Gorda - Ferreirense: Cristiano Bexiga
Piense - Odemirense: Rui Sesifredo
Serpa - Moura: Luís Lameira
Desp. Beja - Despertar: João Jacinto
Barrancos - São Marcos: Ricardo Diogo
Milfontes - Aldenovense: Jorge Fragoso
Almodôvar - Vasco da Gama: César Leitão

Para consultar as restantes nomeações clique aqui.

Boas Festas





O
Apito Bejense deseja a todos que passem um Bom Natal & um Feliz Ano Novo!

A opinião de ... Dinis Gorjão

Sonho de um Futebol Melhor para 2009

Árbitro de Futebol ... poderia ser "apenas" mais uma actividade normal e rotineira se não mexesse com uma paixão Mundial...O Futebol, precisamente o desporto rei.
Quem nunca foi a um estádio para ver um jogo, e, injuriou o Árbitro, mesmo sabendo que ele estava correcto na sua decisão?
Polémica ou não, a presença do juiz de futebol é necessária ... ouso dizer que graças a presença desta ilustre personagem ... quem vai ao estádio de futebol acaba fazendo uma verdadeira catarse, a sua alma fica mais leve, é verdadeiramente terapêutico. Chamar nomes a um árbitro liberta o stress da semana.
Árbitro de futebol, esse ser que um dia só usava preto e hoje vemos de todas as cores, traz uma certa magia, a começar quando pisa o relvado, é o primeiro a entrar no palco sagrado, e nesse momento já recebe as primeiras manifestações, os primeiros "elogios", isso sem eles se quer darem um único sopro no apito ou levantar a bandeira...que sina...talvez no íntimo carreguem a certeza que sua profissão tem uma certa missão...
Alguém consegue imaginar uma partida de futebol sem o apito do Juiz?
Enfim, estando nós neste momento a atravessar uma quadra de paz por todo o mundo não posso deixar de desejar que também a arbitragem possa desfrutar num futuro, quem sabe não muito distante, de uma tranquilidade ou estabilidade quer a nível regional quer a nível nacional.
Desejos para o futuro que sei o quão difíceis serão de concretizar, quiçá quimeras, em todo o caso cada um pede o seu presente ao velhote barbudo da Lapónia, que cada árbitro peça o seu e sonhe de acordo com a sua ambição.
Amado ou odiado, viva o Árbitro de Futebol.
Feliz Natal para todos e um Óptimo 2009!

PRESIDENTE DA APAF SEM DÚVIDAS
O presidente da APAF apoia Pedro Henriques. “Já falei com o árbitro. O que me disse ele? Isso é connosco. Confio a 100 por cento no árbitro em causa. É militar, é uma pessoa de bem, é sincero. Não pode mentir! Os factos foram presenciados por várias pessoas”, afirma António Sérgio, acrescentando: “Se o árbitro entendeu expulsar o jogador... é normal, face ao que sucedeu. É lamentável e desagradável que ocorram situações deste género. Seria bom que existisse protecção aos árbitros e fosse impossível que os jogadores tivessem contacto com eles nos corredores.”
António Sérgio mostra-se preocupado com a frequência crescente de situações anómalas em relação aos árbitros. “Os jogadores às vezes dizem o que não deviam dizer, faltando-lhes calma e serenidade. Só peço que seja feita justiça e se evite que estas situações se repitam. É isso que me preocupa!”, diz o dirigente, frisando: “A função da APAF não é persegue ninguém. O nome do jogador em causa, para este efeito, nada me interessa.”

in O Jogo
Quatro ex-árbitros discordaram hoje da decisão de Pedro Henriques anular um golo ao Benfica no jogo contra o Nacional, disputado ontem no estádio da Luz, relativo à 12ª jornada da Liga Sagres.
Paulo Paraty, Jorge Coroado, Paulo Pereira e José Leirós, em declarações à agência Lusa, disseram discordar da decisão de Pedro Henriques de anular o golo por considerar que o jogador do Benfica Miguel Vítor tocou a bola com a mão no interior da área do Nacional, antes de esta ter sobrado para Cardozo, que a introduziu na baliza adversária no segundo minuto de descontos. A lei 12 do futebol - Faltas e Comportamento Antidesportivo - estabelece que é punido com “pontapé livre directo” quem “tocar deliberadamente a bola com as mãos”. “O movimento de queda descontrolada do jogador Miguel Vítor e o consequente movimento de braços terá iludido o árbitro Pedro Henriques. É minha opinião que não há um toque deliberado de mão na bola, pelo que me parece que seria mais adequado a não interrupção do jogo”, afirmou Paulo Paraty, acrescentando “ter mesmo dúvidas se houve contacto da bola com a mão”.
Jorge Coroado remeteu a sua posição acerca do lance para o comentário que fez na edição de hoje do diário desportivo O JOGO. “Miguel Vítor dividiu a bola com um adversário, que o derrubou, com o esférico a ressaltar para próximo da linha de golo, sendo rechaçado contra o camisola 28. Este, no chão, não podia controlar o movimento e não teve a intenção de jogar a bola com o braço. O árbitro precipitou-se”, pode ler-se em O JOGO.
Paulo Pereira, ex-árbitro e assessor do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, foi peremptório, ao afirmar: “Na minha opinião não há motivo para anulação do golo”. Para este ex-árbitro, “o jogador do Benfica que levou com a bola na mão tem um comportamento posterior - levou as mãos à cara - que pode ter levado o árbitro a pensar que este jogou deliberadamente a bola com a mão, assinalando assim falta”. Paulo Pereira considerou que “há um critério diferente entre assinalar mão na bola e bola na mão fora das áreas, daquele que é utilizado no interior das áreas”. “É mais fácil assinalar uma mão na bola ou uma bola na mão dentro da área, porque os árbitros têm o estigma da penalização dos observadores. Por isso, dentro das áreas, marcam sempre. Se nada assinalarem, quem os avalia pode penalizá-los, invocando erro com influência no resultado”, disse. E conclui: “Este assunto tem de ser discutido para definir se a intencionalidade, ou falta dela, deve efectivamente ser tomada em conta. Seria de bom-tom que o Conselho e Arbitragem da Liga definisse qual o comportamento a ter pelos árbitros nestas situações e comunicá-la a todos os interessados para a regra ser mais clara”.
Paulo Paraty declarou que a regra diz “especificamente que esse toque (mão na bola) terá de ser deliberado para ser punido. Isso pressupõe abranger algumas situações involuntárias. O que se recomenda aos árbitros é não punirem em caso de dúvida”. “O vocábulo 'intencional', até aqui muito usado, saiu das leis de jogo, porque era sempre de difícil avaliação do árbitro. Já o termo deliberado pressupõe um movimento de braço na perspectiva de jogar a bola. Eu entendo como 'deliberadamente' a existência de vontade própria”, disse.
Para Jorge Coroado, a regra só tem “uma leitura”: “jogando o jogador a bola com a mão objectiva e deliberadamente é livre directo. Dentro da área é grande penalidade” quando tocada por um jogador da equipa que defende. José Leirós é também defensor de que Pedro Henriques errou no lance e que o juiz lisboeta terá pensado na ocasião que Miguel Vítor, quando levou a mão à cara, terá jogado deliberadamente a bola com a mão.

