«Creio que a Policia Judiciária entra no Inatel, em Lisboa, porque tem lá uma equipa a jogar futebol».
Publicada por Dinis Gorjão à(s) 00:03
«Entendo as dificuldades dos árbitros»Jorge Coroado, perito de arbitragem no processo «Apito Dourado», argumentou esta segunda-feira, no Tribunal de Gondomar, que os erros técnicos e disciplinares apontados aos árbitros dos encontros do Gondomar SC «não divergem da média neste tipo de jogos no terceiro escalão nacional».
Referindo-se aos quatro jogos que teve oportunidade de analisar (deslocações do Gondomar SC aos terrenos de Vizela, Dragões Sandinenses e Trofense, e recepção ao Vilanovense), Coroado admitiu diferenças entre a sua opinião, após visionamento dos lances nas imagens televisivas, e a perspectiva dos árbitros em campo. «O relatório de perícia que nos pediram foi feito com base no que vimos nas imagens de televisão. Se fosse elaborado na perspectiva de quem está no campo provavelmente seria bem diferente e ainda estaria a ser realizado, dada a quantidade de jogos em questão. Entendo as dificuldades de um árbitro no terreno», sublinhou, dizendo ainda não ter vislumbrado «erros grosseiros» nos encontros analisados.
Referindo-se aos quatro jogos que teve oportunidade de analisar (deslocações do Gondomar SC aos terrenos de Vizela, Dragões Sandinenses e Trofense, e recepção ao Vilanovense), Coroado admitiu diferenças entre a sua opinião, após visionamento dos lances nas imagens televisivas, e a perspectiva dos árbitros em campo. «O relatório de perícia que nos pediram foi feito com base no que vimos nas imagens de televisão. Se fosse elaborado na perspectiva de quem está no campo provavelmente seria bem diferente e ainda estaria a ser realizado, dada a quantidade de jogos em questão. Entendo as dificuldades de um árbitro no terreno», sublinhou, dizendo ainda não ter vislumbrado «erros grosseiros» nos encontros analisados.
Confrontado com as polémicas declarações de Luís Filipe Vieira, que defendeu a entrada da Polícia Judiciária no futebol, o ex-árbitro reagiu com ironia: «Creio que a Policia Judiciária entra no Inatel, em Lisboa, porque tem lá uma equipa a jogar futebol». Em tom mais sério, acrescentou: «Se tivesse deixado de assinalar uma grande penalidade, se a mesma fosse concretizada e alterasse o marcador, obviamente que teria viciado o resultado», disse Coroado, comentando os esclarecimentos que prestou no Tribunal de Gondomar: «O que hoje aqui referi não é substancialmente diferente daquilo que referi no relatório. Tentei, sobretudo, transmitir a essência prática da arbitragem».O julgamento do processo «Apito Dourado» prossegue terça-feira, às 9.30 horas, ainda com Jorge Coroado, estando prevista para a parte da tarde a audição de Pimenta Machado, antigo presidente do V. Guimarães.
in A Bola
Etiquetas: NOTÍCIAS
0 Comments:
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)