Daniel Lança num dos jogos que dirigiu
Numa das sessões do NAFAN Beja a responder a um teste escrito


A cumprir as provas físicas específicas da modalidade de futsal

Daniel Filipe da Cruz Lança, 24 anos, àrbitro de Futebol 11 desde os 17 e na 4ª época a dirigir jogos na modalidade de Futsal é o àrbitro indicado pelo CA da AFBeja a prestar provas de promoção à 3ª Categoria de Futsal no próximo dia 1 de Junho em Fátima. Já com uma assinalável experiência na modalidade não só pelos muitos jogos que dirigiu nas últimas épocas no campeonato distrital mas também pelos inúmeros torneios de futsal de verão e maratonas que são muito populares no baixo alentejo, Daniel tem uma oportunidade de ouro para dar um passo em frente na sua carreira.
Que tudo corra perfeito no dia 1 de Junho, dia da criança em que todos nos sentimos como tal, e em que para o Daniel o seu sonho de menino se possa concretizar. O Apito Bejense apoia incondicionalmente não só o Daniel Lança como o Mário Burrica.

Em 2003 cumpriu as provas de promoção à 3ª Categoria de Futsal como suplente, com
Ricardo Cabecinha que foi o efectivo da A. F. Beja
Nos testes físicos em 2003
Em Fevereiro deste ano nas provas intermédias que decorreram em Odemira na prova escrita de Observador.
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Mário Jorge Burrica será o Observador indicado pelo CA da AFBeja para prestar provas de promoção ao quadro de Observadores de Futsal da F.P.F..
Depois de ter sido àrbitro durante 8 épocas, e sendo observador há 2 épocas, Burrica tem agora a oportunidade de ser promovido aos Quadros Nacionais depois de em 2003 também o ter tentado, na altura na qualidade de àrbitro suplente da AFB, mas mesmo tendo ficado apto, os 90 pontos no teste escrito revelaram-se insuficientes. 5 anos depois, agora com 28 anos, Mário tem a oportunidade de se redimir e fazer justiça... a si próprio!
O Apito Bejense deseja que no próximo domingo, dia 25 de Maio, em Fátima tudo corra pelo melhor e que mais uma vaga para o CA da AFB seja conquistada.

Domingo na final da Taça de Portugal no Jamor entre o Porto e o Sporting Luís Manuel Isaías Salgado fará o último jogo na sua já longa carreira de àrbitro assistente, que teve o início em 1981. Perto de completar 46 anos (a 24 de Setembro), o limite de idade impõe que assim seja.
Já não é a 1ª vez que este escriturário da A. F. Setúbal tem a honra de estar presente neste jogo especial. Já em 1998/99 com Lucílio Baptista (Árbitro), João Esteves (o outro Assistente) e Martins dos Santos (4º Árbitro) tinha estado no jamor na final que colocou frente a frente o Beira Mar e o Campomaiorense. Também em 2003/04 e também tendo como chefe de equipa Lucílio, Venancio Tomé na outra linha e João Ferreira como 4º elemento Salgado bisou.
E como não há 2 sem três, domingo a despedida desta bonita carreira na arbitragem tem o seu término da melhor forma possível.
O Apito Bejense felicita Luís Salgado pela brilhante carreira conseguida e deseja que ele, o Olegário Benquerença, Válter Oliveira e Hugo Miguel estejam ao melhor nível no próximo domingo.
P.S.: A foto foi retirado do Blog do Albérto Hélder que nos disponibiliza oportunamente um post com toda a informação de todas as equipas de arbitragem de todas as finais da Taça de Portugal. Muito interessante! Visitem.

Madaíl confia nos árbitros

Gilberto Madaíl, presidente da FPF, afirmou ontem, no decorrer do 29.º aniversário da APAF, que os árbitros portugueses “merecem toda a confiança.” Sobre o processo “Apito Final” e a possibilidade do FC Porto não ir à Liga dos Campeões, Madaíl adianta: “Uma andorinha não faz a Primavera. O FC Porto é o campeão nacional e tem o legítimo direito de ir à Champions.”
Por seu lado, o líder da APAF, António Sérgio, que não deve recandidatar-se ao cargo, anunciou: “Os árbitros estão dispostos a ser avaliados pela televisão e desejam que o artigo 155 (RD da Liga) seja abolido.”
in Record

Estes são os 3 àrbitos nomeados na categoria de melhor àrbitro

6ª Feira - 30 de Maio
Clique na imagem para ampliá-la e consulte o comunicado que a Rádio Castrense amavelmente nos enviou. No próximo dia 30 de Maio o desporto irá estar mais uma vez em festa em Castro Verde, pelo décimo sexto ano consecutivo.

João Jacinto no Milfontes - Piense; David Tomé no Cabeça Gorda - São Marcos; António Guerreiro no Entradense - V. Gama; André Baltasar no D. Beja - Serpa; António Bernardino no Moura - Ferreirense; César Leitão no Castrense - Almodôvar e David Tripa no Aldenovense - Odemirense.

