ÁRBITRO ADVOGA QUE É PRECISO DEFENDER O FUTEBOL
O setubalense Bruno Paixão foi um dos árbitros internacionais que receberam esta terça-feira as insígnias da FIFA e, à margem da cerimónia realizada na sede da Federação Portuguesa de Futebol
(FPF), em Lisboa, recusou comentar as incidências do Benfica-Belenenses (1-0), a contar para a Taça da Liga, advogando que o futebol tem que ser defendido. "Se não defendermos o nosso espetáculo, vamos destruí-lo. Os árbitros trabalham todos os dias, treinam a nível mental, físico e técnico, para terem menos erros, mas o erro faz parte do nosso espetáculo", afirmou o árbitro setubalense. Já Lucílio Baptista, outro árbitro setubalense e o mais antigo internacional em actividade, adiantou que não está contra a ideia defendida pelos dirigentes do Sporting de Braga, no sentido de serem estrangeiros a arbitrar os principais jogos em Portugal. "Por princípio, não me choca. Até porque já arbitrei muitos jogos no estrangeiro, portanto, seria um contrassenso estar na linha da frente dessa luta. É uma ideia que não me repugna, mas desengane-se quem pensa que não haveria erros na mesma", adiantou o juiz setubalense.
O setubalense Bruno Paixão foi um dos árbitros internacionais que receberam esta terça-feira as insígnias da FIFA e, à margem da cerimónia realizada na sede da Federação Portuguesa de Futebol

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