Campos de Ouro

Lisboa, 23 Dezembro -
O antigo árbitro internacional Joaquim Campos foi uma das personalidades premiadas pela Câmara Municipal de Lisboa na cerimónia de apresentação do futuro Museu Nacional do Desporto.
Campos recebeu a medalha de mérito municipal ao ouro, manifestando-se “orgulhoso e recompensado” com a distinção

Árbitros podem avançar com greve

Os árbitros estão preocupados com a insegurança existente nos túneis de acesso aos relvados, por isso ponderam avançar para a greve aos jogos, isto segundo revelou hoje o presidente da APAF - Dr. António Sérgio.
Em causa, segundo explicou o dirigente, estão os incidentes alegadamente ocorridos nos jogos do FC Porto e SL Benfica, ante Marítimo e Nacional respectivamente.
«Os árbitros terã de reunir-se para tomar medidas, pois não podem estar disponíveis para serem constantemente agredidos física e moralmente nos estádios.» revelou à Rádio Renascença.
«Acreditamos que o bom senso vai imperar, mas não se pode continuar a repetir situações como as da última jornada do campeonato» prossegiu o dirigente que diz estar à espera que a Comissão Disciplinar da Liga «tome as medidas devidas» sobre os clubes visados, até porque, garante «os árbitros escreveram tudo o que se passou nos respectivos relatórios».

in Record
O árbitro Pedro Henriques foi figura durante o Benfica-Nacional de segunda-feira à noite. Anulou um golo de Óscar Cardozo e expulsou Nuno Gomes já depois do embate.
Em declarações à Antena 1 o juiz não muda uma virgula à apreciação que fez das duas situações e está de consciência tranquila pelo trabalho desenvolvido na Luz.
Aquilo de que não tenho dúvidas, no terreno de jogo, é que o jogador do Benfica, Miguel Vítor, no momento de rotação, toca com a mão na bola e faz com que a bola, que vinha numa trajectória contrária à da baliza, voltasse para o sentido da baliza. E é com a acção da mão que ele coloca a bola nos pés do avançado, que acaba por rematar e fazer o golo”, iniciou.
Independentemente de se discutir se foi deliberado ou não, se foi intencional ou não, não tenho dúvidas em relação ao que vi no jogo, que é com a mão que ele inverte o sentido da trajectória da bola e a coloca nos pés do seu colega”, destacou.

Pedro Henriques: «Falou alto e em bom som»
AS RAZÕES DO VERMELHO A NUNO GOMES

Pedro Henriques, árbitro do polémico Benfica-Nacional, explicou aos microfones da Antena 1 as razões que o levaram a expulsar Nuno Gomes no túnel de acesso aos balneários. Os insultos do ponta-de-lança estiveram na base da decisão.
Mandei identificar um elemento à civil no túnel de acesso e mencionei esse facto no relatório, relativamente às palavras proferidas à equipa de arbitragem. Houve ainda um jogador do Benfica considerado expulso no final do encontro, exactamente pelas palavras que proferiu em relação à equipa de arbitragem. O jogador falou alto e em bom som, sem qualquer margem para dúvidas, e a olhar bem de frente para nós”, rematou.
Conversa com Shéu
À Agência Lusa, o árbitro aprofundou o tema: "Na ficha técnica do jogo mencionámos a expulsão desse jogador e o elemento da equipa de arbitragem que levou o relatório do jogo para ser assinado pelos delegados das equipas teve o cuidado de chamar a atenção de Shéu Han (Benfica) que houve um jogador expulso após o jogo ter terminado, já no túnel."
Pedro Henriques confirmou que Shéu Han falou com ele "com educação e respeito", tendo-lhe explicado que o jogador foi expulso por se ter dirigido com "uma linguagem imprópria" à equipa de arbitragem e que essa situação está mencionada no relatório do jogo.
Benfica não concorda
Quem não está de acordo com a versão do juiz é o Benfica, que reagiu através do director de comunicação do clube. "O delegado do Benfica ao jogo, Shéu Han, verificou que na ficha do árbitro constava a expulsão do jogador e capitão de equipa, Nuno Gomes. Não foi dada qualquer explicação, quer ao clube quer ao atleta, dos motivos dessa expulsão, aliás desconhecida de todos os intervenientes no jogo. Mais, o jogador em momento algum se cruzou com a equipa de arbitragem no final do jogo", referiu João Gabriel à Lusa. "Por isso, o Benfica e o jogador reservam-se ao direito de agir criminalmente contra a equipa de arbitragem se verificarem que esta faltou à verdade ao invocar acontecimentos ou acções desconhecidas e não praticadas pelo atleta", rematou.

Cartoon

in O Jogo
O Conselho de Justiça da FPF já decidiu alguns dos 60 processos pendentes, entre os quais o de três árbitros da AF Porto que se encontravam suspensos desde Julho deste ano. Hélder Lamas, Ivan Vigário, da 2ª categoria, e Cipriano Oliveira, dos distritais, foram ilibados pelo CJ da FPF, podendo assim retomar a actividade, desde que tenham feito os cursos de aperfeiçoamento, o que não é o caso, por exemplo, de Ivan Vigário. O caso deste árbitro é em tudo semelhante ao de Rui Silva, árbitro da 1ª categoria, que ainda aguarda por uma decisão do órgão presidido por Sousa Dinis.
O árbitro de Vila Real foi suspenso pelo Conselho de Disciplina da FPF por não ter mencionado no relatório de jogo que tinha recebido e recusado ofertas, em ouro, de dirigentes de clubes. Ao que O JOGO apurou, o CJ da FPF ainda não analisou este caso, sendo provável que venha a ser decidido no princípio de 2009. É também expectável que, por ser semelhante ao de Ivan Vigário, a decisão seja favorável ao árbitro transmontano.
A suspensão de Hélder Lamas ficou a dever-se a uma condenção por cumplicidade num contacto entre António Henriques, ex-vice-presidente do CA da FPF, e o seu ex-chefe de equipa, Leonel Moreira.
Seis meses de pesadelo
"Terminou um pesadelo de seis meses e que me dá mais força para procurar chegar à 1ª categoria". A confissão é de Hélder Lamas, um dos árbitros ilibados pelo CJ da FPF, "feliz por ser reposta a verdade". O mesmo sentimento tinha Ivan Vigário que, ao contrário de Hélder Lamas, terá que fazer as provas físicas e teóricas a 17 de Janeiro para recomeçar a arbitrar.

O Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Beja tem marcado para hoje o Jantar de Natal pelas 20 horas.
A iniciativa decorre no Bar dos Sargentos, no antigo Bairro Alemão em Beja.
Este evento pretende reunir toda a "família da arbitragem" incluindo árbitros, observadores e conselheiros.

PAULO PARATY É, PARA JÁ, O ÚNICO CANDIDATO
A APAF (Associação Portuguesa da Árbitros de Futebol) tem eleições marcadas para dia 16 de Janeiro de 2009, sendo que os candidatos que pretenderem concorrer têm de apresentar as suas listas até dia 29.Até agora, o único candidato que se perfila é o ex-árbitro Paulo Paraty, que abandonou a actividade na última época. Refira-se que Paulo Paraty já desempenhou funções de presidente da Assembleia Geral da APAF no mandato que antecedeu o dos actuais órgãos sociais, cujo presidente da direcção é António Sérgio.Paraty é, pois, um elemento que conhece bem a associação que lidera os árbitros portugueses e o único, para já, que parece disposto a presidi-la
.