A opinião de ... José Pereira *

O torneio da Vidigueira já existe há muitos anos e era arbitrado por pessoas da casa. Ainda hoje lá estão algumas e sempre decorreu, pelo menos nos anos que lá joguei, da melhor forma. Houve sempre escaramuças como hoje em dia mas as pessoas eram diferentes a educação era outra as pessoas falavam e entendiam-se e acima de tudo respeitavam-se. Hoje estes estados sociais têm tendência a desaparecer a educação é outra não se pode dar uma «nalgada» na criança que há logo burburinho, pais a acusarem professores, a agredi-los por vezes causando nas crianças um sentimento de impunidade total que é transportado pelas mesmas durante o resto da sua vida. O respeito também é importante porque todos nós sabemos o que significa "não faças aos outros aquilo que não queres que te façam a ti" sentimento esquecido nos dias de hoje onde se faz tudo sem se pensar prejudicando quem quer que seja, a maior parte das vezes inconscientemente, como tem acontecido pelos campos de futebol distritais.
Não acredito em actos de agressão premeditados no futebol durante um jogo podem haver depois do mesmo acabar,mas acredito em agressões que se dão por falta dos dois valores atrás referidos educação - respeito aliadas ás "Ganas de ganhar", ou seja ganhar a todo o custo sem pensar em mais nada e em ninguém.
Não é só a arbitragem que é agredida mas chega-se ao cumulo de lesionar-se por vezes gravemente um dos melhores amigos que joga na equipa adversária e quantas vezes não vemos situações destas durante os jogos e o arrependimento estampado no rosto de quem praticou o acto.
Todos vivemos de emoções mas temos da as controlar e nas nossas equipas os capitães que têm como função principal e muito esquecida, de controlar não só as técnicas e tácticas mas também a equipa no geral e controlar aqueles que são mais nervosos. Como estes estão os treinadores que devem ter uma postura correcta e cordial para com todos os intervenientes e tentar passar informações úteis aos seus jogadores, por exemplo no futsal prestam sempre atenção ao numero de faltas feitas, será só isto que têm que fazer? não sabem chamar um jogador ao banco e dizer para ter mais calma.
Os árbitros também têm que ser ponderados e estar atentos a certos sinais durante o jogo. Se acham que um jogador está mais exaltado deve avisar o mesmo durante uma interrupção de jogo ou se ele passa ao pé de nós ou avisar o treinador quantas vezes os treinadores não tiram jogadores mais exaltados do jogo.Por vezes não é preciso mostrar cartões para dominar um jogo.Todos temos responsabilidades durante um torneio ou um jogo, a organização, os treinadores, capitães de equipa e árbitros mas se todos forem educados e cordeais simplesmente com o intuito de tornar um jogo num bom espectáculo com certeza que tudo correrá da melhor maneira e no final até poderão aplaudir a arbitragem durante a entrega dos prémios.Bons torneios e espero que todos tenham presentes estes estados sociais quando participam no espectáculo do futebol.
(* Retirado da Caixa de Comentários
pela sua óbvia importância pedagógica)

Para muitos é considerado o melhor treinador do mundo. O que ninguém sabia é que Mourinho também tem dotes para a arbitragem. Pelo menos é isso que vamos poder ver no próximo domingo, às 11 horas, no Estádio do Bonfim.
José Mourinho vai arbitrar o jogo V. Setúbal-Benfica entre veteranos de ambos os clubes, para angariar fundos para a reabilitação do Fórum Luísa Todi. Os bilhetes custam entre 2.50, para jovens dos 6 aos 18 anos, e 5 euros para os adultos.
Fernando Carvalho irá orientar o V. Setúbal, que será constituído por Silvino, Hernâni, Narciso, Edmundo, Hélio, Luís Sobrinho, Quim e Aparício, entre outros. Dimas, Schwarz, Valdo, Pietra, José Augusto, Pereirinha, Jorge Silva e Carlos Manuel serão algumas das glórias benfiquistas presentes.
in Mais Futebol

Jaime António Margarida Medeiros, 42 anos e Guarda da PSP, é o observador indicado pelo CA da AFB para prestar provas de promoção à 2ª Categoria de Futebol de 11.
Observador pela 7ª época consecutiva na A. F. Beja depois de ter pertencido ao quadro de 3ª Categoria Nacional como àrbitro em 99/00 e 00/01, Jaime presta as provas como observador pela 4ª vez depois do insucesso registado em 03/04, 04/05 e 05/06.
Já está mais que na hora de Jaime ocupar o lugar que lhe pertence e todos esperamos boas notícias do próximo domingo, dia 25 de Maio.

António Coimbra, 31 anos, é o àrbitro assistente indicado pelo CA da AFB para prestar provas de promoção à 2ª Categoria Nacional no próximo dia 24 de Maio (Sábado) em Fátima.
Depois de ter feito parte desse mesmo quadro em 2001/02 e de ter feito parte do quadro de àrbitros de 3ª Categoria Nacional como àrbitro em 2005/06 e 2006/07, Coimbra tem agora a oportunidade conseguir a sua terceira promoção.

Coimbra numa das aulas prácticas de campo em Setembro de 2007 em Castro Verde
Aqui nestas 3 imagens está simbolizado o trajecto de Coimbra. Na 1ª ainda àrbitro de 3ª Categoria a temporada transacta. A imagem do centro e da direita correspondem à presente época em que para além de fazer parte dos quadros distritais também foi assistente de Luís Lameira na 3ª Divisão. No entanto a imagem da direita poderá ser já uma profetização da próxima época, ou seja, árb.assistente com as insígnias da FPF. Todos esperamos que tal se concretize!

Nomeações AFBeja

Clique para ampliar.

