Paraty: «Não sei se foram declarações suicidas ou homicidas...»
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EX-ÁRBITRO REAGE A DECLARAÇÕES POLÉMICAS DE VÍTOR PEREIRA“Sem reserva de silêncio ou de interpretação, não sei se as declarações de Vítor Pereira são suicidas ou homicidas”. Paulo Paraty, candidato a líder da APAF, comenta assim as palavras do presidente da Comissão de Arbitragem da Liga a propósito da polémica na arbitragem. Disse Vítor Pereira que os árbitros estão “no limiar das suas capacidades” e que não pode ir “ao mercado de Inverno”.
Paraty desenvolve: “Não sei se com estas declarações não está a atirar o seu poder pela janela fora...” Vítor Pereira defendeu uma mudança de “paradigma” para o sector e disse que reclamar agora medidas de fundo para a arbitragem é “chover no molhado”. O líder da CA da Liga não quis responder directamente a Paulo Bento. “Tenho consciência apenas do meu quadro de responsabilidades”, afirmou. Quanto a uma eventual “crucificação” de Bruno Paixão, disse: “É um exercício intelectualmente interessante...”.
in Record
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in RecordDEVIDO À POLÉMICA EM VOLTA DA ARBITRAGEM
O árbitro Pedro Henriques não gostou da forma como Paulo Bento se tem referido à arbitragem e, na Rádio Renascença, deu troco ao treinador do Sporting. “Vou responder da forma que, neste momento, me parece a politicamente mais correcta. Talvez não seja aquilo que eu esteja a sentir, mas é o politicamente mais correcto: ‘Em Portugal, aquilo que mais e melhor foi distribuído foi, efectivamente, a inteligência pois todas as pessoas acham que a que têm é suficiente’.”
Também à “Bola Branca”, Henriques descartou a ideia de fazer conferências de imprensa conjuntas com treinadores e árbitros, defendendo que “em tese, seria excelente, mas a nossa cultura desportiva não está preparada”.
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At. Reguengos - Messinense: Manuel Custódio (Observador)
Campinense - Pescadores: Edgar Gaspar
Silves - Fabril: David Tomé
Juniores 1ª Divisão Zona Sul
Farense - Vit. Setúbal: Tiago Canário
Iniciados Série F
Louletano - Vit. Setúbal: Marco Trombinhas
Torneio Nacional Inter-Associações sub-16 "Manuel Quaresma" - Grupo 5
A. F. Setúbal - A. F. Santarém; A. F. Setúbal - A. F. Évora e A. F.Santarém - A. F. Évora: João Constantino (na foto)
Futsal - 3ª Divisão Série D
Atlético - G.D. Montemor: Daniel Lança
Fabril - Sapalense: José Teodósio (Observador)
Piedense - Marítimo: Mário Burrica (Observador)
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Vítor Pereira: «Nota de Bruno Paixão foi positiva à justa»
0 comentários Publicada por Dinis Gorjão à(s) 00:16
Vítor Pereira, presidente da Comissão de Arbitragem da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, comentou nesta quinta-feira a nota atribuída a Bruno Paixão pelo seu desempenho no Sporting-F.C. Porto. «A nota de Bruno Paixão foi positiva à justa», explicou o antigo árbitro à Agência Lusa, lembrando depois ao Maisfutebol que «os árbitros não podem combater com as câmaras.»«Os árbitros não podem combater com as câmaras, com 15 ou 20 câmaras que transmitem os jogos e mostram todos os ângulos possíveis e imaginários», refere Vítor Pereira, frisando, por outro lado, que não é possível impedir os observadores de recorrerem a esses meios tecnológicos antes de elaborarem o respectivo relatório.
O observador Albano Fialho deu nota 3 a Bruno Paixão, de 0 a 5, classificando o trabalho do árbitro como «Bom». Fialho enviou o relatório a partir do Estádio de Alvalade, pouco tempo depois do apito final. Resta saber se recorreu às imagens televisivas. «Não é possível impedir que os observadores vejam as imagens, quando há estádios que têm ecrãs gigantes e monitores em diversos pontos para transmitir o jogo. O que se pede é que os observadores escrevam tudo o que viram», frisa o presidente da Comissão de Arbitragem da Liga.
Vítor Pereira confirmou ao Maisfutebol que o afastamento de Bruno Paixão da jornada deste fim-de-semana não passou de uma medida preventiva. «Não é castigo. Temos de criar as condições desejáveis e defender os interesses de todos os intervenientes. Não seria sensato colocar o árbitro em questão numa posição que pudesse fragilizá-lo», salienta.
Antes, em declarações à Agência Lusa, o antigo árbitro explicara a nota atribuída a Paixão, recusando comentar as reacções ao trabalho do juiz de Setúbal. «Não vamos comentar os comentários. A classificação não é Bom. Comparada com o contexto escolar, de um a 20 valores, é de 9,5 ou 10, portanto é uma positiva à justa», conclui
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Serpa - Piense: João Lagoas
D. Beja - Cabeça Gorda: António Fernandes
Barrancos - Ferreirense: Cristiano Bexiga
Milfontes - Odemirense: César Leitão
Vasco da Gama - Moura: Dário Dias
Aldenovense - Despertar: Luís Diogo
Almodôvar - São Marcos: Joaquim Serpa
D. Beja - Cabeça Gorda: António Fernandes
Barrancos - Ferreirense: Cristiano Bexiga
Milfontes - Odemirense: César Leitão
Vasco da Gama - Moura: Dário Dias
Aldenovense - Despertar: Luís Diogo
Almodôvar - São Marcos: Joaquim Serpa
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Vítor Pereira: «Não posso ir ao mercado de Inverno...»
0 comentários Publicada por Dinis Gorjão à(s) 18:15O presidente da Comissão de Arbitragem (CA) da Liga disse hoje, na sede da Liga, que os árbitros "estão no limiar das suas capacidades", afirmando que é "chover no molhado" reclamar nesta altura "intervenções de fundo" no sector.