Pedro Henriques, árbitro de futebol concluiu Mestrado.
Correio da Manhã – Concluiu o Mestrado sob o tema ‘O Treino da Tomada de Decisões do Árbitro de Futebol’. Como correu?
Pedro HenriquesCorreu bastante bem. Foi aprovado por unanimidade pelos quatro membros do júri e teve um parecer bastante positivo de Vítor Pereira, que foi convidado para assistir.
– Que tipo de contributo dá para a Arbitragem?
Este trabalho já entrou em prática e é uma metodologia que pode complementar o treino dos árbitros.
– De que forma?
Há um treino por semana dos árbitros que dura cerca de 45 minutos e em que nós, tal como os jogadores, recriamos as situações dos jogos.
– Tais como?
Já fizemos treinos com com sub-15 em que há situações em que um jogador cai na área, em que é derrubado, uma série de situações em que se decide. E, por vezes, como há cerca de trinta árbitros a treinar, sete ou oito fazem de jogadores e recriam essa situações. E há um técnico de arbitragem que está a dar feed-back.
– Isso pode diminuir a margem de erro em jogo?
Essa é a intenção. No final, os árbitros preencheram um questionário e disseram que se sentem mais confiantes quando desenvolvem este tipo de exercício. Dizer que somos melhores árbitros, ou não, é precipitado.
– Tem outras ideias na forja?
Agora talvez seja preciso agarrar em dois grupos de árbitros, uns com esta nova metodologia e outros com a tradicional (corrida e menos treino prático) e quem sabe comparar depois as notas dos observadores dos jogos. E daí tirar conclusões. Quem sabe se no doutoramento.
– Outra ideia apresentada na sua tese é a da criação de uma Academia de Árbitros. Com que intenção?
Há formação para ajuda a uniformizar procedimentos.

3ª Divisão Série F
Campinense - Farense: João Constantino
Messinense - Costa Caparica: David Tomé
Louletano - Silves: Manuel Custódio (Observador)

Juniores 1ª Divisão Zona Sul
Louletano - Pombal: Edgar Gaspar

Juniores 2ª Divisão Série D
Lusitano VRSA - Cova da Piedade: Marco Trombinhas

Juvenis Série D
Louletano - Gin. Corroios: Tiago Canário

Futsal 1ª Divisão
Belenenses - Alpendorada: José Teodósio (Observador) (na foto)

3ª Divisão Série D
Atlético - Louletano: Daniel Lança

Nomeações AFBeja

Nomeações para a 2ª Eliminatória da Taça do Distrito da A.F.Beja:
São Domingos - Serpa: César Leitão
Messejanense - Piense: Dário Dias
Santa Clara - Barrancos: Mário Batista
Moura - Salvadense: Gonçalo Martins
Guadiana - Despertar: António Fernandes
Cab. Gorda - Rosairense: Luís Cesário
São Marcos - Aldenovense: Vítor Cardeira
D. Beja - Milfontes: Luís Diogo
Para conferir as restantes nomeações clique aqui.

Notícia de Nuno Lima in http://www.radiopax.com/
Foram 8 (dos 50 filiados) os clubes que ontem à noite participaram numa reunião com os corpos directivos da Associação de Futebol de Beja.
Da ordem de trabalhos da reunião constava a discussão das taxas aplicadas pela Associação de Futebol aos clubes para os escalões de formação. Depois de não ter sido aprovado o orçamento na anterior Assembleia-geral de 5 de Dezembro onde estiveram apenas 4 clubes, estes voltaram a dizer não, à aplicação dessas taxas. Apesar de a reunião ter sido inconclusiva uma vez que a Associação defende a sua aplicação e os clubes não, vai ser marcada uma nova Assembleia-geral para votação do orçamento para 2009 onde está incluída essa verba.
Um dos presidentes mais interventores segundo a nossa fonte presente no local, terá sido Hélder Feliciano do Moura Atlético Clube que continua a discordar com a posição da Direcção da Associação e que terá mesmo afirmado” não queiram construir a nova sede à custa dos clubes… e se estiverem a sentir dificuldades utilizem os juros do dinheiro que têm a prazo”, Feliciano terá ido mais longe ao afirmar “… como a medida não foi aprovada em orçamento por voto contra de 3 Clubes(Bairro da Conceição, Despertar e Moura ) a Associação deverá devolver as verbas que os clubes já pagaram relativamente a esta temporada…” ao que o presidente da Associação de Futebol terá respondido que as taxas são importantes para o futuro da Associação até porque os prémios para os Árbitros estão a levar a maior parte da fatia do orçamento e a aumentar todos os anos”, contudo Hélder Feliciano relembra que”… o Concelho de Arbitragem até esta a poupar nos prémios pagos aos homens do apito, pois um árbitro de manhã apita Iniciados ou Juvenis e de tarde fica na mesma localidade para apitar os Seniores e por isso o futebol Sénior será suficiente para pagar as taxas de arbitragem...".
Na reunião esteve também presente o presidente do Concelho regional de Arbitragem José Soeiro que terá saído em defesa dos seus árbitros, ao que os clubes lhe responderam que este é um assunto financeiro e não de arbitragem.
Na reunião estiveram:- Moura Atlético Clube, F.C.Serpa, Casa do Benfica de Beja, CCDBairro da Conceição, Despertar Sporting Clube, Guadiana de Mértola, Vasco da Gama da Vidigueira, S.C.Cuba.

Notícia de Teixeira Correia in http://www.vozdaplanicie.pt/

A aplicação de taxas de arbitragem nos escalões de formação nos jogos da Associação de Futebol de Beja levou ao “veto” do Orçamento para a época 2008/ 2009. A Direcção reúne esta noite com os clubes.
A Direcção da Associação de Futebol de Beja, realiza esta noite, a partir das 21h30, uma reunião com os clubes, por forma a analisar o veto ao Orçamento de 2009, resultante da aplicação das taxas de arbitragem para os escalões de formação, implementadas esta temporada.
Recorde-se que na Assembleia-Geral Ordinária realizada na passado dia 5 de Dezembro marcaram presença 4 (quatro) dos 50 (cinquenta) clubes filiados em actividade esta temporada na instituição, Moura, Despertar, CCD Bairro da Conceição e Desportivo de Beja.
A Direcção da Associação de Futebol de Beja, deliberou no passado mês de Julho que na esta temporada todos os jogos de formação, nas categorias de juniores, juvenis e iniciados, iriam ter associada uma taxa de arbitragem à semelhança do que já vem sendo praticado nos jogos de seniores, há algumas épocas.
Esta situação não agradou aos presidentes do Moura, Despertar e CCD Bairro da Conceição, que votaram contra, enquanto o Desportivo de Beja votou favoravelmente a proposta, o que inviabilizou o orçamento associativo para a temporada 2008/ 2009.
Fernando Dionísio, presidente da Associação de Futebol de Beja, não prestou declarações sobre o caso, preferindo esperar pela reunião do órgão a que preside, mas, em Julho, data em que foi emitido o comunicado, justificava que foi “a medida mais difícil e impopular que tomou”.
João Mimoso (Bairro da Conceição), Hélder Feliciano (Moura) e Mariano Baião (Despertar), presidentes dos clubes que reprovaram o Orçamento, referem que “é incomportável pagar taxas de arbitragem no futebol jovem”.
Segundo o comunicado emitido em Julho pela Associação de Futebol de Beja, a quota a introduzir nos jogos de juniores era de 50 euros, nos juvenis é 40, e nos iniciados 30 euros. Nos escalões de seniores, em cada jogo, a taxa de arbitragem é de 220 euros na primeira divisão e 175 euros na 2ª divisão. Esta taxa é paga pelo clube que joga em casa.