(CORRIGIDA)
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Já são conhecidas as classificações dos àrbitros de futebol em Évora.
Na 1ª Categoria - Grupo A Joaquim Rabasqueira bateu a concorrência e ficou em 1º lugar sendo o efectivo a prestar provas de acesso à 3ª Categoria. Em 2º lugar demarcou-se Carlos Rodrigues mas que já não terá a oportunidade de prestar as mesmas provas na condição de suplente devido a ter ultrapassado a idade limite, sendo assim o suplente indicado é Mário Belmonte.
O Observador do ano foi João Romão e o àrbitro assistente melhor classificado foi o Valter Rufo.
Na 2ª Categoria o 1º classificado foi Nuno Croino o único a ser promovido ao principal escalão.
A todos eles o Apito Bejense expressa as naturais felicitações.
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Consulte esta e outras informações em Apito de Lata.

A opinião de ... José Teodósio

Subir, Manter, Descer
Quem abraça a arbitragem de alma e coração está sujeito a passar por estas três situações. No inicio da época vêm com todo o entusiasmo, traçam os seus objectivos, pensam logo no primeiro lugar «Este ano vou subir», depois ao longo da época esse entusiasmo vai-se diluindo e claro, dá-se uma escorregadela porque um jogo correu menos bem ou preencheu um relatório técnico com algumas asneiras, e lá vem a penalização respectiva.
Vão-se suman
do as penalizações e no fim da época não conseguiu atingir os objectivos a que se propôs. Não pensa que foi por culpa própria que não atingiu esses mesmos objectivos ou não aceita que os «outros» foram superiores e mais regulares. E toca de dizer que foi por culpa deste, daquele e do outro, que isto não pode ser e que vai impugnar as classificações e que isto não fica assim.....
Aqueles que se mantêm, ficam mais satisfeitos e pensam que podiam fazer melhor e recarregam
baterias "para a proxima época vou subir de escalão", ou divisão ou lá o que lhe queiram chamar.
Os que descem, então alegam que foram roubados, espoliados, que não gostam deles, é sempre a mesma coisa
, estes dirigentes não tem competencia nenhuma, já deviam ter ido embora e dar a vez a outros.
Aqueles que sobem, claro enchem o peito de ar, julgam-se os maiores, recebem os parabéns de toda a gente e teremos de lhe prestar vassalagem ( mas cuidado.....no final da época há novas classificações, tem que trabalhar porque a sombra da bananeira é bem apetecivel).
È neste mundo que vivemos nós árbitros, observadores, num Mundo de trabalho, stresse e ansiedade. E claro temos de aceitar de bom modo quando não conseguimos superar aqueles que por merito próprio ficaram no patamar acima de nós. Quem não se enquadra neste mundo e não está preparado para estas três situações:
«SUBIR, MANTER E DESCER» - UM CONSELHO PEGUE NA TROUXA E DEDIQUE-SE À PESCA (com o maior respeito pelos pescadores) QUE É UM DESPORTO CALMO, E SÓ DEPENDE DELE.

José António Teodósio

Torneio Futsal na Vidigueira

Com o aproximar do Verão iniciam-se em várias localidades os populares torneios de futsal. O Apito Bejense estará atento a estas iniciativas e pronto a divulgá-las.
O Torneio de Futsal da Vidigueira terá este ano mais uma vez árbitros do C.A. da A.F.Beja a dirigir as partidas e logo que possível aqui os vamos enumerar.

Exames de Promoção

Comunicado Oficial do CA da FPF nº 289


Exames de Promoção dos Quadros Distritais aos Quadros da FPF. Confira as datas.


24 de Maio (Sábado) - À 2ª Categoria para Àrbitros Assistentes -> António Coimbra
- Ao Quadro Nacional Feminino -> (?)


25 de Maio (Domingo) - Observadores de Futebol Onze -> Jaime Medeiros
- Observadores de Futsal -> (?)


31 de Maio (Sábado) - À 3ª Categoria (Árbitros de Futebol Onze) - David Tomé - efectivo e César Leitão - suplente.


1 de Junho (Domingo) - À 3ª Categoria (Árbitros de Futsal) - (?)

David Tomé na primeira pessoa

Com o culminar de mais uma época, foi com enorme satisfação que recebi a noticia que era o árbitro do ano do Conselho de Arbitragem da A. F. Beja. Foi uma época muito desgastante para mim, em que tive que conseguir conciliar a escola e a minha grande paixão que é a arbitragem. Paixão essa, que começou ainda nos meus tempo de secundária, em que comecei a apitar jogos do desporto escolar.
Uma época de altos e baixos como em tudo na vida, mas tentando sempre vencer as dificuldades com que me deparei. Era certo que no início desta época não pensava chegar onde cheguei, não só porque ainda sou muito novo na arbitragem, mas também devido à qualidade e experiência dos meus colegas. Durante estas 4 épocas que tenho de arbitragem tenho muito a agradecer a todos aqueles que me ajudaram, no sentido de me tornar um árbitro mais experiente e mais maduro neste mundo que é a arbitragem, porque sem eles não teria os conhecimentos que hoje tenho. Gostaria de agradecer à minha família por o apoio incondicional que me deu desde o início; aos meus colegas de escola; aos meus colegas árbitros que me ajudaram ao longo destas 4 épocas e me transmitiram os seus conhecimentos; aos dois árbitros que me acompanharam esta época, o Aurélio e o Dário; ao Dinis que esteve sempre disponível para me facultar material de estudo e a todos aqueles que ultimamente me têm felicitado.
Por fim, e os últimos são os primeiros, num tom de despedida, mas espero que seja um simples até já, gostaria de agradecer ao Presidente do Conselho de Arbitragem o Sr. José Soeiro, por o excelente trabalho que fez durante estes anos que desempenhou as suas funções. Foi um trabalho reconhecido por todos, com grande empenho e dedicação e a arbitragem distrital ficou muito a ganhar com isso. E gostaria também de agradecer ao Sr. Albano Fialho tudo o que fez por os árbitros do Conselho de Arbitragem da A. F. Beja. Pois foi incansável durante estes anos a trabalhar em prol da arbitragem distrital, sempre pronto para nos transmitir os seus conhecimentos, com o objectivo de tentar com que nós árbitros fossemos melhores.