O que só poderá acontecer "quando mudar o paradigma".
"Não posso ir ao mercado de Inverno susbstituir este quadro de árbitros, é com eles que conto", referiu ainda a propósito da confiança que deposita nos árbitros que dirige. "São estes os árbitros que temos em Portugal e a minha preocupação é fazer outros esforços, enquanto dirigente desportiva, por tentar qualificar as pessoas que tenho, com as limitações que conhecemos e dentro do que são os parâmetros de intervenção que temos ao nosso dispor", desenvolveu.
O líder da CA da Liga não quis reagir às palavras de Paulo Bento. "Não me merece qualquer comentário, sou dirigente desportivo, tenho noção do meu quadro de responsabilidade", limitou-se a observar, para ainda dizer que os árbitros "não são animais ou extraterrestes" e que "são seres humanos como todos".
Questionado sobre o facto de Bruno Paixão estar a ser vítima de uma cruficação na praça pública, Vítor Pereira referiu apenas: "É um exercício intelectuamente interessante mas nada mais vou dizer sobre isso."
O líder da CA da Liga não quis reagir às palavras de Paulo Bento. "Não me merece qualquer comentário, sou dirigente desportivo, tenho noção do meu quadro de responsabilidade", limitou-se a observar, para ainda dizer que os árbitros "não são animais ou extraterrestes" e que "são seres humanos como todos".
Questionado sobre o facto de Bruno Paixão estar a ser vítima de uma cruficação na praça pública, Vítor Pereira referiu apenas: "É um exercício intelectuamente interessante mas nada mais vou dizer sobre isso."
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in O Jogo
Bruno Paixão foi um dos integrantes de um grupo de árbitros e ex-árbitros internacionais - dos que estão no activo só faltou João Ferreira - que ontem se juntou em Leiria, poucos dias após o polémico Sporting-FC Porto da Taça de Portugal, no final do qual o técnico leonino, Paulo Bento, criticou duramente o juiz da partida. Contudo, este terá sido um tema que ficou de fora da ementa do jantar realizado no restaurante Matilde Noca, já depois de o lote de participantes ter passado por outro estabelecimento (Casa da Nora) que abandonaram devido à presença de jornalistas. "Este é um encontro que fazemos de forma regular para discutir assuntos de interesse da nossa actividade. Paulo Bento? O que nos junta são assuntos verdadeiramente importantes e não temos por hábito falar sobre situações concretas", explicou Olegário Benquerença a O JOGO, garantindo que a realização do evento pouco tempo após o clássico foi pura coincidência. "Esta data foi marcada no dia 8 de Outubro porque era a altura em que sabíamos que nenhum de nós estaria envolvido em jogos internacionais", referiu, informando que em cima da mesa esteve "a preparação do próximo acto eleitoral da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol que vai acontecer no final do ano, daí terem estado presentes António Sérgio, Paulo Paraty e Luís Guilherme, prováveis candidatos".
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O presidente do Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) ficou satisfeito com o facto de o trabalho de Bruno Paixão no clássico da Taça ter merecido nota positiva por parte do observador do árbitro, pese a multiplicidade de críticas - de diversos outros quadrantes - apontadas à actuação do juiz da AF Setúbal. Contactado telefonicamente por O JOGO, Carlos Esteves, ao longo dos 17 minutos de conversação, explicou que preferia abster-se de tecer "qualquer tipo de comentários" porque, sustentou, "o futebol precisa é de serenidade e não de mais achas para a fogueira". Apesar da insistente escusa, a verdade é que, de manhã, o líder do CA da FPF já tinha falado - e não foi assim tão pouco... - ao "Maisfutebol". Confrontado com esta realidade, argumentou que se tratara apenas de uma "conversa informal" com um jornalista. Ou seja, deu o dito por não dito.
Sobre a alegada "informalidade", o director do "Maisfutebol", Luís Sobral, esclareceu: "As pessoas responsáveis da Federação e da Liga devem saber o que dizem e devem saber também que, quando falam com jornalistas, não estão a falar com amigos, mas sim com profissionais. A menos que seja dito que é em off, o que não foi o caso."
Também O JOGO pôs questões a Carlos Esteves, só que este, na circunstância, fechou-se e recusou dizer coisas como "Se Bruno Paixão teve boa nota, é porque a arbitragem não foi tão má como se anda a dizer por aí", ou "O técnico de arbitragem é que sabe e conhece, vocês [jornalistas] não", ou ainda: "No fim de levar tanta porrada, é normal que se tenha vindo defender", ou ainda mesmo "O mal é termos três jornais desportivos no País. Eu não sei se o árbitro esteve bem ou mal, não sou técnico de arbitragem, sou dirigente. Os técnicos é que sabem, mais ninguém." Por aqui se conclui que, antes da serenidade, houve as "achas" e a "fogueira".
Sobre a alegada "informalidade", o director do "Maisfutebol", Luís Sobral, esclareceu: "As pessoas responsáveis da Federação e da Liga devem saber o que dizem e devem saber também que, quando falam com jornalistas, não estão a falar com amigos, mas sim com profissionais. A menos que seja dito que é em off, o que não foi o caso."
Também O JOGO pôs questões a Carlos Esteves, só que este, na circunstância, fechou-se e recusou dizer coisas como "Se Bruno Paixão teve boa nota, é porque a arbitragem não foi tão má como se anda a dizer por aí", ou "O técnico de arbitragem é que sabe e conhece, vocês [jornalistas] não", ou ainda: "No fim de levar tanta porrada, é normal que se tenha vindo defender", ou ainda mesmo "O mal é termos três jornais desportivos no País. Eu não sei se o árbitro esteve bem ou mal, não sou técnico de arbitragem, sou dirigente. Os técnicos é que sabem, mais ninguém." Por aqui se conclui que, antes da serenidade, houve as "achas" e a "fogueira".