Nomeações da LPFP

Pedro Henriques é o árbitro nomeado pela Comissão de Arbitragem para dirigir a partida entre o Benfica e o Nacional, relativo à 12ª jornada da Liga Sagres.
A partida entre o Leixões e o E. Amadora terá como juiz Carlos Xistra. Cosme Machado estará no Sporting-Académica e o encontro entre o Porto e o Marítimo será apitado por Duarte Gomes.
12ª jornada Liga Sagres
19-12-08
Naval - V. Guimarães, 20h30 (SportTV 1) Árbitro: Lucílio Baptista
20-12-08
Braga - Rio Ave, 18h15 (SportTV 1) Árbitro: Jorge Sousa
Sporting - Académica, 20h30 (SportTV 1) Árbitro: Cosme Machado
21-12-08
Belenenses - Trofense, 16h00 Árbitro: Olegário Benquerença
P. Ferreira - V. Setúbal, 16h00 Árbitro: Hugo Miguel
Leixões - E. Amadora, 16h00 Árbitro: Carlos Xistra
Porto - Marítmo, 19h15 (RTP 1) Árbitro: Duarte Gomes
22-12-08
Benfica - Nacional, 19h45 (SportTV 1) Árbitro: Pedro Henriques

Pedro Henriques passa a Mestre

Pedro Henriques, árbitro de Lisboa que não chegou a internacional (iniciou a actividade em 1990/91, portanto já tarde), apresenta hoje a tese com vista à obtenção do grau de Mestre em Gestão da Formação Desportiva.
Este é mais um passo importante na carreira de um árbitro que é tenente-coronel e cuja mulher é preparadora-física dos árbitros e instrutora da UEFA.
A cerimónia está marcada para as 14h30 e tem lugar no salão nobre da Faculdade de Motricidade Humana, em Lisboa.

Juvenis Série D
Imortal - Estrela Vendas Novas: João Constantino.

*jogo a realizar dia 18/12/2008

Vítor Pereira, presidente da Comissão da Arbitragem, considerou este sábado que «ser árbitro em Portugal é muito difícil», muito por culpa da «cultura mediterrânica e algum défice de educação».
Reunido em Leiria com os árbitros do quadro principal, Vítor Pereira aponta melhorias na arbitragem ao longo do primeiro terço do campeonato, mas lembra que nem tudo é positivo.
«Ser árbitro em Portugal é muito difícil e cada vez mais os árbitros têm essa percepção. Os árbitros sabem que estão num jogo e que são protagonistas de um espectáculo desportivo, muito emocional do ponto de vista das pessoas que amam os seus clubes», referiu Vítor Pereira, que deu os exemplos de Portugal, Espanha, Itália, Grécia e Turquia como países onde a mentalidade do adepto prejudica a vida da arbitragem.
Relativamente às críticas persistentes de Paulo Bento, Vítor Pereira optou por não lhes dar grande relevo. «Naturalmente que as temos em conta, mas não nos merecem mais atenção do que a que deve ter num contexto de 160 jogos. O nosso trabalho rege-se não por casuísmos, mas por programas e planos de forma muito tranquila. Essas abordagens muito específicas têm a importância e o impacto que têm.»
Este encontro de árbitros em Leiria serviu para se fazer um balanço do trabalho dos juízes ao longo do primeiro terço do campeonato. Vítor Pereira elogiou a condução dos jogos pelos árbitros, nomeadamente no acréscimo de tempo útil de jogo, na diminuição de entradas violentas, na melhor condição física dos juízes e numa melhor aplicação da lei da vantagem.
No final, Vítor Pereira confirmou ainda o regresso ao activo do árbitro João Ferreira, que esteve durante os últimos meses no Líbano, por motivos profissionais.

Vítor Pereira, presidente da Comissão de Arbitragem da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, saudou recentemente o regresso de João Ferreira aos relvados portugueses. O árbitro desaparecera do mapa futebolístico nos últimos meses, devido a uma história que merece ser contada. Major no exército português, João Ferreira foi destacado para uma missão de paz no Líbano.
O militar viajou para o sul do Líbano em Maio deste ano, integrando um grupo de 141 portugueses que realizaram divers as acções na zona fronteiriça com Israel. Habituado aos insultos das bancadas, à incompreensão generalizada, João Ferreira esquecer as agruras do futebol e enfrentou momentos de tensão bem mais fortes, ao longo dos últimos seis meses. Em conversa com o Maisfutebol, o árbitro/major reconhece que andar pelos relvados portugueses é «bem mais fácil.»
«Foram seis meses e alguns dias. Desconhecia completamente o Médio Oriente e não sabia o que ia encontrar. A tensão naquela região é latente, estávamos na fronteira entre o Líbano e Israel, mas felizmente nunca fui confrontado com numa situação de gravidade concreta. A missão acarreta sempre riscos, porque nesta altura as forças das Nações Unidas são alvos privilegiados pelos terroristas», explica.
Um quartel e o respeito dos indonésios
João Ferreira explicou as funções dos militares portugueses destacados para a região. «Havia três grupos de acção. Um módulo de apoio, sobretudo relacionado com questões logísticas, e outros dois de reconstruções verticais e horizontais. A nossa grande obra foi construir um quartel de raiz para os indonésios», revela. Indonésios? «Sim, realmente, é uma curiosidade, mas fiquei surpreendido com o respeito e admiração que os indonésios têm pelos portugueses.»
Ao longo dos últimos meses, o Major esqueceu as trivialidades e conflitos do futebol português, mas levou um apito na bagagem para matar saudades de um desporto que nunca deixou de amar. «Os portugueses que estavam lá sabiam que eu sou árbitro e até contavam aos outros. Um superior indiano achava muita piada e estava sempre a brincar com isso. Levei um apito e conseguimos organizar um torneio de futebol, era dessa forma que passava os meus domingos à tarde. Serviu para matar saudades, agora quero dar o máximo para justificar as palavras de Vítor Pereira neste regresso aos relvados portugueses», remata o árbitro.