Por tudo isto um Obrigado a todos.
Um Abraço
David Tomé

Benquerença no Jamor

Olegário Benquerença foi o árbitro nomeado pelo Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol para dirigir a final da Taça de Portugal, entre Sporting e FC Porto, marcada para domingo, às 17 horas, no Estádio Nacional.
O juiz da Associação de Futebol de Leiria chefiará uma equipa composta pelos assistentes Valter Oliveira (AF Leiria) e Luís Salgado (AF Setúbal) - que terminará a sua carreira, bem como pelo quarto árbitro Hugo Miguel (AF Lisboa).
Benquerença vai dirigir a sua segunda final da prova «rainha», depois de ter arbitrado o triunfo do Sporting sobre o Leixões, por 1-0, na edição de 2001/02.
O encontro decisivo da "prova rainha" do futebol nacional está marcado para as 17h00, com transmissão directa na SIC.
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Olegário com «enorme alegria» na final da Taça
Pela segunda vez na carreira, Olegário Benquerença mereceu a confiança do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol para dirigir a final da Taça de Portugal. O árbitro de Leiria diz que se trata de «uma marca especial».
«A final da Taça tem, claramente, uma marca muito especial, seja na carreira dos jogadores, seja na dos árbitros e restantes agentes desportivos envolvidos. O entusiasmo, paixão e clima de festa que se vive no Jamor, e que começa, muitas vezes, nas vésperas do dia do jogo, não deixa ninguém indiferente. E os árbitros não são excepção», referiu Olegário Benquerença, em declarações ao site oficial da FPF.
Garantindo «máxima tranquilidade», o juiz de Leiria, que também foi escolhido para marcar presença no Euro-2008, ainda que para desempenhar funções de quarto árbitro, não deixou ainda de salientar que, apesar de ser a sua segunda presença numa final da Taça (na época 2001/2002 dirigiu o Sporting – Leixões), recebeu esta nomeação com «enorme alegria».
«Sabia que era um dos árbitros que poderia merecer a confiança do Conselho de Arbitragem da FPF para dirigir a final e, como tal, estava mentalmente preparado para receber a nomeação. É, obviamente, uma enorme alegria poder participar naquela que é a maior festa do futebol português e o jogo mais emblemático do calendário nacional», atirou

César Leitão

4º Classificado na 1ª Categoria - Grupo A

e Suplente no acesso à 3ª Categoria Nacional

Martins dos Santos, antigo árbitro que começa a ser julgado no tribunal de Gondomar no final de Setembro, a propósito do jogo Marítimo-Nacional da Madeira, da época de 2003/2004, disse em sede de inquérito criminal que a Comissão Disciplinar da Liga valorizou que os contactos de dirigentes "da Liga e da FPF" aconteceram durante "largos anos". O antigo árbitro do círculo portuense disse ainda que conhecia o propósito desses telefonemas antes dos jogos que ia apitar mas que tal nunca o influenciou."Estava mentalmente preparado para não me deixar influenciar por qualquer forma de pressão que fosse feita", argumentou Martins dos Santos, árbitro de 1.ª categoria durante 12 épocas e candidato a suceder ao antigo árbitro Miranda de Sousa, recentemente falecido, num cargo da UEFA ligado à arbitragem.No caso concreto do jogo Marítimo-Nacional, Martins dos Santos referiu que uma das "contrapartidas" prometidas por António Henriques - então dirigente do Conselho de Arbitragem da FPF e antigo presidente do Marítimo - não se concretizou, tendo o seu filho, Daniel Santos, também árbitro, sido despromovido de categoria.O Marítimo não sofreu consequências na justiça desportiva pois não se provou qualquer ligação efectica de António Henriques ao clube, embora este tivesse almoço na véspera do jogo com Carlos Pereira, presidente do clube do Funchal que acabou por bater o Nacional da Madeira por 2-0, com o relatório de peritagem a apurar 4 erros importantes que prejudicaram o Nacional.Martins dos Santos confessou também que recebeu um telefonema de Valentim Loureiro antes do jogo. "Desejou-me boa sorte e referiu que o jogo era importante porque estava em causa a discussão de um lugar na Taça UEFA não só por Marítimo e Nacional mas também pelo Boavista caso o Marítimo perdesse o jogo", revelou Martins dos Santos. Disse também que esse telefonema não consubstanciou qualquer pedido e que não se sentiu pressionado pelo mesmo, vendo-o apenas como mais um contacto de um dirigente antes dos jogos que apitava.Quem não teve dúvidas sobre o envolvimento de Carlos Pereira neste processo que podia ter valido ao Marítimo uma acusação de corrupção (tentada ou não) foi Rui Alves. O presidente do Nacional disse à Polícia Judicária que o vice-presidente do Governo Regional da Madeira foi testemunha do almoço entre Henriques e Pereira e que telefonou ao membro do CA para saber se também ia almoçar com Rui Alves, tendo este dito que não e o que Nacional ia ser "bem roubadinho".
in record.pt

