Liga quer avançar com árbitros profissionais em part-time
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Vítor Pereira, presidente da Comissão de Arbitragem da Liga, revelou esta segunda-feira que pretende avançar com um projecto-piloto relativo à profissionalização dos árbitros. O dirigente falou em quatro a oito equipas de trios (árbitro e dois assistentes) a exercer a profissão em part-time.«Queríamos que começar já esta época com um conjunto de trabalho de quatro a oito equipas que iniciassem um sistema semelhante à profissionalização em regime de part-time», adiantou Vítor Pereira. «O árbitro pode ter uma segunda profissão, mas quando necessária a prioridade será para a arbitragem. Este é o ponto de situação do dossier da profissionalização».
O presidente da Comissão de Arbitragem da Liga falou durante um encontro com doze equipas técnicas, no qual ouviu queixas de falta de uniformidade na arbitragem. As ausências dos «europeus» foram notadas, sendo que só o Benfica se fez representar através de Chalana. Vítor Pereira, presidente da Comissão de Arbitragem da Liga, no final da reunião mostrou-se «optimista» para o futuro.
O encontro teve como base um inquérito efectuado junto das equipas e teve como objectivos «discutir e avaliar resultados do inquérito», «encontrar soluções» e «melhorar a compreensão entre árbitros, treinadores e jogadores», de acordo com palavras de Vítor Pereira.
«Ficámos contentes com a adesão. O clima foi tranquilo, foi um clima de trabalho e acho que se encontraram soluções que vão ter consequências», acrescentou o presidente.
A falta de uniformidade na arbitragem foi o factor mais citado pelas equipas técnicas como ponto negativo. Vítor Pereira afirmou que espera uma temporada mais tranquila nesse aspecto. «Estou optimista. A época passada foi incaracterística, mas estou convencido que os esclarecimentos que aconteceram vão permitir maior tranquilidade, logo os árbitros vão ter mais paz de espírito», finalizou Vítor Pereira.
Treinadores pretendem modelo de arbitragem
José Pereira, presidente da Associação Nacional de Treinadores de Futebol (ANTF) marcou presença na reunião e destacou a ausência de «uniformidade de critérios» e de «um modelo de arbitragem» como pontos a melhorar na arbitragem portuguesa, uma vez que impedem a melhor instrução dos jogadores.
«Uns árbitros penalizam logo as primeiras faltas, outros toleram. Outros deixam correr mais o jogo, outros não. Temos de trabalhar em conjunto para mudar o espectáculo e agradar a quem está assistir», explicou José Pereira.
Além do Benfica estiveram presentes técnicos de Académica, Belenenses, Trofense, E. Amadora, Gil Vicente, Naval, Freamunde, Desp. Aves, Estoril, Santa Clara e Varzim, presidente da Comissão de Arbitragem da Liga, revelou esta segundaf-feira que pretende avançar com um projecto-piloto relativo à profissionalização dos árbitros. O dirigente falou em quatro a oito equipas de trios (árbitro e dois assistentes) a exercer a profissão em part-time.
«Queríamos que começar já esta época com um conjunto de trabalho de quatro a oito equipas que iniciassem um sistema semelhante à profissionalização em regime de part-time», adiantou Vítor Pereira. «O árbitro pode ter uma segunda profissão, mas quando necessária a prioridade será para a arbitragem. Este é o ponto de situação do dossier da profissionalização».
O presidente da Comissão de Arbitragem da Liga falou durante um encontro com doze equipas técnicas, no qual ouviu queixas de falta de uniformidade na arbitragem. As ausências dos «europeus» foram notadas, sendo que só o Benfica se fez representar através de Chalana. Vítor Pereira, presidente da Comissão de Arbitragem da Liga, no final da reunião mostrou-se «optimista» para o futuro.
O encontro teve como base um inquérito efectuado junto das equipas e teve como objectivos «discutir e avaliar resultados do inquérito», «encontrar soluções» e «melhorar a compreensão entre árbitros, treinadores e jogadores», de acordo com palavras de Vítor Pereira.
«Ficámos contentes com a adesão. O clima foi tranquilo, foi um clima de trabalho e acho que se encontraram soluções que vão ter consequências», acrescentou o presidente.
A falta de uniformidade na arbitragem foi o factor mais citado pelas equipas técnicas como ponto negativo. Vítor Pereira afirmou que espera uma temporada mais tranquila nesse aspecto. «Estou optimista. A época passada foi incaracterística, mas estou convencido que os esclarecimentos que aconteceram vão permitir maior tranquilidade, logo os árbitros vão ter mais paz de espírito», finalizou Vítor Pereira.
Treinadores pretendem modelo de arbitragem
José Pereira, presidente da Associação Nacional de Treinadores de Futebol (ANTF) marcou presença na reunião e destacou a ausência de «uniformidade de critérios» e de «um modelo de arbitragem» como pontos a melhorar na arbitragem portuguesa, uma vez que impedem a melhor instrução dos jogadores.
«Uns árbitros penalizam logo as primeiras faltas, outros toleram. Outros deixam correr mais o jogo, outros não. Temos de trabalhar em conjunto para mudar o espectáculo e agradar a quem está assistir», explicou José Pereira.
Além do Benfica estiveram presentes técnicos de Académica, Belenenses, Trofense, E. Amadora, Gil Vicente, Naval, Freamunde, Desp. Aves, Estoril, Santa Clara e Varzim.
in Mais Futebol
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Quando teve a certeza de que seria absolvido dos 3 crimes de corrupção desportiva de que estava acusado, o árbitro Manuel Valente Valentes não conseguiu conter a emoção. De lágrimas nos olhos, abandonou pouco depois a sala de audiências e foi abraçar a mulher, que ontem o acompanhou na viagem de Lisboa para o Porto. Suspenso pelo Conselho de Disciplina da FPF, o árbitro que foi considerado, em sede de audiência, como “o internacional da 2.ª B”, mostrava, no final, alegria e tristeza. Alegria pelo facto de se ter “feito justiça”. Tristeza porque “estes últimos quatro anos foram, para a minha vida, uma completa desgraça”. Valente Mendes ainda hoje não consegue perceber como foi metido neste filme. “Parece-me que apanhei um comboio directo que acabou por parar muitas vezes no caminho”, desabafou.
in Record
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Fotos dos Jogos Desportivos da Câmara Municipal de Ferreira - Torneio de Futsal
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Bruno Vieira e Dinis Gorjão
Edgar Gaspar, Bruno Duarte (árbitro jovem em aprendizagem - a nossa mascote!) e Dinis Gorjão
Nélson Rosa e José Pereira
Edgar Gaspar e Dinis Gorjão
Bruno Vieira e Nélson RosaFotos de alguns jogos das duplas de Arbitragem do Torneio de Futsal - Jogos Desportivos da C.M. de Ferreira do Alentejo.