ÁRBITRO DE PORTALEGRE 4.ª FEIRA NA REBOLEIRA
O árbitro Paulo Baptista, de Portalegre, foi hoje nomeado para dirigir, quarta-feira, o encontro entre o Estrela da Amadora e o FC Porto, em atraso da nona jornada da Liga portuguesa.
No Estádio José Gomes, na Reboleira, o gerente de armazém, de 39 anos, será auxiliado por Luís Tavares e José Braga, também de Portalegre. O encontro de quarta-feira (20:30) ainda está em risco de não se realizar, porque os jogadores do Estrela da Amadora entregaram um pré-aviso de greve ao jogo com os dragões por terem salários em atraso.
Caso vençam o Estrela da Amadora, os tricampeões portugueses igualam o Leixões na segunda posição, com 23 pontos, embora a equipa de Matosinhos tenha vantagem no confronto directo, ficando a dois do líder Benfica.

Fotos ...



Pep Guardiola, treinador do Barcelona, discute com o árbitro Medina Cantalejo, durante o jogo com o Real Madrid, em Camp Nou.

Recentemente, Vítor Pereira disse que não podia ir ao mercado de Inverno substituir árbitros. Ontem, no final da reunião com 60 dos 76 árbitros e assistentes da I Categoria, que decorreu em Leiria, o presidente da CA da Liga emendou a afirmação: "Afinal, fomos ao mercado de Inverno e acolhemos o major João Ferreira (na foto) que veio do Líbano e aguardamos pelo segundo reforço, Rui Silva, que tanta falta nos faz".
Vítor Pereira diz que é "positivo" o balanço do primeiro terço dos campeonatos. "Houve menos entradas violentas, um aumento do tempo de útil de jogo, menos agarrões e empurrões dentro da área, o que tem sido conseguido pela parceria entre árbitros e equipas". A CA analisou ainda o Regulamento de Arbitragem com uma comissão representada por Paulo Costa, Duarte Gomes e Vítor Carvalho.

Taça de Portugal 5ª Eliminatória
Vit. Setúbal - Vit. Guimarães: Albano Fialho (Observador)

2ª Divisão Série A
Pontassolense - Vianense: Tiago Canário

3ª Divisão Série F
Barreirense - Quarteirense: Manuel Custódio (Observador)

Juniores 1ª Divisão Zona Sul
Farense - Real: João Constantino

Juniores 2ª Divisão Série D
Portimonense - Linda a Velha: Edgar Gaspar
Tavira - Seixal: Marco Trombinhas

Juvenis Série D
Imortal - Vit. Setúbal: David Tomé

Iniciados Série F
Despertar - Moura: Marco Trombinhas

Futsal - 1ª Divisão
Núcleo Tires - Olivais: José Teodósio (Observador)

3ª Divisão Série D
Sapalense - Operário: Daniel Lança (na foto)
Sonâmbulos - Piedense: Mário Burrica (Observador)

Nomeações AFBeja

Nomeações para a 1ª Distrital:
Cabeça Gorda - Almodôvar: João Pereira
Ferreirense - Piense: José de Sá
Odemirense - Serpa:
Dário Dias
Moura - Desp. Beja:
David Tripa
Despertar - Barrancos:
António Bernardino
São Marcos - Milfontes:
João Jacinto
Aldenovense - Vasco da Gama:
Dinis Gorjão

Para conferir as restantes nomeações clique aqui.

Para a UEFA, a arbitragem a cinco testada em Novembro no Europeu de Sub-19 foi "muito positiva".
Quem o disse foi William Gaillard, conselheiro do presidente Michel Platini. "Permite tomar decisões mais precisas", disse, acrescentando que o acolhimento dos intervenientes foi favorável.
Cabe agora ao International Board pronunciar-se sobre uma eventual alteração.

FORMA COMO TEM DECORRIDO A TEMPORADA EM ANÁLISE
A Comissão de Arbitragem da Liga e os árbitros das competições profissionais vão reunir-se no sábado para uma "reflexão" sobre a forma como está a decorrer a temporada. Em discussão estarão igualmente as recentes declarações de Vítor Pereira, que lembrou não poder "ir ao mercado de Inverno substituir o quadro de árbitros" quando confrontado com as críticas às arbitragens.
De acordo com Pedro Proença, o encontro a realizar em Leiria é "uma reunião normal de trabalho que se realiza duas, três vezes por época", mas admitiu que "obviamente estará também em discussão o que tem saído na comunicação social".
"Essas declarações não caíram bem no seio dos árbitros e será um dos assuntos em questão mas esta reunião não foi marcada nesse sentido, mas sim para reflectir sobre as primeiras 11 jornadas", referiu o árbitro lisboeta em declarações à Agência Lusa. Recorde-se que as palavras de Vítor Pereira aconteceram dias após o jogo entre Sporting e FC Porto, da Taça de Portugal, marcado por uma arbitragem polémica de Bruno Paixão, contestado pelos dois clubes. "São estes os árbitros que temos em Portugal e a minha preocupação é fazer outros esforços, enquanto dirigente desportivo, por tentar qualificar as pessoas que tenho, com as limitações que conhecemos e dentro do que são os parâmetros de intervenção que temos ao nosso dispor", referiu, então, Vítor Pereira.
in Record

ARMA DOS ÁRBITROS PARA COMBATER IRREGULARIDADES
Os árbitros argentinos vão dispor a partir de Fevereiro de mais uma arma para combater as irregularidades no futebol. Numa decisão inédita da federação local (AFA), os juízes de campo vão receber bombas de aerossóis para delimitarem no relvado uma linha que indique exactamente onde os jogadores de determinada equipa devem formar uma barreira quando forem sancionados com um livre directo.
Com esta decisão, a AFA pretende evitar a perda de tempo sempre que se tenta formar uma barreira, pois os jogadores argentinos são conhecidos por avançarem alguns centímetros sempre que se entra neste processo. Os aerossóis já foram testados com sucesso no segundo semestre deste ano na 2.ª Divisão.

A aplicação de taxas de arbitragem nos escalões de formação nos jogos da Associação de Futebol de Beja levou ao “veto” do Orçamento para a época 2008/ 2009. Os presidentes do Moura, Despertar e CCD Bairro da Conceição votaram contra, enquanto o Desportivo de Beja votou favoravelmente a proposta.
Na Assembleia-Geral Ordinária da Associação de Futebol de Beja realizada na passada sexta-feira, marcaram presença 4 (quatro) dos 50 (cinquenta) clubes filiados em actividade esta temporada na instituição, Moura, Despertar, CCD Bairro da Conceição e Desportivo de Beja.
A Direcção da Associação de Futebol de Beja, deliberou no passado mês de Julho que na próxima temporada todos os jogos de formação, nas categorias de juniores, juvenis e iniciados, iriam ter associada uma taxa de arbitragem à semelhança do que já vem sendo praticado nos jogos de séniores, há algumas épocas.
Esta situação não agradou aos presidentes do Moura
(Declaração de voto do Moura Atlético Clube) , Despertar e CCD Bairro da Conceição, que votaram contra, enquanto o Desportivo de Beja votou favoravelmente a proposta, o que inviabilizou o orçamento associativo para a temporada 2008/ 2009.
Fernando Dionísio, presidente da Associação de Futebol de Beja, não prestou declarações sobre o caso, preferindo esperar pela reunião do órgão a que preside, mas, em Julho, data em que foi emitido o comunicado, justificava que foi “a medida mais difícil e impopular que tomou”, mas, para amenizar prejuízos, alguns jogos “podem não ter árbitros e serem dirigidos pelos dirigentes dos clubes”.
João Mimoso (Bairro da Conceição), Hélder Feliciano (Moura) e Mariano Baião (Despertar), presidentes dos clubes que reprovaram o Orçamento, referem que “é incomportável pagar taxas de arbitragem no futebol jovem”.
Segundo o comunicado emitido em Julho pela Associação de Futebol de Beja, a quota a introduzir nos jogos de juniores era de 50 euros, nos juvenis é 40, e nos iniciados 30 euros. Nos escalões de seniores, em cada jogo, a taxa de arbitragem é de 220 euros na primeira divisão e 175 euros na 2ª divisão. Esta taxa é paga pelo clube que joga em casa.