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"Estou de consciência tranquila. Em tudo o que faço, tento dar o meu melhor. Tanto na minha vida pessoal como profissional, quando me envolvo para fazer qualquer coisa é sempre com muito entusiasmo. Acho que, sem entusiasmo, não se realiza nada de glorioso", declarou o técnico de arbitragem a O JOGO, explicando que "um observador tem em conta os factos como os viu, sem se deixar influenciar por outras pessoas ou factores externos". "Cada um constrói a sua opinião acerca dos factos. A minha opinião pode ser diferente, inclusive, da dos espectadores que, como eu, estiveram na bancada" de Alvalade, acrescentou.
O observador escusou-se a comentar o conteúdo do relatório alegando "dever de confidencialidade". "Não fui eu a divulgar o relatório", jurou. Ainda assim, Albano Fialho saiu em sua própria defesa, referindo que "qualquer relatório deve ser analisado no global, sem que se corte ou isole nenhuma das suas partes".
Segundo explicou ainda o observador do árbitro, no preenchimento dos formulários do relatório limita-se a cumprir as directrizes e os critérios de avaliação estabelecidos pela Liga.
Perfil de Albano Fialho
Albano Fialho é observador na Liga há seis épocas, depois de ter prestado serviço também na Federação, entre 1990 e 2002. Portanto, anda há 18 anos a avaliar o trabalho dos árbitros.
Pé pouco dotado
Natural de Ferreira do Alentejo, no distrito de Beja, não tinha muito talento para jogador e por isso dedicou-se à arbitragem, não tendo saído, contudo, do quadro regional. Foi também árbitro de hóquei em patins entre os 19 e os 21 anos.
Homem de obras
Aos 48 anos, é instrutor de árbitros da Federação e coordenador da Comissão Técnica do Conselho de Arbitragem da AF Beja. Formado em Direito, trabalha na autarquia de Ferreira, onde é chefe de secção de obras.
Estudioso
Muito bem-visto no meio da arbitragem e em Ferreira do Alentejo, onde é destacada e respeitada figura do concelho, todos lhe apontam uma característica: é um estudioso da arbitragem, tendo, inclusive, redigido um compêndio de 70 páginas que serve de guia técnico a todos os árbitros e candidatos do distrito de Beja.
Sério e honesto
Foram várias as pessoas com quem O JOGO falou, e todas foram unânimes em dizer que o observador é um "homem sério, honesto, simples, ao mesmo tempo rigoroso no que faz". E trabalha "por carolice".
Caseiro
Casado, pai de uma filha, não costuma andar pelos cafés da terra preferindo uma vida pacata juntos dos familiares. Não diz, em público, qual a sua cor clubista. Apenas os amigos mais próximos sabem.
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Ligado à bronca da mão de Ronny
O técnico de arbitragem que observou e avaliou o desempenho de Bruno Paixão no recente Sporting-FC Porto - o clássico que fez escaldar a quarta eliminatória da Taça de Portugal - ainda há pouco mais de dois anos viu o seu nome associado a outro jogo recheado de controvérsia, na circunstância dirigido por João Ferreira - outro juiz da AF de Setúbal, como Paixão -, no qual, por coincidência ou ironia, os leões foram intervenientes. O Sporting-Paços de Ferreira disputado a 16 de Setembro de 2006, em Alvalade, tornou-se célebre e fez correr muita tinta, não pelo facto de os anfitriões terem perdido, mas pela forma irregular como foram atirados ao tapete: ao segundo minuto do tempo de compensação da primeira parte, o pacense Ronny, na sequência de um canto batido por Cristiano, assinou o decisivo golo... com a mão esquerda. Uma irregularidade que passou impune aos olhos da equipa de arbitragem liderada por João Ferreira, mas que foi penalizada no relatório de Albano Fialho. O maior lapso da noite levou o observador a atribuir apenas 7,1 valores (ao tempo numa escala até 10, entretanto mudada) ao setubalense, uma nota que, segundo opinou na altura o especialista de O JOGO Jorge Coroado, era "susceptível de estragar toda uma época em termos de classificação final", pois, "no contexto de atribuição de notas por parte dos observadores a árbitros internacionais", 7,1 aparecia como apreciação "claramente negativa". Mas a valoração do trabalho de João Ferreira ainda sofreria uma redução: mediante reclamação feita pela SAD do Sporting à Comissão de Arbitragem da Liga, os 7,1 passaram a 6,9. E, por tabela, também as notas dos assistentes Serafim Nogueira e Pais António decresceram: de 8 para 7,9 e 7,8, respectivamente.
Relatório do observador enviado por fax no Estádio
Albano Fialho não teve muito tempo para ponderar a sua avaliação a Bruno Paixão. Logo após o desafio, o observador teve de enviar o relatório para a Liga, tendo-o feito via fax, ainda em Alvalade. É este, pois, o procedimento normal nos jogos com equipas do escalão principal, mesmo em provas da Federação. Ou seja, Albano Fialho teve ocasião para pensar ou alterar alguma coisa apenas no tempo e espaço entre o local da bancada onde se sentou e a sala onde estava a máquina do fax. Se houver motivo para adenda, pôde fazê-lo, então, no dia seguinte. Para a avaliação, contam inúmeros critérios de âmbito técnico e disciplinar, inclusive de personalidade, começando o observador, logo à partida, por atribuir uma nota ideal final, subtraindo-lhe depois os pontos relativos aos erros e falhas à medida que o jogo avança.