Os 5 árbitros que contribuiram para a realização dos jogos foram: Edgar Gaspar, Dinis Gorjão, Bruno Vieira, José Pereira e Nélson Rosa.
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Presidente da APAF: “Os árbitros eram vítimas do sistema”
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O presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF), António Sérgio, afirmou hoje que os veredictos do processo Apito Dourado, que resultaram na condenação de 13 dos 24 arguidos, provaram que os árbitros “eram vítimas do sistema”. “Os árbitros eram mais vítimas do sistema instituído do que propriamente autores dos factos em causa. As penas são claramente mais gravosas para os dirigentes, como penas de prisão, comparadas com as penas dos árbitros, que se limitaram a ser vítimas do sistema”, disse António Sérgio em declarações à Agência Lusa. O presidente da APAF destacou a “rapidez da justiça portuguesa” na conclusão do processo e desvalorizou o facto de cinco árbitros terem sido considerados como culpados pelo Tribunal de Gondomar. “Cinco no universo de 3.800 árbitros em Portugal não tem qualquer significado estatístico”, sustentou o antigo juiz. António Sérgio defendeu ainda que os árbitros “têm que ter um peso importante na eleição dos seus dirigentes” e lembrou que a responsabilidade dos agentes desportivos “aumentou” com o aparecimento do Apito Dourado. “Os dirigentes condenados teriam um acto de bom senso se pedissem a suspensão dos seus respectivos cargos”, acrescentou.
O secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, e o presidente da Liga de Clubes, Hermínio Loureiro, recusaram comentar as sentenças do processo, hoje conhecidas. Contactados pela Agência Lusa, Laurentino Dias e Hermínio Loureiro não se mostraram disponíveis para falar sobre a conclusão do processo, enquanto o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Gilberto Madail, esteve incontactável. Valentim Loureiro foi condenado a três anos e dois meses de prisão, com pena suspensa por igual período, por abuso de poder e prevaricação, bem como perda de mandato na presidência da Câmara de Gondomar. O abuso de poder foi penalizado com dois meses por cada um dos crimes, sendo a pena de seis meses relacionada com o crime de prevaricação, pelo qual, de acordo com o tribunal, pode perder o mandato. Essa perda de mandato torna-se definitiva quando e se o acórdão transitar em julgado. Em reacção a esta condenação específica, Valentim Loureiro assegurou que irá candidatar-se novamente à presidência da autarquia Gondomarense na certeza de que irá ganhar. O major foi condenado por prevaricação pela adjudicação considerada ilegal, à empresa Globaldesign, da feitura de um boletim informativo do programa “Urban II” para o desenvolvimento sustentado da Triana, Areosa, Rio Tinto. O vice-presidente da autarquia gondomarense e presidente do Gondomar à data dos factos, José Luís Oliveira, foi condenado a três anos de cadeia, pena suspensa, por 25 crimes de abuso de poder e 10 crimes de corrupção desportiva activa. Já Pinto de Sousa, antigo presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, foi condenado em cúmulo jurídico a dois anos e três meses, pena suspensa por igual período, por 25 crimes de abuso de poder.
in O Jogo
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Valentim Loureiro absolvido de crimes de corrupção e condenado por abuso de poder
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O Tribunal de Gondomar absolveu Valentim Loureiro e Pinto de Sousa dos crimes de corrupção. O major foi condenado pelos crimes de abuso de poder e prevaricação e Pinto de Sousa por abuso de poder, durante a leitura da sentença esta manhã. Castro Neves, vereador da Câmara de Gondomar e director do Departamento de Futebol do Gondomar SC, foi absolvido de todos os crimes de que estava indiciado. Valentim Loureiro foi condenado por 25 crimes de abuso de poder, o que lhe valeu uma pena de dois meses de prisão por cada um dos crimes. A condenação por prevaricação ditou-lhe a perda do mandato autárquico, situação que só terá efeito quando a sentença transitar em julgado. O tribunal atribuiu uma pena única de prisão a Loureiro três anos e dois meses suspensa por igual período. A pena de Pinto de Sousa (ex-presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol), condenado por 25 crimes de abuso de poder, foi suspensa por dois anos e três meses.José Luís Oliveira - ex-presidente do Gondomar Sport Clube e vice-presidente da autarquia gondomarense - foi condenado por abuso de poder e corrupção desportiva activa. A pena única de três anos de prisão foi suspensa por igual período. O seu advogado, Artur Marques, reiterou, depois da leitura da sentença que, ao contrário do que considerou o tribunal, as escutas telefónicas feitas no âmbito do processo "não são legais nem deviam ser validadas para fundamentar a condenação". Nos casos dos observadores de árbitros Barbosa da Cunha e João Soares Mesquita, os juízes entenderam que nem sequer deviam ser acusados.
Cinco árbitros condenados e cinco árbitros absolvidos
O Tribunal de Gondomar condenou cinco árbitros e absolveu outros cinco. Os árbitros absolvidos foram José Manuel Rodrigues, Sérgio Sedas, Ricardo Pinto, Hugo Vladimiro e Manuel Valente Mendes.
António Eustáquio foi condenado a uma pena de cinco meses de prisão, substituída por 150 dias de multa, por dois crimes de corrupção desportiva passiva. Como pena acessória ficou proibido de exercer cargos ou funções desportivas por um período de três anos. João Macedo foi condenado a uma pena única de sete meses de prisão, substituída por 210 dias de multa, por três crimes de corrupção desportiva passiva. Como pena acessória ficou proibido de exercer cargos ou funções desportivas por um período de três anos. Pedro Sanhudo foi condenado a uma pena de nove meses de prisão, substituída por 270 dias de multa, por três crimes de corrupção desportiva passiva e pela prática de um crime de corrupção desportiva activa. Como pena acessória ficou proibido de exercer cargos ou funções desportivas por um período de três anos e seis meses. Licínio Santos foi condenado a uma pena de cinco meses de prisão, substituída por 150 dias de multa, por dois crimes de corrupção desportiva passiva. Como pena acessória ficou proibido de exercer cargos ou funções desportivas por um período de três anos. Jorge Saramago foi condenado a uma pena de três meses de prisão, substituída por 90 dias de multa, por um crime de corrupção desportiva passiva. Como pena acessória ficou proibido de exercer cargos ou funções desportivas por um período de dois anos e seis meses.
in Publico.pt
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Foto de 1997!