O árbitro Augusto Duarte recorreu hoje da suspensão imposta pela Comissão Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), no denominado processo Apito Final, alegando que "a justiça desportiva não pode actuar sem provas e antes das decisões dos tribunais".
Em declarações à Agência Lusa, o advogado do árbitro de Braga, Marcelino Pires, adiantou que vai defender que o castigo aplicado por aquele órgão da LPFP "é ilegal", no recurso para o Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), por o mesmo ter sido construído sem qualquer prova, não tendo sequer sido ouvidas as partes, a testemunha em que se baseia a decisão, Carolina Salgado, e o próprio Augusto Duarte. "Como é que se pode suspender uma pessoa por seis anos, sem que o caso tenha sido julgado em tribunal, e com base no depoimento de uma pessoa, contra o depoimento de outras?", interroga-se, considerando a decisão "inédita" em termos de princípios jurídicos. O causídico diz ser "inacreditável" que a CD da Liga "tenha procedido à suspensão de um árbitro sem provas" e tenha tomado a decisão sem ouvir a testemunha: "se Carolina Salgado não apareceu, deviam ter insistido ou ido buscá-la a casa", salientou. Marcelino Pires estranha, além disso, que a testemunha tenha escrito um livro cheio de estórias, e se tenha esquecido de referir a alegada ida de Augusto Duarte a casa de Pinto da Costa: "o meu constituinte nega a versão de Carolina e mantém que está inocente", sublinhou. O prazo para depositar na Liga os recursos para o Conselho de Justiça da FPF termina hoje e os restantes árbitros e árbitros auxiliares igualmente sancionados pelo órgão disciplinar da LPFP devem igualmente contestar a decisão, apelando junto do órgão disciplinar da FPF. Além de Augusto Duarte (seis anos de suspensão), a CD da LPFP puniu ainda os árbitros Jacinto Paixão (quatro anos), o já retirado Martins dos Santos (três anos) e os auxiliares José Chilrito, Bernardino Silva e Manuel Quadrado (dois anos e meio).
in record.pt

O início do jogo do Leixões com o Marítimo, muito antes da formação de Matosinhos saber que ia perder o jogo e mesmo assim manter-se na Liga, ficou marcado por uma espécie de ritual de crença de um adepto leixonense. Chama-se Adriano e é dos adeptos mais conhecidos do Leixões. Tem mais de meio século de vida e percorreu todo o relvado de joelhos. Numa espécie de promessa pela permanência do Leixões.
Entrou em campo enquanto os jogadores aqueciam colocou-se em cima da linha lateral junto ao topo sul e deu a volta ao relvado de joelhos sempre em cima da linha que delimita o campo, percorrendo as quatro faces do relvado. Acompanhado por um polícia, ali colocado ao lado para evitar que o adepto fizesse outras coisas. Um ritual que já tinha cumprido na última época, para o Leixões subir, na altura com sucesso.
O ritual do adepto acabou também por provocar uma gargalhada. Enquanto Adriano percorria de joelhos o relvado, a equipa de arbitragem fazia corrida de aquecimento. À passagem pela bancada central, Adriano recebeu um enorme aplauso dos sócios do Leixões. Pedro Proença pensou que os aplausos eram para ele e levantou a mão a agradecer. Só depois percebeu que o destinatário daquela manifestação não era ele.
in maisfutebol

No dia em que comemora o seu 29º aniversário, a APAF estará representada pelo seu Presidente Dr. António Sérgio Magalhães no programa da RTP Prós e Contras. Não perca hoje, pelas 22h35m, na RTP.
A APAF estará presente neste debate que terá como tema ´Apito Final´. Aquele que é considerado como o espaço de debate de ideias em televisão, o programa ´Prós e Contras´ da RTP, apresentado por Fátima Campos Ferreira, irá hoje concentrar atenções no futebol, nas decisões da Comissão Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol e especialmente, no processo ´Apito Final´.

Vão estar presentes no programa:
Laurentino Dias, Secretário de Estado do Desporto;
Valentim Loureiro, ex-presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional;
Dias da Cunha, ex-presidente do Sporting Clube de Portugal;
Cunha Leal, ex-director executivo da Liga Portuguesa de Futebol Profissional e um conjunto de especialistas debatem o passado, o presente e o futuro do Futebol Português

JORGE CECÍLIA - Observador do ano
JAIME MEDEIROS - Efectivo no acesso à 2ª Categoria Nacional

BRUNO VIEIRA - Árbitro do ano da 2ª Categoria

ANTÓNIO COIMBRA - Árbitro Assistente do Ano e efectivo no acesso à 2ª Categoria Nacional

Clique na imagem para ampliar
DAVID TOMÉ - árbitro do ano e efectivo no acesso à 3ª Categoria Nacional
CÉSAR LEITÃO - 4º Classificado e suplente no acesso à 3ª Categoria Nacional

Peter Fröjdfeldt dirige final

JOGO QUARTA-FEIRA
ENTRE ZENIT E RANGERS


A UEFA escolheu o sueco Peter Fröjdfeldt para arbitrar quarta-feira a final da Taça UEFA entre Zenit e Rangers.
O juiz sueco, de 44 anos, terá como assistentes Stefan Wittberg e Henrik Andrén. Martin Ingvarsson será o quarto árbitro.