Paulo Ramos 3,3 António Godinho 3,2
Paulo Ramos e António Godinho, árbitros assistentes de Bruno Paixão no Sporting-FC Porto, tiveram ainda melhores notas do que o chefe de equipa. O juiz principal, apesar de toda a contestação de que foi alvo, conseguiu nota 3, considerada positiva (ou mesmo boa) numa escala de 1 a 5. O assistente Paulo Ramos, que, entre outros erros, não viu o penálti de Rui Patrício sobre Hulk, mesmo na frente dele, foi pontuado com 3,3; António Godinho, que deixou passar em claro a mão de Rolando na área (no enfiamento a que estava obrigado, mas perto do poste mais longe), obteve a classificação de 3,2.
Clubes recebem relatório
O relatório de Albano Fialho, o técnico de arbitragem de primeira categoria da Liga Portuguesa de Futebol Profissional que no último domingo avaliou o trabalho de Bruno Paixão, só hoje deve chegar aos escritórios das SAD de Sporting e FC Porto. Na posse de dados oficiais, cada administração decidirá, então, sobre eventuais posições a tomar.
Paulo Bento em análise
O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, presidido por Arnaldo Marques Silva (na foto), reúne-se hoje pelas 18 horas. Em análise irão estar, para além dos habituais castigos da jornada, as polémicas declarações de Paulo Bento após o último Sporting-FC Porto da Taça. Do encontro do órgão federativo poderá resultar um castigo ao treinador leonino.
O técnico de arbitragem que observou e avaliou o desempenho de Bruno Paixão no recente Sporting-FC Porto - o clássico que fez escaldar a quarta eliminatória da Taça de Portugal - ainda há pouco mais de dois anos viu o seu nome associado a outro jogo recheado de controvérsia, na circunstância dirigido por João Ferreira - outro juiz da AF de Setúbal, como Paixão -, no qual, por coincidência ou ironia, os leões foram intervenientes. O Sporting-Paços de Ferreira disputado a 16 de Setembro de 2006, em Alvalade, tornou-se célebre e fez correr muita tinta, não pelo facto de os anfitriões terem perdido, mas pela forma irregular como foram atirados ao tapete: ao segundo minuto do tempo de compensação da primeira parte, o pacense Ronny, na sequência de um canto batido por Cristiano, assinou o decisivo golo... com a mão esquerda. Uma irregularidade que passou impune aos olhos da equipa de arbitragem liderada por João Ferreira, mas que foi penalizada no relatório de Albano Fialho. O maior lapso da noite levou o observador a atribuir apenas 7,1 valores (ao tempo numa escala até 10, entretanto mudada) ao setubalense, uma nota que, segundo opinou na altura o especialista de O JOGO Jorge Coroado, era "susceptível de estragar toda uma época em termos de classificação final", pois, "no contexto de atribuição de notas por parte dos observadores a árbitros internacionais", 7,1 aparecia como apreciação "claramente negativa". Mas a valoração do trabalho de João Ferreira ainda sofreria uma redução: mediante reclamação feita pela SAD do Sporting à Comissão de Arbitragem da Liga, os 7,1 passaram a 6,9. E, por tabela, também as notas dos assistentes Serafim Nogueira e Pais António decresceram: de 8 para 7,9 e 7,8, respectivamente.
Relatório do observador enviado por fax no Estádio
Albano Fialho não teve muito tempo para ponderar a sua avaliação a Bruno Paixão. Logo após o desafio, o observador teve de enviar o relatório para a Liga, tendo-o feito via fax, ainda em Alvalade. É este, pois, o procedimento normal nos jogos com equipas do escalão principal, mesmo em provas da Federação. Ou seja, Albano Fialho teve ocasião para pensar ou alterar alguma coisa apenas no tempo e espaço entre o local da bancada onde se sentou e a sala onde estava a máquina do fax. Se houver motivo para adenda, pôde fazê-lo, então, no dia seguinte. Para a avaliação, contam inúmeros critérios de âmbito técnico e disciplinar, inclusive de personalidade, começando o observador, logo à partida, por atribuir uma nota ideal final, subtraindo-lhe depois os pontos relativos aos erros e falhas à medida que o jogo avança.
Paulo Ramos 3,3 António Godinho 3,2
Paulo Ramos e António Godinho, árbitros assistentes de Bruno Paixão no Sporting-FC Porto, tiveram ainda melhores notas do que o chefe de equipa. O juiz principal, apesar de toda a contestação de que foi alvo, conseguiu nota 3, considerada positiva (ou mesmo boa) numa escala de 1 a 5. O assistente Paulo Ramos, que, entre outros erros, não viu o penálti de Rui Patrício sobre Hulk, mesmo na frente dele, foi pontuado com 3,3; António Godinho, que deixou passar em claro a mão de Rolando na área (no enfiamento a que estava obrigado, mas perto do poste mais longe), obteve a classificação de 3,2.
Clubes recebem relatório
O relatório de Albano Fialho, o técnico de arbitragem de primeira categoria da Liga Portuguesa de Futebol Profissional que no último domingo avaliou o trabalho de Bruno Paixão, só hoje deve chegar aos escritórios das SAD de Sporting e FC Porto. Na posse de dados oficiais, cada administração decidirá, então, sobre eventuais posições a tomar.
Paulo Bento em análise
O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, presidido por Arnaldo Marques Silva (na foto), reúne-se hoje pelas 18 horas. Em análise irão estar, para além dos habituais castigos da jornada, as polémicas declarações de Paulo Bento após o último Sporting-FC Porto da Taça. Do encontro do órgão federativo poderá resultar um castigo ao treinador leonino.
in O Jogo
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Jogo de ontem do Campeonato Distrital de Futsal: IPB - Mineiro Aljustrelense. Equipa de arbitragem constituida por Dinis Gorjão, Adão Henriques e Sérgio Segurado. Este último, como cronometrista, fez a sua estreia na modalidade.