Paulo Passeco, João Lagoas e Edgar Gaspar, que nos cedeu a foto, no Estádio Flávio dos Santos (prestes a desaparecer...).
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Volvidos 1.566 dias desde que a operação Apito Dourado se tornou pública, a 20 de Abril de 2004, chegou a hora do juízo final. António Carneiro da Silva, o juiz que presidente a um colectivo formado ainda por António Figueiredo e Rui Óscar, lê hoje, às 10.30, o acórdão que pode determinar condenações pesadas. O acórdão tem mais de 600 páginas e tem permanecido em absoluto secretismo, no gabinete dos juízes.Desde que se iniciou, no dia 11 de Fevereiro deste ano, decorreram 44 sessões do julgamento do processo originário e pelo Tribunal de Gondomar passaram 179 testemunhas. Só dois arguidos (João Mesquita e António Eustáquio) falaram e a grande surpresa aconteceu perto do final, quando o juiz António Carneiro da Silva comunicou a possibilidade de considerar, na decisão final, que José Luís Oliveira, Pinto de Sousa, Francisco Costa, Luís Nunes, Barbosa da Cunha, Castro Neves e João Mesquita cometeram não crimes de corrupção mas de abuso de poder. Este último crime tem como máximo uma pena de 3 anos de prisão, mas o “acumulado” sobretudo por José Luís Oliveira, Pinto de Sousa e Valentim Loureiro poderá levar qualquer sentença para além do limite da pena suspensa (5 anos). Sendo certo que os 26 crimes de que está acusado o major são na forma de cumplicidade, com uma moldura penal menor, embora o seu caso possa ser agravado com uma eventual condenação no crime de prevaricação de que está também acusado, devido a uma “adjudicação” feita pela Câmara Municipal de Gondomar.Lembre-se que o procurador Gonçalo Silva não pediu a condenação de três dos 24 arguidos: os árbitros Manuel Valente Mendes e Sérgio Sedas e o ex-assessor de arbitragem da FPF João Mesquita. É provável, portanto, que acabem por ser absolvidos e o mesmo pode acontecer com outros arguidos. Joaquim Castro Neves, ex-chefe do departamento de futebol do Gondomar SC, é um dos arguidos que estarão no limiar da absolvição tendo em conta a pouca prova produzida em tribunal contra si. O Ministério Público pediu também que o árbitro António Eustáquio fosse beneficiado pelo facto de ter falado em sede de audiência.
in Record
Quatro anos depois é lido o veredicto
Mais de quatro anos depois da manhã de 20 de Abril em que a Polícia Judiciária desencadeou a operação Apito Dourado, com a detenção para interrogatório de vários dirigentes e árbitros de futebol, entre os quais o então presidente da Liga, Valentim Loureiro, e o presidente do Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol, Pinto de Sousa, é hoje conhecido, no Tribunal de Gondomar, o veredicto do processo de corrupção desportiva daí resultante, e que não termina aqui. A sentença é passível de recurso.
À espera da decisão do colectivo de juízes presidido por Carneiro da Silva estão 24 arguidos, suspeitos de participarem num esquema para induzir os árbitros a beneficiar o Gondomar em 2003/04. O mais visado nas acusações é o então presidente do clube da sede do concelho que tem Valentim Loureiro como autarca. José Luís Oliveira responde por um total de 47 crimes de corrupção, aos quais poderá juntar-se o de abuso de poder, tal como sucede com os principais arguidos. Contactado pela Lusa, o advogado que o representa não quis antecipar um veredicto. Já João Medeiros, que defende Pinto de Sousa, diz ter por "certo" uma "condenação por abuso de poder, um crime continuado, com uma pena suspensa". Amílcar Fernandes, advogado de Loureiro, reiterou o que defendeu nas alegações finais, ou seja, que foram criados artificialmente indícios de um crime que não existiu para permitir a realização de escutas telefónicas.
À espera da decisão do colectivo de juízes presidido por Carneiro da Silva estão 24 arguidos, suspeitos de participarem num esquema para induzir os árbitros a beneficiar o Gondomar em 2003/04. O mais visado nas acusações é o então presidente do clube da sede do concelho que tem Valentim Loureiro como autarca. José Luís Oliveira responde por um total de 47 crimes de corrupção, aos quais poderá juntar-se o de abuso de poder, tal como sucede com os principais arguidos. Contactado pela Lusa, o advogado que o representa não quis antecipar um veredicto. Já João Medeiros, que defende Pinto de Sousa, diz ter por "certo" uma "condenação por abuso de poder, um crime continuado, com uma pena suspensa". Amílcar Fernandes, advogado de Loureiro, reiterou o que defendeu nas alegações finais, ou seja, que foram criados artificialmente indícios de um crime que não existiu para permitir a realização de escutas telefónicas.
in O Jogo
*Cartoon de http://henricartoon.blogs.sapo.pt/
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Oito dos nove árbitros internacional portugueses de futebol reuniram-se em Leiria para falar do futuro. Só esteve ausente, do lote dos internacionais, João Ferreira, que é militar e está a cumprir uma missão no Líbano. Em cima da mesa estiveram questões relacionadas com o regulamento de arbitragem e também com o regulamento disciplinar, nomeadamente a discussão do artigo 155.º, que prevê para os árbitros uma suspensão de dois a dez jogos no caso de se provar que cometeram erros técnicos graves. Os internacionais não estão de acordo com este artigo...Na reunião não esteve presente Vítor Pereira. Confirma-se, assim, o divórcio do presidente da Comissão de Arbitragem da Liga com o corpo de elite da nossa arbitragem. António Sérgio, presidente da APAF, acompanhou o encontro.Os nossos árbitros internacionais discutiram também o tema da introdução do profissionalismo no sector. Ao contrário do que já foi divulgado, está longe de ser uma questão pacífica. Os árbitros querem saber as condições precisas desta nova etapa prevista para começar em Janeiro do próximo ano. Tudo o que foi dito é ainda muito vago e ninguém avançará para a profissionalização de não forem satisfeitas determinadas condições.Na próxima semana, em Melgaço, realiza-se a primeira acção de formação da época. É provável que, entre testes escritos (inglês incluído...) e físicos, os nossos árbitros possam voltar a discutir estes assuntos quentes.