Foto curiosa

Atacador do sapato desatado? o árbitro ajuda! Foto retirada de http://juventudesportclube.blogspot.com/.

Fotos ...

João Constantino, João Jacinto e João Pereira no Lagoa - Juv. Évora em Iniciados. Fotos retiradas de http://juventudesportclube.blogspot.com/.

Fotos ...

Marco Trombinhas no Internacional de Almansil - Linda a Velha em Juniores. Foto retirada de www.linda-a-velha.com/.

Fotos ...


Fotos retiradas de http://gdcalvito.no.sapo.pt

João Barbeiro
Rúben Rochinha, Jorge Fragoso e Luís Martins
David Tripa

Comunicado sobre a definição dos critérios para indicação de Árbitros e Árbitros Assistentes Internacionais:
Clique aqui.

A Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) afirmou hoje que a presença da Polícia Judiciária (PJ) nos jogos do Leiria é importante para evitar “nova” tentativa de corrupção do presidente, mas desnecessária para avaliar os árbitros.
A reacção da APAF surge na sequência da demissão, ontem, dos três administradores da SAD do Leiria devido a alegadas declarações do árbitro Pedro Proença, que terá acusado o presidente João Bartolomeu de ser corrupto.
Em comunicado, a SAD do Leiria referiu que, devido ao “inaceitável clima de total impunidade em relação aos árbitros”, a administração do clube vai solicitar “à Polícia Judiciária (PJ) e a peritos independentes em arbitragem que acompanhem os jogos nos quais a sua equipa for interveniente”. “Se o senhor presidente da União de Leiria quer chamar a Judiciária para ver os árbitros é perfeitamente desnecessário, porque os árbitros são pessoas honestas. Se for para evitar que haja nova tentativa de corrupção por parte do presidente, a judiciária é bem-vinda”, disse o presidente da APAF em declarações à Agência Lusa.
António Sérgio lamenta que o Leiria tenha lançado “atoardas” contra o árbitro Pedro Proença, que, segundo os administradores do clube, terá reagido a críticas à arbitragem do jogo com o Boavista, com a expressão: “Sou um homem sério, não sou corrupto como o seu presidente”. “Tudo isto é lamentável, porque os factos não são verdadeiros, o árbitro Pedro Proença não referiu aquilo de que é acusado no comunicado da SAD”, afirmou o presidente da APAF. António Sérgio garante que Pedro Proença “não deve, nem teme, tem o seu nome limpo e é uma pessoa com credibilidade na praça”.
O presidente da APAF afirmou ainda que, ao contrário do que a SAD sugere, “ninguém acredita que declarações destas, mesmo que tivessem existido, o que não é verdade, pudessem levar a que alguém desistisse de investir no clube”, acrescentando: “Se não querem investir obviamente que é por outras razões”.

LPFP - Liga Sagres
Académica - Paços Ferreira: Albano Fialho (Observador)

FPF
- 2 ª Divisão Série D
Pinhalnovense - Carregado: Tiago Canário (na foto)
Lagoa - Real: Manuel Custódio (Observador)

Juniores 1ª Divisão Zona Sul
Louletano - Estoril: João Constantino

Juniores 2ª Divisão Série D
Internacional - Linda a Velha: Marco Trombinhas

Juvenis Série D
Lusitano VRSA - Belenenses: David Tomé

Iniciados Série F
Imortal - Vit. Setúbal: Edgar Gaspar
Lagoa - Juventude: João Constantino

FUTSAL - 2ª Divisão Série B
Univ. Algarve - Lameirinhas: José Teodósio (Observador)

3ª Divisão Série D
Piedense - Torpedos: Mário Burrica (Observador)

Nomeações AFBeja

Nomeações para a 1ª Divisão Distrital
Piense - Cabeça Gorda: Jorge Aniceto
Serpa - Ferreirense: Paulo Raposo
D. Beja - Odemirense: António Guerreiro
Barrancos - Moura: Filipe Aurélio
Milfontes - Despertar: Aurélio Arsénio
Vasco da Gama - São Marcos: Jorge Fragoso
Almodovar - Aldenovense: Ricardo Diogo
Para consultar as restantes nomeações para o fim de semana clique aqui.

Fotos ...

Referentes ao jogo Despertar - Vasco da Gama, arbitrado por Vítor Cardeira, que foi alvo de reportagem do programa Liga dos Últimos da RTP.
Para ver o programa clique aqui.

A U. Leiria SAD anunciou ter apresentado uma queixa-crime contra o árbitro Pedro Proença, em protesto a um comentário que o juiz de Lisboa terá tecido, domingo, no final do jogo com o Boavista.
Em comunicado, a SAD leiriense revela que, no final do Boavista-U. Leiria, quando foi confrontado pelo técnico Manuel Fernandes, e na presença de um treinador-adjunto e de um médico da União, sobre a marcação do penálti que originou o primeiro golo dos axadrezados, Pedro Proença terá respondido em tom jocoso: “Sou um homem sério, não sou corrupto como o seu presidente [João Bartolomeu].”
A resposta dos leirienses não se fez esperar. Ontem, a SAD apresentou uma queixa, por difamação, contra o árbitro, e vai enviar uma cópia à Comissão Disciplinar da Liga, à FIFA e ao Tribunal do Comércio, onde Pedro Proença exerce a sua actividade profissional.A administração, constituída por João Bartolomeu, António Bastos e Vasco Pinto Leite, considera que as declarações são um “atestado de óbito” às aspirações dos leirienses no campeonato.
Contactado por Record, Pedro Proença recusou comentar o caso.