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Centro de Alto Rendimento de Arbitragem em estudo
0 comentários Publicada por Dinis Gorjão à(s) 18:37
O vereador do Desporto da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, vai reunir amanhã, quinta-feira, pelas 14h30, na sede da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, com o presidente da Comissão de Arbitragem, Vítor Pereira, para apresentar o projecto do Centro Olímpico de Alto Rendimento de Arbitragem Desportiva.Numa altura em que a arbitragem é assunto na ordem do dia, o presidente da Comissão de Arbitragem da Liga terá assim oportunidade de conhecer com pormenor todas as valências deste Centro, vocacionado para a formação profissional e investigação sobre arbitragem, podendo vir a ser, no futuro, um instrumento importante com vista à eventual profissionalização dos árbitros de futebol. O projecto, pioneiro a nível nacional e internacional, está a ser desenvolvido pela autarquia de Celorico de Basto, tendo como parceiros o Comité Olímpico Português (COP) e a Universidade do Porto. A sede será em Celorico de Basto mas os quadros do Centro darão formação em qualquer parte do país, para qualquer federação desportiva.
Notícia de Eugénio Queirós em http://www.bolanaarea.blogspot.com/
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Carlos Esteves defende Bruno Bruno Paixão: «Não esteve tão mal como dizem»
1 comentários Publicada por Dinis Gorjão à(s) 18:32
O presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, Carlos Esteves, comentou esta quarta-feira, em declarações ao Maisfutebol, a nota (Bom) atribuída a Bruno Paixão pelo desempenho no Sporting-F.C. Porto, da IV eliminatória da Taça de Portugal. O dirigente sublinha que se a avaliação foi positiva, conforme foi divulgada pela imprensa, «é porque a arbitragem não foi tão má como dizem».Carlos Esteves explicou que «o observador tem razão para dar a nota que deu, porque afinal o árbitro não esteve tão mal como se diz», e argumentou: «O técnico de arbitragem é que sabe e conhece, vocês [jornalistas] não.»
Os treinadores de F.C. Porto e Sporting queixaram-se do desempenho do juiz de Setúbal, que já reagiu em declarações à imprensa. «No fim de levar tanta porrada, é normal que o árbitro se tenha vindo defender», disse Carlos Esteves, que declarou que «esta situação foi demasiado empolada» e que «há coisas mais importantes que FC Porto e Sporting».
A culpa, para o dirigente, é da imprensa: «O mal é termos três jornais desportivos. Eu não sei se o árbitro esteve bem ou mal, não sou técnico de arbitragem, sou dirigente. Os técnicos é que sabem, mais ninguém.»
in Mais Futebol
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Ao que Record apurou, no relatório de Albano Fialho, enviado ontem para os dois clubes e para o árbitro, a exibição de Bruno Paixão foi classificada com um “Bom”, com uma nota acima dos 2,9 numa escala de 1 a 5. Refira-se que a partir de 2,4 é satisfatório e só abaixo deste valor vem o não satisfatório. Na opinião do observador, o árbitro só cometeu um “erro grave” que foi ao não assinalar grande penalidade num lance entre Rui Patrício e Hulk na grande área leonina.
O grau de dificuldade do encontro também merece classificação, tendo o Sporting-FC Porto sido avaliado como “difícil” para o trabalho do quarteto de arbitragem, nomeado pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF) para Alvalade.
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in RecordDECLARAÇÕES NÃO IRÃO INFLUENCIAR ACTUAÇÃO EM ALVALADE
Pedro Proença está nomeado para apitar o Sporting-Leixões, mas não se mostra nada preocupado com o ambiente que possa vir a encontrar em Alvalade depois das declarações proferidas por Paulo Bento após o encontro da Taça de Portugal diante do FC Porto.
O técnico leonino disse com todas as letras que a arbitragem “já mete nojo em Portugal”, adiantando que “Alvalade tem de criar um ambiente muito mais difícil às outras equipas e aos três que vêm arbitrar... é o que merecem”. Perante isto, Proença destaca a necessidade de se “separarem as águas”.“Não temo o ambiente que vou encontrar. As pessoas são responsáveis pelo que dizem, mas eu tenho muitos anos de experiência e já apitei várias vezes o Sporting e Paulo Bento como jogador e treinador. Neste caso, penso que é importante reter o enquadramento em que foram feitas essas declarações debaixo de uma carga emocional muito grande. Há que destrinçar as coisas e, no momento em que me preparo para dirigir mais uma partida, essas declarações são para mim irrelevantes”, sublinha.
O desconto
Reforçando ainda o espírito com que vai apresentar-se em Alvalade, Pedro Proença faz mesmo questão de dar um desconto às recentes afirmações polémicas do técnico dos leões. “Não quero acreditar que ele pense em criar um mau ambiente para os árbitros. Essas declarações foram proferidas num determinado contexto”, refere.
Daí que as expectativas para o Sporting-Leixões, que pode levar muita gente a Alvalade por se tratar do jogo dos Núcleos, sejam normais. “Recebi a nomeação e vou fazer o meu trabalho sem problemas, agindo em conformidade”, conclui.
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ÁRBITRO QUEBRA SILÊNCIO E LANÇA INDIRECTASPassadas 48 horas após o polémico clássico de Alvalade, o árbitro do encontro entre Sporting e FC Porto resolveu quebrar o silêncio e responder aos ataques de que foi alvo por parte de responsáveis dos dois clubes. Em declarações a Record, Bruno Paixão lamenta o tom das críticas e lança indirectas.
“Naquele jogo todos acertámos e todos errámos. Se olharmos para aquilo que se passou nos dois clubes na semana que antecedeu o jogo, chegamos à conclusão que deu jeito criticar o árbitro e desviar as atenções de factores externos”, afirma o juiz setubalense que se confessa de “consciência tranquila”.
“Sei o que valho e que posso chegar longe. Não me revejo naquele tipo de discurso e o meu historial prova o contrário. Quem me conhece sabe o que sou e de onde venho”, salientou.