Autor: EUGÉNIO QUEIRÓS
in Record
Vítor Pereira reúne-se com treinadores
PARA APRESENTAR NOVAS REGRAS
Vítor Pereira, presidente da Comissão de Arbitragem da Liga, vai reunir no próximo dia 21 com os treinadores da 1.ª Liga. O encontro visa apresentar as novas regras a que os árbitros irão estar especialmente atentos na próxima época, nomeadamente o comportamento dos técnicos no banco.
in Record
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O portal da FPF disponibiliza o plano de Treinos para este Período Preparatório. O Professor João Dias continua a ser o responsável por esta metodologia de treinos indicada para os árbitros e árbitros assistentes.
Posto isto resta recomendar a todos que durante este Verão não abusem nas calorias e que se preparem eficientemente para que esta nova temporada possa correr da melhor forma.
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O árbitro se não estiver bem preparado, não vai poder estar atento e intervir de forma correcta e oportuna ao longo da competição.
1 - A atenção / concentração exige uma boa condição física;
2 - O árbitro bem preparado acompanha os lances de perto e na melhor posição, a fim de ajuizar correctamente as situações de jogo;
3 - O árbitro bem preparado não se preocupa consigo próprio (sabe que a sua condição física permite uma forma razoável no fim do jogo), mas com os "outros"; tem disponibilidade mental para ajuizar os lances e está disponível para pensar e agir.
Um árbitro que corre sempre é Imagem e Dignidade.
1 - A atenção / concentração exige uma boa condição física;
2 - O árbitro bem preparado acompanha os lances de perto e na melhor posição, a fim de ajuizar correctamente as situações de jogo;
3 - O árbitro bem preparado não se preocupa consigo próprio (sabe que a sua condição física permite uma forma razoável no fim do jogo), mas com os "outros"; tem disponibilidade mental para ajuizar os lances e está disponível para pensar e agir.
Um árbitro que corre sempre é Imagem e Dignidade.
O Treino do Árbitro
O árbitro mesmo não sendo profissional deve treinar duas a três vezes por semana de forma diferenciada (para além da competição ao fim de semana).
Para além do treino (treino visível) deve preocupar-se com a sua Vida Própria de Atleta (treino invisível). Deve haver Harmonia na Vida do árbitro, porque não basta treinar. As variáveis da Vida do árbitro devem ser controladas, de forma a conseguir-se uma Vida equilibrada.
O árbitro tem um emprego (horas de trabalho), família, necessidade de lazer (ir ao cinema, ler, etc.), enfim, tem que contar com o sem número de factores que à primeira vista parecem não ter influência no rendimento , mas que são decisivos no volume total da carga semanal do árbitro. E já para não falar das questões psicológicas, sociológicas e outros factores do foro bem íntimo da Pessoa.
O Treino, a Alimentação, o Repouso e a Hidratação são quatro factores que têm que ser devidamente conjugados pelo árbitro no sentido da busca duma boa condição física.
O árbitro mesmo não sendo profissional deve treinar duas a três vezes por semana de forma diferenciada (para além da competição ao fim de semana).
Para além do treino (treino visível) deve preocupar-se com a sua Vida Própria de Atleta (treino invisível). Deve haver Harmonia na Vida do árbitro, porque não basta treinar. As variáveis da Vida do árbitro devem ser controladas, de forma a conseguir-se uma Vida equilibrada.
O árbitro tem um emprego (horas de trabalho), família, necessidade de lazer (ir ao cinema, ler, etc.), enfim, tem que contar com o sem número de factores que à primeira vista parecem não ter influência no rendimento , mas que são decisivos no volume total da carga semanal do árbitro. E já para não falar das questões psicológicas, sociológicas e outros factores do foro bem íntimo da Pessoa.
O Treino, a Alimentação, o Repouso e a Hidratação são quatro factores que têm que ser devidamente conjugados pelo árbitro no sentido da busca duma boa condição física.
O Árbitro no Jogo de Futebol
Estando atentos ao que o árbitro faz no decorrer dum jogo de futebol, podemos constatar que corre entre 8 a 15 kilómetros por jogo; que se movimenta para todos os sentidos e direcções do terreno de jogo de forma rápida, lenta ou com intensidades várias; o tipo de corrida ora é curta, ora diversificada ou prolongada. Verificamos que o árbitro auxiliar apresenta uma actividade bem diferenciada do árbitro principal. Durante o fim de semana há árbitros que arbitram um só jogo, enquanto outros arbitram vários. Enfim, não há uma actividade constante do árbitro dum jogo para outro (um jogo é mais movimentado do que outro, um jogo de infantis é diferente dum jogo de séniores, por vezes actua como árbitro principal, outras vezes como árbitro auxiliar...), nem dum fim de semana para outro fim de semana. No entanto, o árbitro tem que estar bem preparado para responder aos diversos desafios a que é chamado, mesmo sem ser profissional.
Tendo em vista o que foi dito anteriormente, podemos afirmar o seguinte:
1 - O árbitro deve saber gerir a sua actividade diária, semanal, ao longo da época, durante toda a sua carreira. O árbitro deve assumir plenamente a Gestão da sua Carreira (e socorrer-se de ajudas preciosas no aconselhamento pessoal nas mais variáveis áreas da sua actividade).
2 - A actividade do árbitro é uma actividade séria, digna e justa e para isso pressupõe uma boa condição física para juízos correctos em tempo oportuno. Assim, o árbitro terá que ser um Atleta. Não um Atleta que corre muito ou é muito veloz, mas um Atleta Árbitro que corre e acompanha os lances dum jogo de forma a poder ajuizar com justiça.