Nos termos do artigo 28.º n.º 3 dos Estatutos, a Associação de Futebol de Beja reune em Assembleia Geral Ordinária no dia 5 de Dezembro de 2008, pelas 20H30, com a seguinte
Ordem de trabalhos:
I - Apreciação, discussão e votação do Relatório e Contas da Época 2007/08.
II - Apreciação, discussão e votação do Orçamento para a época 2008/09.
III - Diversos.
De harmonia com o artigo 19.º dos Estatutos, os Delegados dos sócios colectivos, deverão estar devidamente credenciados

DE ACORDO COM O RELATÓRIO DO OBSERVADOR
A equipa de arbitragem liderada por Duarte Gomes, que dirigiu o último Sporting-V. Guimarães, teve nota positiva, de acordo com o relatório do observador Fernando Ilídio. O internacional Duarte Gomes teve nota 3 (escala de 1 a 5), enquanto os auxiliares José Lima (que não assinalou o golo de Postiga, que seria o terceiro para o Sporting) teve 2,9 e o outro assistente, Pedro Garcia, teve 3,3.
No entender do observador existe de facto um lapso, na bola que entra na baliza dos minhotos, mas que é retirada pelo guarda-redes Nilson. Contudo, segundo Fernando Ilídio este erro não teve influência no resultado (Sporting já vencia por 2-0), pelo que o auxiliar José Lima teve nota positiva, apesar de ser a mais baixa do trio.
Face ao relatório do observador, Vítor Pereira não viu razão para “castigar” a equipa de arbitragem chefiada por Duarte Gomes. Tanto assim é que o internacional lisboeta e os seus pares dirigem no domingo, pelas 15 horas, o Freamunde - Olhanense da 11ª Jornada da Liga Vitalis.
in Record

Ponto final - Mais despesa

Artigo de Jorge Coroado - Jornal O Jogo

Muito já foi dito e escrito acerca do "estado em que está ou chegou a arbitragem", principalmente quando surgem situações discutíveis, altamente duvidosas, com decisões gravosas para uma das partes, sobretudo se o beneficiário dos equívocos não for da simpatia dos escribas. Relutante na admissão de meios tecnológicos como suporte de auxílio às decisões mais problemáticas dos homens do apito, a UEFA decidiu levar por diante uma experiência com mais dois elementos por equipa de arbitragem colocando cada um atrás de cada baliza com a responsabilidade de auxiliarem o árbitro principal em lances que ocorram nas áreas de grande penalidade e verificarem se e quando a bola ultrapassa completamente a linha de baliza por baixo da barra e entre os postes.
Tratar-se-á de benefício ou de mais um factor de desestabilização para quem, de acordo com as regras, é o único com poderes de decisão? No jogo realizado domingo em Alvalade, na eventualidade de estar atento e concentrado, quem ocupasse aquela função teria sido útil, porém olhe-se para a situação actual: as equipas de arbitragem são compostas por quatro elementos estando definidas quais as atribuições de cada um deles.
Ao quarto árbitro, quantas vezes já se viu intervir no jogo a não ser para elevar a placa com os números aquando das substituições, demonstrar períodos de compensação ou, pontualmente, chamar o chefe de equipa para disciplinar gente dos bancos? Quem já os viu informar o homem do apito de infracções por conduta violenta ou comportamento antidesportivo? Pelos exemplos proporcionados por aqueles elementos, que esperar dos dois novos a introduzir? Estarão mais bem posicionados para ajuizarem e ajudarem em situações concretas e específicas? Claro que sim! Qual o grau de responsabilidade e fiabilidade que lhes será atribuído pelos árbitros? Sendo aprovada a referida experiência e aceite a nomeação de mais dois componentes por equipa de arbitragem, que efeitos terá tal decisão nas competições internas de cada país? Haverá árbitros suficientes? Será só para provas ditas de alta competição ou será transversal a todas as categorias?
Se a experiência em causa passar a letra de lei, quantos países terão capacidade financeira para o recrudescer em 50 por cento, por jogo, das despesas com as equipas de arbitragem?
A experiência que ocorrerá num grupo da fase de apuramento para o próximo Euro'2009 Sub-19 terá as suas conclusões só no próximo ano - por analogia com outras já concretizadas, arrisco antecipar um rotundo não do International Board.

Preparação física



Mesmo tendo em conta que estamos a atravessar um rigoroso inverno e de o frio se fazer sentir com alguma intensidade por todo o Baixo Alentejo não descure a sua preparação física neste período.


Clique aqui para aceder ao plano de treinos do Professor João Dias para o mês de Dezembro.

Nomeações 11ª jornada

São conhecidos os árbitros nomeados para a 11ª jornada da Liga Sagres e da Liga Vitalis. O árbitro Pedro Proença foi esta terça-feira nomeado para a partida entre o V. Guimarães e o Leixões, líder da Liga Sagres. A Comissão de Arbitragem da Liga designou Artur Soares Dias para dirigir o encontro entre o Marítimo e o Benfica.
Liga Sagres
05-12-08
E. Amadora - Sporting, 20h30, SportTV1 Árbitro: Paulo Costa
06-12-08
Nacional - Belenenses, 18h00, SportTV 1 Árbitro: Rui Costa
Académica - P. Ferreira, 18h30 Árbitro: Marco Ferreira
V. Setúbal - Porto, 20h30, SportTV 1 Árbitro: Jorge Sousa
07-12-08
Rio Ave - Naval, 16h00 Árbitro: André Gralha
Marítimo - Benfica, 19h15, RTP 1Árbitro: Artur Soares Dias
08-12-08
V. Guimarães - Leixões, 17h30, SportTV 1 Árbitro: Pedro Proença
Trofense - Braga, 19h45, SportTV 1Árbitro: Carlos Xistra

Na Liga Vitalis, Duarte Gomes foi nomeado para a partida entre o Freamunde e o Olhanense. O Santa Clara-Boavista será dirigido por Lucílio Baptista.
Liga Vitalis (todos os jogos em 07-12-08)
11h15
Santa Clara - Boavista, SportTV 1 (10h15 dos Açores) Árbitro: Lucílio Baptista
15h00
Gondomar - Varzim Árbitro: Cosme Machado
Freamunde - Olhanense Árbitro: Duarte Gomes
Beira-Mar - Oliveirense Árbitro: Augusto Costa
16h00
Estoril - Covilhã Árbitro: Vasco Santos
Gil Vicente - Vizela Árbitro: Bruno Paixão
U. Leiria - Aves Árbitro: Hugo Miguel
Portimonense - Feirense Árbitro: Pedro Henriques

No jogo Panathinaikos-Asteras Tripoli, na Grécia, um jogador foi expulso por ter rasteirado um adepto invasor de campo que era perseguido pela segurança do estádio. Porquê?JACINTO REBELO
O árbitro puniu uma agressão. Está determinado que qualquer agressão, mesmo no caso de ser praticada sobre um cão que entre dentro do campo, tem de ser punida com o cartão vermelho.


MOMENTO ESTRANHO NO PANATHINAIKOS-ASTERAS
Já estão disponíveis as imagens do curioso incidente ocorrido durante o Panathinaikos e o Asteras Tripolis no passado fim-de-semana, em embate da Liga grega.
No período de descontos um jovem adepto entrou em campo e enquanto estava a ser perseguido pelos elementos de segurança passou perto de Adrian Bastía, que lembrando os tempos de recreio, o brindou com uma rasteira.
O árbitro não gostou do que viu e deu ordem de expulsão ao médio argentino, que ficou inconsolável. Melhor do que as palavras são as imagens...

Fotos ...