Fique a conhecer o David.

Fotos do Fim de Semana...

Ricardo Diogo (Cronometrista), Dinis Gorjão (Árbitro) e Bruno Vieira (2º Árbitro) nos últimos 5 minutos da Final da Taça do Distrito de Futsal na passada 6ª Feira à noite.

Jogador agride árbitro a soco

O jogo entre o Amora e o Cova da Piedade, do Campeonato Nacional da 3ª Divisão - Série F (Manutenção), acabou prematuramente com a agressão a soco de Nelsinho, jogador da equipa da casa, ao árbitro Fábio Veríssimo - na foto (da Associação de Futebol de Leiria), quando este lhe exibiu o cartão vermelho, aos 70'.
O juiz da partida natural de Peniche, depois de assistido, considerou não ter condições para voltar ao jogo, dando-o por terminado quando o marcador registava uma igualdade (1-1).
A Direcção do Amora, em comunicado, já lamentou o sucedido.

Árbitros suspensos recorrem ao CJ

A APAF anunciou que os seis árbitros suspensos pela Comissão Disciplinar da Liga, no âmbito do processo Apito Final, admitem recorrer para o Conselho de Justiça da FPF.
Uma vez que o prazo para este efeito termina hoje, o presidente da associação, António Sérgio, disse à Lusa ter dado a indicação de que "todos devem recorrer da sentença" e que os árbitros em questão "terão o patrocínio jurídico da APAF".
Augusto Duarte, Jacinto Paixão, Martins dos Santos, Bernardino Silva, José Chilrito e Manuel Quadrado foram alvos de sanções aplicadas, segundo o comunicado da APAF, "de um modo não equitativo, desigual e injusto".
"Embora aos árbitros seja exigida maior responsabilidade sócio-desportiva, as sanções que foram aplicadas são muito mais gravosas do que as aplicadas aos demais agentes desportivos", lê-se no comunicado.

O Sp. Braga-Académica foi o último jogo dirigido por Paulo Paraty na Liga portuguesa, pelo que também o árbitro, desta vez, teve direito a comparecer na zona de entrevistas rápidas da Sport Tv:
«Tenho a sensação de dever cumprido. Posso ter tomado algumas decisões menos correctas, mas a maioria foram decisões adequadas. Tenho a sensação de alguém que fez o que devia e que devia fazer o que fez. Houve necessariamente alguns momentos que queríamos voltar atrás e corrigir. Às vezes nem somos os culpados. Mas não recordo nenhum momento em especial
[sobre o «Apito Final»] «Não gostaria de ver estes casos referidos só aos árbitros. Devem ser referidos ao futebol. Deixam-nos tristes, mas parece-me inadequado referirmo-nos apenas aos árbitros
[sobre a hipótese de despedir-se na final da Taça de Portugal] «Não estou muito crente que vá apitar a final da Taça. Já perdi algumas oportunidades e não me parece que vá acontecer desta vez


fonte: MaisFutebol

APAF sobre o "Apito Final"

1. Foi tomada pelas instâncias desportivas, ao fim de 4 anos e 1 mês do início do processo “Apito Dourado”, uma decisão disciplinar de condenação de alguns agentes desportivos, clubes, dirigentes e árbitros incluídos, relativa a alguns jogos de Futebol pela prática de actos de corrupção desportiva.
2. A APAF, enquanto única associação representativa dos Árbitros de Futebol, entende que é de saudar a tomada de decisões disciplinares, como meio de credibilizar as competições desportivas e todos os agentes desportivos nelas envolvidos, já que é imprescindível garantir, efectivamente, o cumprimento das normas, legais e regulamentares, referentes à ética desportiva.
3. Não pode, porém, a APAF deixar de afirmar que é totalmente inaceitável que os actos que atentam contra a ética desportiva, quer na previsão das normas regulamentares quer na concreta aplicação ora feita, tenham um tratamento «diferenciado», de modo não equitativo, desigual e injusto, no que respeita às sanções aplicáveis aos Árbitros em comparação com as aplicáveis aos demais agentes desportivos (para as mesmas situações).
4. De facto, embora aos Árbitros seja exigida maior responsabilidade sócio-desportiva (à qual, porém, raramente correspondem, nos Regulamentos, mais direitos), manifesto é que as sanções que, em concreto, foram aplicadas aos Árbitros, são, comparativamente, muito mais gravosas do que as penas aplicadas aos demais agentes desportivos – o que é inaceitável e, confia-se, seja tomado em devida conta pelas autoridades, quer desportivas quer judiciais.
5. A APAF, condenando vivamente todo e qualquer acto de corrupção desportiva, entende que, face à insignificante quantidade de Árbitros envolvidos, às específicas funções dos mesmos e ao “isolado” número de jogos em causa, não está, de forma alguma, posta em causa a credibilidade dos Árbitros e da Arbitragem portuguesa, a qual, cada vez mais, é solicitada, face ao seu prestígio, para dirigir jogos no estrangeiro, quer oficiais quer, até, de natureza particular.
6. A APAF apoia, como sempre o fez, todas as medidas no sentido de se reforçar a ética desportiva, maxime ao nível das medidas de prevenção e repressão da corrupção desportiva; mas, também por isso,
7. a APAF apela às autoridades governamentais e às autoridades do Futebol no sentido da urgente aprovação de um Código de Ética Desportiva aplicável a todos os agentes desportivos, implementando, rapidamente, o Código de Ética da FIFA, há muito divulgado no seu Site.
8. A APAF apela ainda para que o termo dos Campeonatos, e toda a demais vida desportiva do País, seja encarada, por todos, com determinação mas também com a necessária calma e serenidade e com respeito por tudo e todos.
9. É que o Futebol e o Desporto é apenas uma actividade do Homem e não toda a sua vida pois, e sem prejuízo do seu legítimo direito de recurso, os agentes desportivos agora sancionados são, antes de tudo, seres humanos e cidadãos.
10. Por último, a APAF entende que é necessário que seja criado um forte Movimento no sentido da Regeneração do Futebol, juntando, rapidamente, numa Jornada de Reflexão do Futebol Português, todos os seus principais agentes, maxime os Presidentes das várias entidades, Clubes, Jogadores, Treinadores e Árbitros, em ordem ao estabelecimento de um Acordo de Concertação do Futebol, do qual resultem medidas claras, sérias, duradouras, profundas e enraízadas, para o seu Futuro, em ordem a preservar a sua Riqueza Comum.