Tendo em vista o que foi dito anteriormente, podemos afirmar o seguinte:
1 - O árbitro deve saber gerir a sua actividade diária, semanal, ao longo da época, durante toda a sua carreira. O árbitro deve assumir plenamente a Gestão da sua Carreira (e socorrer-se de ajudas preciosas no aconselhamento pessoal nas mais variáveis áreas da sua actividade).
2 - A actividade do árbitro é uma actividade séria, digna e justa e para isso pressupõe uma boa condição física para juízos correctos em tempo oportuno. Assim, o árbitro terá que ser um Atleta. Não um Atleta que corre muito ou é muito veloz, mas um Atleta Árbitro que corre e acompanha os lances dum jogo de forma a poder ajuizar com justiça.
O Treino do árbitro deve preparar a actividade inerente à competição ou competições em que participa.
O seu "Modelo de Treino" tem a ver com o "Modelo de Jogo" ou seja, com tudo aquilo que faz em jogo quando arbitra e para isso deve treinar de forma específica.
Ao analisarmos de forma sumária a actividade dum árbitro em competição, podemos distinguir várias acções durante um jogo :
1 - Andar; 2 - Corrida ligeira; 3 - Corrida Moderada; 4 - Corrida em Aceleração; 5- Corrida Rápida em distâncias curtas (Sprint) ou prolongadas; 6 - Corridas diversificadas (corrida lateral; corrida de costas; corrida diagonal; corrida circular; corrida saltitada, etc., e combinações várias...).
Se por outro lado, quisermos analisar a actividade desenvolvida em competição pelo árbitro assistente, já obtemos outro tipo de dados.
O árbitro assistente desenvolve esforços em espaços limitados (o espaço perto da linha lateral), tendo que dominar bem as técnicas da corrida lateral, de costas e de frente, combinando-as com as posições do corpo no sentido das indicações gestuais ao árbitro principal. Assim, podemos afirmar que o árbitro auxiliar terá que ter bem desenvolvidas as suas capacidades coordenativas e sobretudo pelas movimentações de costas e laterais e formas combinadas (por exemplo, movimenta-se de lado e a seguir tem que acompanhar o contra-ataque adversário) terá que incidir o seu treino nesse tipo de movimentos em espaços apertados e ter atenção no treino dos músculos à volta da bacia ( abdominais, adutores, abdutores, lombares etc.).
Qualidades Físicas a desenvolver no Treino
1 - Resistência (Específica e Geral);
2 - Velocidade (em regime de resistência; submáxima e máxima)
3 - Força (em regime de resistência; explosiva);
4 - Flexibilidade;
5 - Coordenação.
Conceitos importantes a atender no treino:
Aquecimento deve ser sempre efectuado em qualquer treino e terá que preparar a actividade principal a desenvolver no treino.
A duração do aquecimento deve ser de 7 a 15/20 minutos, dependente do tipo de trabalho a efectuar na parte principal. O aquecimento nunca deve ter menos de 7 minutos.
Deve começar de forma lenta e ir subindo de intensidade gradualmente; a 1ª parte deve ter corridas várias; a 2ª parte mobilização geral e flexibilidade e a 3ª parte deve preparar aquilo que vamos desenvolver no treino (multisaltos, alguns sprints, etc.).
Se vamos trabalhar resistência o aquecimento pode ser mais longo; se vamos trabalhar velocidade o aquecimento deve ser mais curto e mais intenso.
Alongamentos - não nos devemos esquecer de fazer muitos alongamentos porque são
São " obrigatórios " antes e depois da Velocidade e da Força; ajudam à relaxação e recuperação, mas depois de trabalhos intensos devem ser executados com cuidado, sem atingir o máximo do alongamento (perigo de lesões); não devem ser feitos antes da 1ª corrida de aquecimento, nem substituir o aquecimento.
Uma recomendação final importante :
Durante a semana não esquecer de solicitar os músculos do corpo de uma forma global, sobretudo aqueles que normalmente as pessoas se esquecem, colocando em risco o aparecimento de lesões - os abdominais (anteriores e oblíquos); os adutores e abdutores; os posteriores da coxa e a musculatura à volta da coluna vertebral.
Alguns problemas que o árbitro tem de resolver durante a competição
1 - O aquecimento - antes de qualquer jogo o aquecimento tem obrigatoriamente de fazer parte da actividade do árbitro.
O árbitro deve chegar cedo ao campo e executar o aquecimento dentro de campo.
A pulsação durante a parte final do aquecimento deve ser elevada a 150/160 pulsações por minuto.
O aquecimento não deve ser feito no balneário e nunca começar a actividade por alongamentos (começar com corridas diversificadas)
2 - Beber água durante a competição - o árbitro deve beber água de 15 em 15 minutos (deve beber até 30 minutos antes, durante e depois da competição).
A água é a melhor bebida para os atletas.
Recuperação após a Competição - O repouso, a alimentação cuidada, uma hidratação correcta e uma Vida regrada são os melhores meios de recuperação do esforço.
Por tudo aquilo que se disse anteriormente, podemos sem qualquer dúvida afirmar:
O árbitro deve cuidar da sua preparação de forma a chegar à competição com dignidade e competência, mostrando a todos que é um " profissional " do Desporto e sobretudo um " profissional " da sua Vida (desportiva e pessoal).
1 - O aquecimento - antes de qualquer jogo o aquecimento tem obrigatoriamente de fazer parte da actividade do árbitro.
O árbitro deve chegar cedo ao campo e executar o aquecimento dentro de campo.
A pulsação durante a parte final do aquecimento deve ser elevada a 150/160 pulsações por minuto.
O aquecimento não deve ser feito no balneário e nunca começar a actividade por alongamentos (começar com corridas diversificadas)
2 - Beber água durante a competição - o árbitro deve beber água de 15 em 15 minutos (deve beber até 30 minutos antes, durante e depois da competição).
A água é a melhor bebida para os atletas.
Recuperação após a Competição - O repouso, a alimentação cuidada, uma hidratação correcta e uma Vida regrada são os melhores meios de recuperação do esforço.
Por tudo aquilo que se disse anteriormente, podemos sem qualquer dúvida afirmar:
O árbitro deve cuidar da sua preparação de forma a chegar à competição com dignidade e competência, mostrando a todos que é um " profissional " do Desporto e sobretudo um " profissional " da sua Vida (desportiva e pessoal).