A queixa da APAF contra Paulo Bento merece total concordância de Bruno Paixão. “Concordo plenamente com a decisão da APAF em apresentar queixa nas instâncias legais”, garante, deixando claro que é necessário separar as águas: “A competência dos treinadores deve-se resumir ao comando das equipas. Eu também faço o meu trabalho físico, técnico e mental. Cada um no seu lugar”.
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in O Jogo
Tal como se esperava, Bruno Paixão não foi nomeado para a jornada do próximo fim-de-semana dos campeonatos profissionais. A actuação, polémica, no jogo de domingo, em Alvalade, entre o Sporting e o FC Porto, para a Taça de Portugal Millenium, fazia adivinhar que o árbitro de Setúbal ficaria em descanso. Um cenário confirmado por Vítor Pereira, presidente da Comissão de Arbitragem (CA) da Liga. "Ficou de fora porque é melhor assim", começou por dizer, explicando a posição do órgão a que preside: "É necessário tentar criar condições para que o árbitro se recomponha perante este alarido. Defendemos, por isso, que em defesa do futebol, esta é a melhor solução". Embora Vítor Pereira não o tenha confirmado, em princípio Bruno Paixão voltará a ficar de fora na próxima jornada, a exemplo do que sucedeu com outros árbitros na época passada.
O mais importante nesta altura, sublinhou o presidente da CA da Liga, "é criar condições para que os árbitros apitem na plenitude das suas faculdades". Essa é, pois, a principal intenção da Comissão de Arbitragem: "Neste momento, vamos criar condições para que esteja psicologicamente bem. Ou seja, pretendemos que os nossos árbitros apresentem níveis de confiança que naturalmente são sempre importantes para as pessoas estarem bem".
Por se tratar de um jogo da competência da FPF, Vítor Pereira escusou-se a comentar as incidências do mesmo e a fazer a análise ao trabalho de Bruno Paixão.
O mais importante nesta altura, sublinhou o presidente da CA da Liga, "é criar condições para que os árbitros apitem na plenitude das suas faculdades". Essa é, pois, a principal intenção da Comissão de Arbitragem: "Neste momento, vamos criar condições para que esteja psicologicamente bem. Ou seja, pretendemos que os nossos árbitros apresentem níveis de confiança que naturalmente são sempre importantes para as pessoas estarem bem".
Por se tratar de um jogo da competência da FPF, Vítor Pereira escusou-se a comentar as incidências do mesmo e a fazer a análise ao trabalho de Bruno Paixão.
Caso entregue ao CD
Carlos Esteves, presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, adiantou que, após a análise das declarações de Paulo Bento, feita na reunião de ontem daquele órgão, foi decidido "enviar o caso para o Conselho de Disciplina, que agora tem de resolver esse assunto, que deixou de ser da nossa competência", referiu. Disse, no entanto, que está "totalmente solidário" com o árbitro de Setúbal.
Carlos Esteves, presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, adiantou que, após a análise das declarações de Paulo Bento, feita na reunião de ontem daquele órgão, foi decidido "enviar o caso para o Conselho de Disciplina, que agora tem de resolver esse assunto, que deixou de ser da nossa competência", referiu. Disse, no entanto, que está "totalmente solidário" com o árbitro de Setúbal.
Onze árbitros em 2007/08
Vítor Pereira é o primeiro a dizer que não gosto do termo "jarra", mas a verdade é que desde que chegou à arbitragem não têm sido poucos os árbitros que, por erros graves cometidos, ficam de descanso nas duas jornadas seguintes. Na época passada, por exemplo, encontram-se onze casos de árbitros que, por terem feito arbitragens negativas (abaixo de 2,5 numa escala de 0 a 5) ficaram automaticamente impedidos de arbitrar nas jornadas que se seguiram. Uma lista da qual constam qualquer coisa como sete internacionais, contando que, na altura em que ficou de fora, Carlos Xistra já era portador das insígnias da FIFA e Paulo Paraty, entretanto retirado, já não era internacional.
Vítor Pereira é o primeiro a dizer que não gosto do termo "jarra", mas a verdade é que desde que chegou à arbitragem não têm sido poucos os árbitros que, por erros graves cometidos, ficam de descanso nas duas jornadas seguintes. Na época passada, por exemplo, encontram-se onze casos de árbitros que, por terem feito arbitragens negativas (abaixo de 2,5 numa escala de 0 a 5) ficaram automaticamente impedidos de arbitrar nas jornadas que se seguiram. Uma lista da qual constam qualquer coisa como sete internacionais, contando que, na altura em que ficou de fora, Carlos Xistra já era portador das insígnias da FIFA e Paulo Paraty, entretanto retirado, já não era internacional.