Lisboa, 11.05.2008
APAF – Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol

A Academia de Arbitragem de Futsal da Margem Sul vai levar a efeito no próximo dia 16 Maio, pelas 21h30, no Auditório da Junta de Freguesia de Amora, um coloquio sobre arbitragem, na visão dos vários intervenientes no Futsal.
in apaf.pt

Os árbitros internacionais Carlos Xistra (árbitro) e Sérgio Serrão (árbitro assistente) foram nomeados para apitar os jogos do Grupo 4 da Ronda de Elite, decisiva fase de apuramento para o Campeonato da Europa Sub-19 República Checa2008.
Neste grupo de apuramento incluem-se as selecções da Eslováquia, Alemanha, Croácia e Albânia. Os jogos disputar-se-ão de 21 a 24 de Maio, na Eslováquia.
in fpf.pt

A árbitra internacional Márcia Pejapes foi nomeada para integrar a equipa de arbitragem do jogo entre Portugal - Dinamarca que se disputará no dia 8 de Maio, a contar para a qualificação para o Campeonato da Europa Feminino Finlândia2009.
Nesta fase de qualificação, Portugal integra o grupo 5, juntamente com a Escócia, Dinamarca, Eslováquia e Ucrânia.
O jogo decorrerá no Estádio Municipal de Esposende, contando com Márcia Pejapes como 4ª árbitra.

"Apito dourado"

Tendo tomado conhecimento das decisões da Comissão Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional relativas ao chamado “Processo Apito Final”, a Federação Portuguesa de Futebol reitera o respeito pelas decisões dos órgãos jurisdicionais desportivos e sabe que o Conselho de Disciplina da FPF anunciará a muito breve prazo as decisões relativas aos mais de 50 arguidos a quem foram enviadas as respectivas notas de culpa.
“Como presidente de um órgão jurisdicional desportivo, registo com agrado a conclusão de uma fase importante de um processo tão complexo. Sei bem do esforço que a Comissão Disciplinar da Liga levou a cabo, uma vez que o próprio Conselho de Disciplina da FPF e a Comissão de Inquéritos e Sindicâncias da Federação têm trabalhado incansavelmente sobre questões idênticas da nossa competência, sobretudo desde Outubro passado, altura em que recebemos as informações mais relevantes do Tribunal de Gondomar. Estamos a fazer todos os esforços para anunciar decisões finais nos casos que temos em mãos num prazo muito breve. Infelizmente, a nossa resposta tem necessariamente mais demorada na medida em que tivemos de proceder à avaliação de comportamentos de centenas de agentes desportivos, em largas dezenas de jogos.”, afirmou Arnaldo Marques da Silva, Presidente do Conselho de Disciplina da FPF, ao Portal do Futebol.
No que respeita aos processos relativos ao futebol profissional anunciados esta sexta-feira, a FPF tem a profunda convicção de que, caso sejam interpostos recursos, o Conselho de Justiça da FPF decidirá todas as questões com a celeridade que se exige.
in fpf.pt

Vítor Pereira, presidente da Comissão de Arbitragem da Liga, também é a favor de uma revisão dos regulamentos e molduras penais, à imagem do que foi defendido por Ricardo Costa, presidente da Comissão de Disciplina.
«Subscrevo completamente as palavras do presidente da Comissão Disciplinar. Defendo isso antes mesmo de ter surgido o processo Apito Dourado», disse o ex-árbitro, após a conferência de imprensa de divulgação dos castigos do processo «Apito Final».
Vítor Pereira entende que «os árbitros devem ter um comportamento compatível com as funções onde estão inseridos, pois desempenham um papel muito importante e sensível na sociedade portuguesa».
Em relação aos efeitos do «Apito Final», o presidente da Comissão de Arbitragem acredita que «o futebol fica mais credível».
Em relação à suspensão de seis anos aplicada ao árbitro Augusto Duarte, Vítor Pereira esclareceu que «será compensada com mais um elemento de segunda categoria».