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Artigo Recuperado!
O aquecimento permite aos árbitros adaptarem-se física e psicologicamente ao exercício. É por isso importante que se efectue um aquecimento antes dos jogos. Os seus objectivos prendem-se sobretudo em melhorar o rendimento em campo e em reduzir substancialmente o risco de lesões.
A duração e a intensidade do aquecimento estão directamente ligadas às condições atmosféricas, com atenções redobradas quando o clima é quente e húmido.
Grosso modo poder-se-á caracterizar a sessão de aquecimento da seguinte forma:
3 minutos de corrida contínua lenta.
5 minutos de corrida com mudanças de direcção e sentido.
5 minutos de alongamentos específicos.
5 minutos de velocidade. Exemplo: 3x20 metros + 4x15 metros. (os árbitros assistentes podem utilizar a linha lateral, utilizando a corrida lateral e para a retaguarda).
Nota Final – Toda a programação pressupõe o jogo ao domingo.
Este esquema é apenas um exemplo, não servindo o mesmo de “receita”. Toda e qualquer sessão deverá ser elaborada por alguém da área de E. Física.
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A duração e a intensidade do aquecimento estão directamente ligadas às condições atmosféricas, com atenções redobradas quando o clima é quente e húmido.Grosso modo poder-se-á caracterizar a sessão de aquecimento da seguinte forma:
3 minutos de corrida contínua lenta.
5 minutos de corrida com mudanças de direcção e sentido.
5 minutos de alongamentos específicos.
5 minutos de velocidade. Exemplo: 3x20 metros + 4x15 metros. (os árbitros assistentes podem utilizar a linha lateral, utilizando a corrida lateral e para a retaguarda).
Nota Final – Toda a programação pressupõe o jogo ao domingo.
Este esquema é apenas um exemplo, não servindo o mesmo de “receita”. Toda e qualquer sessão deverá ser elaborada por alguém da área de E. Física.
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Determinação da Frequência Cardíaca Máxima (FC max)
Um dos parâmetros fisiológicos mais utilizados para avaliação e controlo do treino é a
Frequência Cardíaca (FC). De facto, a FC é um parâmetro de fácil medição e apresenta uma boa estimativa do esforço despendido. No entanto, para a mesma carga, podemos obter diferentes Frequências Cardíacas em sujeitos diferentes. Assim, é importante a determinação da Frequência Cardíaca Máxima (FCmax), uma vez que a maioria dos programas de treino utilizam uma determinada percentagem da FCmax., a qual é individual.
Um dos parâmetros fisiológicos mais utilizados para avaliação e controlo do treino é a
Frequência Cardíaca (FC). De facto, a FC é um parâmetro de fácil medição e apresenta uma boa estimativa do esforço despendido. No entanto, para a mesma carga, podemos obter diferentes Frequências Cardíacas em sujeitos diferentes. Assim, é importante a determinação da Frequência Cardíaca Máxima (FCmax), uma vez que a maioria dos programas de treino utilizam uma determinada percentagem da FCmax., a qual é individual.Como determinar a Frequência Cardíaca Máxima
• 15 minutos de corrida contínua (sem intervalo), nas seguintes condições:
• 12 minutos de corrida lenta (4 voltas em pista de 400 metros a 3 minutos por volta ou 6 voltas a um campo de futebol).
• 2 minutos de corrida mais rápida (75%) (1 volta na pista ou 2 voltas ao campo).
• 400 metros rápidos (200 metros em 40 segundos (80%), seguidos de 200 metros em 30 segundos (100%).
No final do teste, se utilizou um relógio que determina a FC, o valor mais elevado que aparecer no monitor será a sua Frequência Cardíaca Máxima. Um método mais rudimentar, mais viável, é através da palpação (no pulso/pescoço): Conte durante 6 segundos os batimentos cardíacos e no final acrescente um zero (ex: 18 pulsações será 180). Essa será a sua Frequência Cardíaca Máxima.
Determinada a (FCmax.), conseguimos, através da “regra de três simples”, determinar a percentagem a que devemos treinar. Assim, se a FCmax. For de 180 batimentos por minuto (bpm) e o objectivo for trabalhar a 80% da FCmax., o calculo do bpm obedecerá à seguinte regra:
• 15 minutos de corrida contínua (sem intervalo), nas seguintes condições:
• 12 minutos de corrida lenta (4 voltas em pista de 400 metros a 3 minutos por volta ou 6 voltas a um campo de futebol).
• 2 minutos de corrida mais rápida (75%) (1 volta na pista ou 2 voltas ao campo).
• 400 metros rápidos (200 metros em 40 segundos (80%), seguidos de 200 metros em 30 segundos (100%).
No final do teste, se utilizou um relógio que determina a FC, o valor mais elevado que aparecer no monitor será a sua Frequência Cardíaca Máxima. Um método mais rudimentar, mais viável, é através da palpação (no pulso/pescoço): Conte durante 6 segundos os batimentos cardíacos e no final acrescente um zero (ex: 18 pulsações será 180). Essa será a sua Frequência Cardíaca Máxima.
Determinada a (FCmax.), conseguimos, através da “regra de três simples”, determinar a percentagem a que devemos treinar. Assim, se a FCmax. For de 180 batimentos por minuto (bpm) e o objectivo for trabalhar a 80% da FCmax., o calculo do bpm obedecerá à seguinte regra:
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Artigo recuperado!
Lei I – Ser Árbitro – actividade física extra
Um árbitro é uma pessoa normal que, devido a esta actividade, tem uma intensa actividade física. A prática desportiva permite que a massa muscular – incluindo o coração – se desenvolva e fortaleça; que aumente o metabolismo basal ou seja, a energia necessária para o corpo funcionar quando está em repouso, como por exemplo a dormir; e pelo consumo das
gorduras que estejam acumuladas no organismo. Por isso, para que a arbitragem seja ainda mais proveitosa, os árbitros têm que dar também muita atenção ao seu regime alimentar.
Lei II – Senso Comum e Bom Senso
A alimentação é uma prática do dia-a-dia que muito contribuiu para o bem-estar físico, intelectual e emocional de cada indivíduo.