Árbitros que ficaram na jarra na época passada
Onze árbitros em 2007/08
Árbitro Jogo em que errou Jornada Jornadas em que descansou
Bruno Paixão Guimarães-Naval 20ª 21ª/22ª
Carlos Xistra Leixões-Académica 21ª 22ª/23ª
Duarte Gomes Estrela-Benfica (Taça de Portugal) e Guimarães-Leiria 8ª 9ª à 11ª
Hugo Miguel Benfica-Estrela 14ª 15ª/16ª
João Ferreira Boavista-Estrela 23ª 24ª/25ª/26ª
Lucílio Baptista Boavista-Académica 5ª 6ª/7ª
Paulo Costa Benfica-Leixões 16ª 17ª/18ª
Paulo Paraty Sporting-Benfica 21ª 22ª/23ª
Pedro Henriques Nacional-FC Porto 14ª 15ª/16ª
Pedro Proença Guimarães-Académica 12ª 13ª/14ª
Rui Silva Belenenses-Marítimo 20ª 21ª/22ª
Onze árbitros em 2007/08
Árbitro Jogo em que errou Jornada Jornadas em que descansou
Bruno Paixão Guimarães-Naval 20ª 21ª/22ª
Carlos Xistra Leixões-Académica 21ª 22ª/23ª
Duarte Gomes Estrela-Benfica (Taça de Portugal) e Guimarães-Leiria 8ª 9ª à 11ª
Hugo Miguel Benfica-Estrela 14ª 15ª/16ª
João Ferreira Boavista-Estrela 23ª 24ª/25ª/26ª
Lucílio Baptista Boavista-Académica 5ª 6ª/7ª
Paulo Costa Benfica-Leixões 16ª 17ª/18ª
Paulo Paraty Sporting-Benfica 21ª 22ª/23ª
Pedro Henriques Nacional-FC Porto 14ª 15ª/16ª
Pedro Proença Guimarães-Académica 12ª 13ª/14ª
Rui Silva Belenenses-Marítimo 20ª 21ª/22ª
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A Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) decidiu apresentar queixa no Conselho de Disciplina da Federação contra Paulo Bento. O presidente do organismo já tinha levantado essa hipótese e confirmou-a esta terça-feira à agência Lusa, explicando que a decisão pretende reagir a declarações do treinador do Sporting, após o clássico com o F.C. Porto, consideradas «ofensivas para toda a arbitragem».«Este não é um problema do senhor Bruno Paixão. Nós estamos a tratar de um assunto em nome dos árbitros portugueses, toda uma classe que não pode ser aviltada», afirmou António Sérgio, que pretende apresentar a queixa até quinta-feira
O dirigente defende que não estão em causa as críticas à arbitragem do clássico, mas palavras que a APAF considera que podem ter criado um ambiente hostil em Alvalade para com os árbitros. «A crítica ao trabalho no jogo é legítima, porque cada jogo tem as suas incidências e o de domingo teve muitas», afirma, acrescentando no entanto que as declarações de Paulo Bento atingiram «a infâmia e a má educação».
António Sérgio revelou ainda que só hoje conseguiu falar com Bruno Paixão, e garanye que o árbitro «concorda inteiramente com a denúncia contra o treinador do Sporting».
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Espanha: adepto ameaça árbitro com um revólver ao intervalo
0 comentários Publicada por Dinis Gorjão à(s) 07:56in Mais Futebol
O árbitro Chouciño Landeira não ganhou para o susto no último domingo. Ao intervalo do jogo Vizoño-Laracha, quando se dirigia para os balneários, um adepto acercou-se de Landeira e apontou-lhe um revólver.
«Quando estava a ir para os vestiários, um espectador, presumivelmente do Laracha, aproximou-se de mim com uma carregador de plástico repleto de balas e disse-me isto é para ti e não estou a mentir. Depois levantou a camisola e apontou-me um revólver. Vou apanhar-te quando estiveres no carro», relata o árbitro no relatório do jogo, referente aos escalões regionais da Galiza. A Chouciño Landeira terá valido a rápida intervenção de um director do Laracha. Segundo conta o próprio juiz, o indivíduo aproximou-se de imediato do agressor e segurou-lhe no braço, gritando com ele. «Nunca mais te quero comigo no futebol» são as declarações que Landeira atribui ao delegado do Laracha.
Devido aos incidentes, a segunda parte só começou uma hora mais tarde, já depois da Guardia Civil ter sido chamada ao Campo de Abegondo, perto da Corunha. Mas o reforço policial já não chegou a tempo de deter o delinquente, pois este já tinha fugido de automóvel e ainda continua desaparecido.
Resta informar que o jogo entre o Vizoño e o Laracha acabou com uma vitória de 1-4 para os visitantes. Ao intervalo, os da casa venciam por 1-0, devido a um golo de grande penalidade.
«Quando estava a ir para os vestiários, um espectador, presumivelmente do Laracha, aproximou-se de mim com uma carregador de plástico repleto de balas e disse-me isto é para ti e não estou a mentir. Depois levantou a camisola e apontou-me um revólver. Vou apanhar-te quando estiveres no carro», relata o árbitro no relatório do jogo, referente aos escalões regionais da Galiza. A Chouciño Landeira terá valido a rápida intervenção de um director do Laracha. Segundo conta o próprio juiz, o indivíduo aproximou-se de imediato do agressor e segurou-lhe no braço, gritando com ele. «Nunca mais te quero comigo no futebol» são as declarações que Landeira atribui ao delegado do Laracha.
Devido aos incidentes, a segunda parte só começou uma hora mais tarde, já depois da Guardia Civil ter sido chamada ao Campo de Abegondo, perto da Corunha. Mas o reforço policial já não chegou a tempo de deter o delinquente, pois este já tinha fugido de automóvel e ainda continua desaparecido.
Resta informar que o jogo entre o Vizoño e o Laracha acabou com uma vitória de 1-4 para os visitantes. Ao intervalo, os da casa venciam por 1-0, devido a um golo de grande penalidade.
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A Comissão de Arbitragem da Liga revelou esta terça-feira a lista de nomeações para a 8.ª jornada dos dois campeonatos profissionais, na qual se destaca a ausência de Bruno Paixão, que fica a destacar depois do trabalho polémico realizado no recente Sporting-FC Porto a contar para a Taça de Portugal.
Assim, o lisboeta Pedro Proença foi o árbitro escolhido para dirigir o encontro da 8.ª jornada da Liga Sagres entre o Sporting e o Leixões, 4.º e 1.º classificado, respectivamente. Já o Benfica, que ocupa o 2.º lugar, recebe o Estrela da Amadora numa partida dirigida por João Capela, também de Lisboa, enquanto o FC Porto, campeão em título mas em 8.º lugar neste momento, é o anfitrião do Vitória de Guimarães, num jogo com arbitragem do leiriense Olegário Benquerença.