Disputou-se no Pavilhão Municipal de Alvito, mais uma jornada de Futsal do Campeonato Distrital da Associaçao de Futebol de Beja, e onde se notou uma evolução bastante grande do nosso Futsal no que respeita ao jogo jogado entre duas excelentes equipas e uma equipa de arbitragem a dar uma imagem diferente daquela que até a epoca transacta que verificava. Parabens a todos os intervinientes e ao publico que ocorreu em grande numero.
O jogo opôs o Baronia ao Mineiro Aljustrelense enquanto que Daniel Lança e João Lagoas foram os árbitros da partida, cabendo a cronometragem a David Tripa.
José Teodósio

Dificuldades dos árbitros

"No campo, de onde estou, não consigo dizer com toda a certeza que a bola entrou totalmente. E assim sendo não posso validar o golo"
José Lima

Valeu a Duarte Gomes e ao assistente José Lima que, no momento em que Nilson tirou de dentro da baliza um remate de Hélder Postiga, o Sporting já estivesse a vencer o Guimarães por 2-0. Caso contrário, a semana voltaria a ser de suspeição e ameaça de castigo. Assim, vale a pena pensar na argumentação de José Lima à Rádio Renascença, à qual garante que, de onde estava, não podia garantir "com toda a certeza" que a bola entrou. Nem ele nem nenhum humano.
O caso do golo de Postiga até é dos fáceis de resolver, com o chip na bola, acendendo uma luz a cada vez que esta passa por inteiro a linha de baliza. Mais difícil é satisfazer, por exemplo, Luiz Felipe Scolari, cujo Chelsea perdeu em casa com o Arsenal depois de estar a ganhar, com a reviravolta a começar num golo em fora-de-jogo de Van Persie. Scolari exigiu um pedido de desculpas, mas era bom que o futebol pudesse ir mais longe, introduzindo o quinto árbitro, não no campo mas numa régie de televisão, onde teria acesso imediato a todas as imagens das várias câmaras, podendo, em poucos segundos, rever o ângulo mais favorável e alertar o juiz principal.
Os argumentos contra esta medida, que validaria o golo de Postiga a invalidaria o de Van Persie, têm sido inúmeros, embora à cabeça surjam três. Todos errados. O primeiro é o que alega que verificar uma decisão demora muito tempo. Só quem nunca esteve numa régie de televisão pode dizer isso - e os senhores da FIFA seguramente já estiveram. Rever o "instant replay" de uma ou duas câmaras faz-se em 30 segundos e, com a habituação e a especialização, os "quintos árbitros" passariam a fazê-lo cada vez melhor. Se não quisessem interferir muito no jogo podiam fazê-lo só em casos em que, à boa maneira do futebol americano, o treinador usasse uma de duas hipóteses que têm por jogo para "desafiar" a decisão do árbitro.
Fala-se depois da injustiça de este modelo não poder ser aplicado a todos os clubes e a todas as jogadas. É verdade. O processo necessitaria de meios técnicos só possíveis em competições de elite e só poderia ser aplicado pela positiva - é possível anular uma jogada em fora-de-jogo, mas já não se pode mandar seguir uma jogada que o árbitro interrompeu mal, por exemplo. Isso, porém, não pode ser argumento: não é por a mercearia de bairro não ter vídeo-vigilância que os hipermercados deixam de a utilizar. Por fim, alegam os árbitros que com este sistema o juiz principal perderia autoridade mas, de todos, esse é o argumento mais ridículo. É que basta ver futebol com regularidade para perceber que, em boa parte dos lances, quem manda já é o auxiliar. Disse-o o próprio José Lima: "Naquele lance, a decisão é minha". Antes não fosse.

texto do jornal O Jogo

02.12.2008 Terça-feira
15H00 - Jogo: Portugal - Dinamarca Estádio do Moura Atlético Clube - Moura

04.12.2008 Quinta-feira
11H00 - Jogo: Portugal - Dinamarca Complexo Desportivo Fernando Mamede - Beja

A UEFA nomeou um austríaco para o encontro da quarta jornada da Taça UEFA, entre o Heerenveen e o Sp. Braga, que realiza-se quinta-feira. Fritz Stuchlik pode, desse modo, encontrar o compatriota Roland Linz, avançado dos bracarenses, que jogam uma partida decisiva na prova, na Holanda.
O juiz português Bruno Paixão foi nomeado para arbitrar o Manchester City-PSG, da mesma competição. O árbitro de Setúbal será auxiliado por José Cardinal e Venâncio Tomé. Refira-se que a nomeação do português, que esteve envolvido no
polémico Sporting-F.C. Porto para a Taça de Portugal e o Varzim-Santa Clara, deste domingo, já era conhecida.

As arbitragens estão na ordem do dia em Inglaterra, depois de mais um fim-de-semana, no mínimo, polémico. Nunca os árbitros estiveram tão sob fogo como nos últimos anos, em que o acréscimo de jogadores e treinadores estrangeiros na Premier League foi acentuado. Em causa, desta vez, estão os desempenhos de Howard Webb, no Manchester City-Manchester United, e de Mike Dean, no Chelsea-Arsenal. Enquanto que o primeiro é questionado por ter exibido o cartão vermelho a Cristiano Ronaldo por este ter jogado a bola com as mãos, o segundo é acusado de não ter assinalado fora-de-jogo de Van Persie na jogada que resultou no primeiro golo gos gunners em Stamford Bridge. Mas se neste, após vistas e revistas as imagens televisivas, não existem grandes dúvidas sobre a sua ilegalidade, no que tem o português como protagonista as interpretações são díspares.
A Lei 12 do regulamento de jogo da FIFA diz que um jogador deve ser admoestado com o cartão amarelo por comportamento antidesportivo em dois casos: quando joga deliberada e abusivamente a bola com o braço, impedindo que o adversário fique em possa desta; ou quando tenta marcar um golo usando deliberadamente o braço.
Ora, como Ronaldo não parece ter intenção de impedir que o adversário fique com a bola e muito menos introduzi-la na baliza - apenas colocou os braços à frente da cara -, a decisão é questionável. O problema é que o organismo que tutela o futebol mundial também faz questão de vincar que a aplicação das regras depende sempre "da opinião do árbitro". E, assim, por muito que Alex Ferguson, Ronaldo e os adeptos se queixem, Webb pode sempre alegar que foi uma questão de interpretação para justificar a exibição do cartão.
Coroado ao lado de Ronaldo
Howard Webb deveria ter sido "mais sensível". É esta a opinião de Jorge Coroado, ex-árbitro e comentador de O JOGO, sobre o lance que resultou na expulsão de Ronaldo. "Apesar de todo o seu egocentrismo, creio que Ronaldo não queria fazer nenhum brilharete. Um jogador deve ser punido quando usa subterfúgios em seu próprio benefício, e ele não desviou a bola para a baliza nem parou um ataque", explica, opondo-se à ideia de os árbitros pedirem desculpas por erros cometidos. "Há equívocos e equívocos. Mas o árbitro não deve andar todas as semanas a pedir desculpas, pois perde credibilidade e autoridade", sustenta.
OS CASOS POLÉMICOS
M. City-M. United
Cristiano Ronaldo, no ar, em condições de cabecear para a baliza, agarra a bola com ambas as mãos e vê o segundo cartão amarelo
Chelsea-Arsenal
Van Persie marca o primeiro dos seus dois golos em posição irregular, que reconheceu após o jogo

Fotos ...

Luís Ralha, Luís Cesário e Filipe Aurélio no Bairro da Conceição - Messejanense, ontem, na inauguração da relva sintética do Campo de Jogos do Bairro.


 

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