O bom senso é uma atitude que permite que cada pessoa possa orientar a sua alimentação de forma equilibrada e sem necessitar de conhecimentos especiais para alem dos do senso comum. É do senso comum que se deve:
Comer várias vezes ao dia: distribuir a quantidade de alimentos necessários num dia por varias refeições, de um modo equilibrado que ao nível dos alimentos ingeridos, quer do tempo de intervalo entre as refeições;
Comer após o levantar: depois de uma noite de descanso e de muitas horas de jejum o corpo necessita de “matéria” para recomeçar mais um dia de trabalho. O primeiro almoço – vulgarmente chamado de pequeno – não deve ser pequeno, mas sim completo e substancial;
Parar de comer quando se está satisfeito: quando se enche um depósito de gasolina, ela verte quando o depósito está cheio. O nosso estômago não. Ele adapta-se aos caprichos de cada um e aceita para alem do necessário, por isso, é tão importante que seja o cérebro a mandar e não a boca.
Comer de todo o tipo de alimentos: é como numa equipa, deve haver elementos com diferentes qualidades para que o todo seja equilibrado. Cada tipo de alimentos cumpre diferentes funções, por isso, todos juntos e nas quantidades apropriadas asseguram uma alimentação equilibrada;
Comer serenamente e num ambiente relaxado: apitar uma final, com o ambiente a fervilhar, e onde tudo será ali decidido, é o sonho de qualquer árbitro. Mas uma final apita-se de quando em vez, e não todos os dias. Comer é uma actividade diária e repetida, por isso, o ideal é que esse momento seja o mais sossegado e agradável possível.
Um árbitro é uma pessoa normal que, devido a esta actividade, tem uma intensa actividade física. A prática desportiva permite que a massa muscular – incluindo o coração – se desenvolva e fortaleça; que aumente o metabolismo basal ou seja, a energia necessária para o corpo funcionar quando está em repouso, como por exemplo a dormir; e pelo consumo das
gorduras que estejam acumuladas no organismo. Por isso, para que a arbitragem seja ainda mais proveitosa, os árbitros têm que dar também muita atenção ao seu regime alimentar.Lei II – Senso Comum e Bom Senso
A alimentação é uma prática do dia-a-dia que muito contribuiu para o bem-estar físico, intelectual e emocional de cada indivíduo.
O bom senso é uma atitude que permite que cada pessoa possa orientar a sua alimentação de forma equilibrada e sem necessitar de conhecimentos especiais para alem dos do senso comum. É do senso comum que se deve:
Comer várias vezes ao dia: distribuir a quantidade de alimentos necessários num dia por varias refeições, de um modo equilibrado que ao nível dos alimentos ingeridos, quer do tempo de intervalo entre as refeições;
Comer após o levantar: depois de uma noite de descanso e de muitas horas de jejum o corpo necessita de “matéria” para recomeçar mais um dia de trabalho. O primeiro almoço – vulgarmente chamado de pequeno – não deve ser pequeno, mas sim completo e substancial;
Parar de comer quando se está satisfeito: quando se enche um depósito de gasolina, ela verte quando o depósito está cheio. O nosso estômago não. Ele adapta-se aos caprichos de cada um e aceita para alem do necessário, por isso, é tão importante que seja o cérebro a mandar e não a boca.
Comer de todo o tipo de alimentos: é como numa equipa, deve haver elementos com diferentes qualidades para que o todo seja equilibrado. Cada tipo de alimentos cumpre diferentes funções, por isso, todos juntos e nas quantidades apropriadas asseguram uma alimentação equilibrada;
Comer serenamente e num ambiente relaxado: apitar uma final, com o ambiente a fervilhar, e onde tudo será ali decidido, é o sonho de qualquer árbitro. Mas uma final apita-se de quando em vez, e não todos os dias. Comer é uma actividade diária e repetida, por isso, o ideal é que esse momento seja o mais sossegado e agradável possível.
Lei III – Grupos de Alimentos
Todos os alimentos são diferentes, mas as semelhanças que apresentam, permitem agrupá-los em cinco categorias. Conhecer esses grupos permite facilitar a escolha e a substituição de uns alimentos por outros que lhe são semelhantes. Assim:
Grupo do leite, iogurte e queijo – fornecem principalmente proteínas de excelente qualidade, vitamina A e minerais, principalmente cálcio.
Grupo dos ovos, peixe, moluscos, crustáceos e carne – fornecem essencialmente proteínas, sendo melhores as dos ovos. O peixe tem a vantagem de ser melhor digerido que a carne e de ter gorduras mais saudáveis.
Grupo do azeite, óleo, manteiga e banha – fornecem lípidos (gorduras) e vitaminas.
A manteiga é melhor que a margarina, o óleo deve ser usado em saladas e a banha nos cozinhados. O azeite é excelente quer para as saladas, quer para os cozinhados.
Grupo dos cereais, pão, massa, feijão, ervilhas, batatas e outros produtos hortícolas – fornecem glícidos, vitaminas e fibras, principalmente os cereais se não forem muito branqueados. Por exemplo o pão de mistura contem muito mais fibras que o pão branco. O mesmo se aplica ao arroz, massas e farinhas.
Grupo de frutas e legumes – fornecem vitaminas, minerais e fibras. A fruta deve ser comida com casca, sempre que é adequado.
A água está presente, em maior ou menor quantidade, na maioria dos alimentos. Apesar disso, deve ser consumida todos os dias em grande quantidade, pelo menos 1,5 L/dia.
Lei IV – As Quantidades de Alimentos
Devido às suas características, os alimentos devem ser consumidos em diferentes quantidades. De mais para menos, a quantidade de consumo dos diferentes grupos de alimentos deve ser:
1. Frutas e legumes
2. Cereais, feijão, batatas, pão, massa e outros produtos hortícolas
3. Leite, iogurte e queijo
4. Ovos, peixe, moluscos, crustáceos e carne
5. Azeite, óleo, manteiga e banha
Lei V – Algumas Regras Alimentares
Como no desporto também a alimentação tem regras que se devem respeitar. E elas são:
Não estar mais de três horas, três horas e meia sem comer;
Nunca deixar de tomar o pequeno-almoço, que deve ter alimentos de todos os grupos ou seja, deve ser rico e completo;
Preferir os alimentos cozidos, grelhados ou assados. Evitar o mais possível os fritos;
Preferir no pão, massas e cereais os mais escuros aos mais claros;
Consumir 0,5 L de leite ou derivados, por dia;
Evitar guloseimas e outros doces;
Consumir moderadamente bebidas alcoólicas e só a acompanhar as refeições. Se não se tem o hábito de beber, é escusado iniciá-lo.