Lista de nomeações:
LIGA SAGRES:
- Sexta-feira (14 Nov):
Trofense - Marítimo, Lucílio Baptista (Setúbal)
- Sábado (15 Nov):
FC Porto - Vit. Guimarães, Olegário Benquerença (Leiria)
Sporting - Leixões, Pedro Proença (Lisboa)
- Domingo (16 Nov):
Nacional - Rio Ave, Vasco Santos (Porto)
Paços de Fereira - Naval, Luís Reforço (Setúbal)
Benfica - Estrela da Amadora, João Capela (Lisboa)
Sp. Braga - Vit. Setúbal, Paulo Costa (Porto)
- Segunda-feira (17 Nov):
Belenenses - Académica, Pedro Henriques (Lisboa)
LIGA VITALIS:
- Sábado (15 Nov):
Gil Vicente - Portimonense, Paulo Baptista (Portalegre)
- Domingo (16 Nov):
Covilhã - Santa Clara, Artur Soares Dias (Porto)
Boavista - Beira-Mar, Duarte Gomes (Lisboa)
Desportivo das Aves - Feirense, André Gralha (Santarém)
Olhanense - Oliveirense, Elmano Santos (Madeira)
Vizela - U. Leiria, Augusto Costa (Aveiro)
Estoril-Praia - Gondomar, Nuno Miguel Roque (Setúbal)
Varzim - Freamunde, Rui Costa (Porto)
Assim, o lisboeta Pedro Proença foi o árbitro escolhido para dirigir o encontro da 8.ª jornada da Liga Sagres entre o Sporting e o Leixões, 4.º e 1.º classificado, respectivamente. Já o Benfica, que ocupa o 2.º lugar, recebe o Estrela da Amadora numa partida dirigida por João Capela, também de Lisboa, enquanto o FC Porto, campeão em título mas em 8.º lugar neste momento, é o anfitrião do Vitória de Guimarães, num jogo com arbitragem do leiriense Olegário Benquerença.
Lista de nomeações:
LIGA SAGRES:
- Sexta-feira (14 Nov):
Trofense - Marítimo, Lucílio Baptista (Setúbal)
- Sábado (15 Nov):
FC Porto - Vit. Guimarães, Olegário Benquerença (Leiria)
Sporting - Leixões, Pedro Proença (Lisboa)
- Domingo (16 Nov):
Nacional - Rio Ave, Vasco Santos (Porto)
Paços de Fereira - Naval, Luís Reforço (Setúbal)
Benfica - Estrela da Amadora, João Capela (Lisboa)
Sp. Braga - Vit. Setúbal, Paulo Costa (Porto)
- Segunda-feira (17 Nov):
Belenenses - Académica, Pedro Henriques (Lisboa)
LIGA VITALIS:
- Sábado (15 Nov):
Gil Vicente - Portimonense, Paulo Baptista (Portalegre)
- Domingo (16 Nov):
Covilhã - Santa Clara, Artur Soares Dias (Porto)
Boavista - Beira-Mar, Duarte Gomes (Lisboa)
Desportivo das Aves - Feirense, André Gralha (Santarém)
Olhanense - Oliveirense, Elmano Santos (Madeira)
Vizela - U. Leiria, Augusto Costa (Aveiro)
Estoril-Praia - Gondomar, Nuno Miguel Roque (Setúbal)
Varzim - Freamunde, Rui Costa (Porto)
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ÁRBITRO URUGUAIO ESTARÁ EM BRASÍLIA NO DIA 19O árbitro uruguaio Jorge Larrionda vai dirigir o jogo particular Brasil-Portugal, em Brasília, a 19 de Novembro, anunciou hoje a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Jorge Larrionda, nomeado pelo presidente da Comissão de Árbitros da Conmebol, Carlos Alarcón Ríos, será auxiliado pelos compatriotas Walter Rial e Pablo Fandiño. O encontro entre as selecções do Brasil e de Portugal vai realizar-se em Gama, na periferia de Brasília, no novo Estádio Walmir Campelo Bezerra, conhecido como "Bezerrão". O novo estádio, que corresponde às exigências da FIFA, tem capacidade para 20.000 espectadores.
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APAF contesta "declarações incendiárias" de Paulo Bento
1 comentários Publicada por Dinis Gorjão à(s) 15:00As palavras do técnico leonino foram consideradas por António Sérgio, presidente da APAF, como "inaceitáveis e incendiárias".
Paulo Bento teceu duras críticas à prestação à equipa de árbitros de Bruno Paixão, considerando que a arbitragem portuguesa é “um tema que já mete nojo”.
O treinador do Sporting acredita ser necessário criar, a partir de agora, um “mau ambiente” aos juízes das partidas disputadas em Alvalade. Para António Sérgio, "não foi uma noite feliz de alguns jogadores e do treinador do Sporting".
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Durante a conferência de imprensa em Alvalade [depois do jogo Sporting - Porto para a 4ª Eliminatória da Taça de Portugal], Paulo Bento foi bastante duro com a arbitragem. Para além de atacar o desempenho de Bruno Paixão, o técnico leonino fez questão de generalizar as críticas.
"A arbitragem portuguesa, os problemas da arbitragem, tudo isso mete nojo. Penso que o Sporting tem sido demasiado simpático", atirou Paulo Bento.
Ao ataque, o treinador do Sporting apelidou os juízes nacionais de "incompetentes" e garantiu que se se avançar rumo à profissionalização passarão a ser... "profissionais incompetentes".
Visivelmente agastado, Bento garantiu que, ao contrário do que tem feito até aqui (com uma única excepção), vai passar "a comentar as nomeações dos árbitros".
"A arbitragem portuguesa, os problemas da arbitragem, tudo isso mete nojo. Penso que o Sporting tem sido demasiado simpático", atirou Paulo Bento.
Ao ataque, o treinador do Sporting apelidou os juízes nacionais de "incompetentes" e garantiu que se se avançar rumo à profissionalização passarão a ser... "profissionais incompetentes".
Visivelmente agastado, Bento garantiu que, ao contrário do que tem feito até aqui (com uma única excepção), vai passar "a comentar as nomeações dos árbitros".
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