Hermínio Loureiro, presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, falou há minutos sobre o Apito final:
«A 10 de Outubro de 2007, disse nesta sala que o processo Apito Dourado não estava em gavetas ou armários, mas sim nas nossas prioridades. Disse também que até ao final desta temporada, os factos seriam decididos.
Fui informado há poucos minutos que os processos estavam concluídos. Cumprimos mais uma meta, mais um compromisso. Todas estas decisões são passíveis de recurso para o Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol

A Comissão Disciplinar da Liga tornou esta sexta-feira públicas as decisões em relação aos sete processos disciplinares abertos na sequência da investigação dos tribunais civis conhecida como Apito Dourado. Do processo que na justiça desportiva foi apelidado de Apito Final, ressalta sobretudo a condenação do Boavista à descida de divisão. Apesar disso, é necessário sublinhar que todas estas decisões ainda não são definitivas, uma vez que todas elas são passíveis de recurso para o Conselho de Justiça da Federação.

Recorde agora todas as decisões da Comissão Disciplinar:
Boavista SAD: - Descida de divisão - Multa de 180 mil euros
F.C. Porto SAD: - Subtracção de seis pontos na actual edição da BWIN Liga (2007/08) - Multa de 150 mil euros
U. Leiria SAD: - Subtracção de três pontos na actual edição da BWIN Liga (2007/08) - Multa de 4 mil euros
Pinto da Costa: - Suspensão de dois anos - Multa de 10 mil euros
João Loureiro: - Suspensão de quatro anos - Multa de 25 mil euros
João Bartolomeu: - Suspensão de um ano - Multa de 40 mil euros
Árbitro Augusto Duarte: - Suspensão de seis anos
Árbitro Jacinto Paixão: - Suspensão de quatro anos
Árbitro Martins dos Santos: - Suspensão de três anos
Árbitros assistentes José Chilrito e Manuel Quadrado: - Suspensão de dois anos e meio
Árbitro assistente Bernardino Silva: - Suspensão de dois anos e meio

LPFP - Bwin Liga
Nacional - Belenenses: Albano Fialho (Observador)
-
FPF - 3ª Divisão - 2ª FASE MANUT SUB-SÉRIE F1
Imortal - Lus. Évora: João Constantino

O Apito Bejense aproveita a ocasião para homenagear Jaime Vieira, árbitro da Categoria A de Hóquei em Patins, que está prestes a atingir a categoria de Internacional. Depois de duas épocas na primeira divisão portuguesa (actualmente a completar a 3ª) chegou finalmente a hora de prestar provas, para aquele que será provavelmente o maior desafio da sua já longa carreira como árbitro. Depois do Futebol, Vieira abraçou o Hoquei em Patins e em boa hora o fez, pois amanhã vai prestar provas para árbitro internacional. Se os seus desejos se concretizarem será mais um árbitro a levar o nome do Alentejo e da Cidade de Beja além Fronteiras

No vídeo ouça a entrevista de Jaime à Rádio Pax.

Ouça as Declarações de José de Sá - àrbitro de 1ª Categoria - Grupo A - ontem à Rádio Pax em entrevista a Nuno Lima.

Silvério Albino no Piense - Aldenovense; Luís Ralha no São Marcos - Milfontes; Jorge Fragoso no V. Gama - C. Gorda; Aurélio Arsénio no Serpa - Entradas; Joaquim Serpa no Ferreirense - D. Beja; Filipe Aurélio no Almodovar - Moura; João Barbeiro no Odemirense - Castrense.

Nomeações AFBeja


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para aceder às nomeações
do Conselho de Arbitragem
da A. F. Beja para os jogos do
próximo fim de semana.

Os árbitros portugueses são chamados a dirigir jogos noutros países, pelo que – supõe-se – aceitariam que árbitros estrangeiros dirigissem jogos em Portugal.
As Federações requerentes são, normalmente, representativas de países que não têm o seu futebol auto-regulado. É o que acontece no areópago da bola indígena: a desregulação começa na cabeça daqueles que vêm defendendo a ideia segundo a qual os campeonatos começam a conquistar-se nas Comissões/Conselhos de Arbitragem e Disciplina – e só depois no relvado. O futebol português ainda não passou essa fase, porque, na verdade, há dirigentes, confessadamente, a pensar assim e outros a anicharem-se na cama que souberam fazer, de acordo com as fragilidades (intelectuais) que foram encontrando.
O futebol português é um futebol desregulado e a arbitragem é não apenas uma extensão dessa desregulação mas também o rosto de uma “indústria” falida. Financeira e moralmente. Neste último domingo tivemos duas situações, no âmbito da arbitragem, que são o espelho da mediocridade do futebol nacional: atrasos no começo de dois jogos com possíveis implicações no acesso ao segundo lugar da classificação (Restelo e Amadora), aparentemente com a bonomia dos respectivos árbitros, a avaliar pela extraordinária “boa disposição” evidenciada por Pedro Proença na Reboleira; uma “entrada criminosa” de Rodrigo Alvim sobre Carlitos, sancionada com cartão amarelo (por Jorge Sousa), quando o vermelho directo seria pouco. Num futebol sério e a sério, Rodrigo Alvim só voltaria a jogar quando Carlitos, gravemente lesionado por causa dessa, repito, “entrada criminosa”, estivesse em condições de o fazer.
Afinal, o futebol português tem os árbitrosque merece. Basta ver o critério normalmente utilizado pela FPF na escolha do árbitro para a final da Taça de Portugal, que pode colocar frente a frente – como é o caso desta época – duas equipas profissionais de topo: quem estiver à beira da reforma para levar (com ele e com ela) um “prémio de carreira”. Hermínio Loureiro tem uma tarefa muito difícil pela frente. Não pode falhar a sua hora.


Autor: RUI SANTOS


 

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