Como no desporto também a alimentação tem regras que se devem respeitar. E elas são:
Não estar mais de três horas, três horas e meia sem comer;
Nunca deixar de tomar o pequeno-almoço, que deve ter alimentos de todos os grupos ou seja, deve ser rico e completo;
Preferir os alimentos cozidos, grelhados ou assados. Evitar o mais possível os fritos;
Preferir no pão, massas e cereais os mais escuros aos mais claros;
Consumir 0,5 L de leite ou derivados, por dia;
Evitar guloseimas e outros doces;
Consumir moderadamente bebidas alcoólicas e só a acompanhar as refeições. Se não se tem o hábito de beber, é escusado iniciá-lo.
Lei VI – Os Dias de Treino e do Jogo
São poucas as alterações, ao nível da alimentação, para quem tem uma actividade física regular. Há necessidade de aumentar na generalidade a quantidade de comida. As proporções em relação aos alimentos devem manter-se e é necessário ajustar os horários das refeições em função do treino/jogo. As refeições antes e após o treino/jogo são aquelas que devem obedecer com maior rigor às necessidades especificas desses dois momentos e devem ser compostas por:
Sopa: caldo fino e passado, com couves e engrossado com arroz ou massa acrescentada de um fio de azeite;
Prato: peixe magro, lulas ou polvo com batata, arroz ou massa. Estes alimentos devem ser cozidos ou grelhados, mas nunca fritos. A carne magra também pode ser usada na refeição após o treino/jogo, confeccionada de modo semelhante;
Pão: tostas ou pão torrado;
Sobremesa: fruta simples;
Bebida: água, chá ou sumo de fruta natural.
Lei VII – As Excepções
Claro que as “almoçaradas” e as “jantaradas” também fazem parte da vida de um
árbitro. Claro que nestas alturas a tendência é para o exagero, o que leva a desequilíbrios no regime alimentar. No entanto, o organismo humano não é uma máquina que se vicie à primeira por isso, se essas refeições mais faustosas não passarem de reais excepções, não será grande o prejuízo. Ser sensato nas decisões e equilibrado nas atitudes é mais que suficiente para se ter uma alimentação adequada à situação. Bem mais fácil do que ajuizar tudo dentro das quatro linhas, não é? Boa sorte!
Claro que as “almoçaradas” e as “jantaradas” também fazem parte da vida de um
árbitro. Claro que nestas alturas a tendência é para o exagero, o que leva a desequilíbrios no regime alimentar. No entanto, o organismo humano não é uma máquina que se vicie à primeira por isso, se essas refeições mais faustosas não passarem de reais excepções, não será grande o prejuízo. Ser sensato nas decisões e equilibrado nas atitudes é mais que suficiente para se ter uma alimentação adequada à situação. Bem mais fácil do que ajuizar tudo dentro das quatro linhas, não é? Boa sorte!Etiquetas: NOTÍCIAS
Equipa da A.F.Beja no Torneio Lopes da Silva 2008
0 comentários Publicada por Dinis Gorjão à(s) 21:17Para a posterioridade aqui fica a foto da Equipa da A.F.Beja no Torneio Lopes da Silva 2008. (Clique para ampliar!)
Amanhã algumas fotos do Árbitro da A.F.Beja no Torneio - David Tripa.
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No caso particular o homem da Bandeira é Vítor Silva, da A.F.Portalegre, e que pertence ao Quadro de 1ª Categoria. O jogo em questão foi um Porto - Belenenses e os jogadores em queda eram Fucile [n.d.r.:coloquei anteriormente Quaresma por lapso] e Rodrigo Alvim.
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Alterações às Leis de Jogo Futebol 11 - NAF Figueira da Foz edita documento
0 comentários Publicada por Dinis Gorjão à(s) 19:22Foi recentemente editado o Livro de Leis de Jogo com a tradução para português mas relativo á Época 2007 pela Federação Portuguesa de Futebol. Verifica-se que a maior parte das várias Instruções Suplementares e Linhas de Orientação para Árbitros e Árbitros Assistentes introduzidas nesta edição, com o intuito de uniformizar critérios de actuação, já são aplicadas em Portugal, o que certamente é um grande motivo de orgulho para todos nós.
O Núcleo de Árbitros de Futebol da Figueira da Foz editou uma publicação de 24 páginas onde identifica, enumera e explica com precisão as referidas alterações.
O Apito Bejense recomenda então que todos os interessados acedam ao documento e que o leiam com muita atenção.
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Plano de início de Época
Provas Físicas
O CA da FB adopta também as alterações às provas físicas que saíram em comunicado oficial da FPF. Ver aqui.
Albano Fialho continua
Albano Fialho, Observador de Árbitros da LPFP e Instrutor da FPF, continuará a desenvolver o seu trabalho de mérito no sentido de melhorar a arbitragem baixo alentejana. Em carta dirigida a todos os elementos da arbitragem bejense Albano conta que "depois de um longo período de ponderação, decidi em tempo oportuno partilhar com todos vocês a minha intenção de um certo afastamento..." todavia (...) "depois de estar mentalizado para o meu afastamento e ter deixado o caminho aberto para outros, surgiram vários apelos dentro e fora da arbitragem e alguns deixaram-me bastante sensibilizado ao ponto de ter entrado num período de reflexão."(...) "...irei mais uma vez abdicar de algumas coisas que gostaria de fazer e dizer a todos vós Sim".
Albano continuará assim a coordenar a Comissão de Apoio Técnico do CA da AFB.
Normas de Classificação de Árbitros e Observadores de Futebol 11
Alterações ou novidades:
- A pontuação do Relatório Técnico passa a ter no máximo 27 pontos
- Os árbitros do Grupo A da 1ª Categoria passam a ter no máximo 4 observações em vez de 5.
- No Teste Escrito passa a existir bonificação de 0,5 para quem tenha entre 90 e 100 pontos
- Os árbitros que não realizem as provas dentro dos tempos, ficam impedidos de realizar jogos como árbitros nas categorias de Seniores, Juniores A e Juniores B, até à 2ª chamada e no caso de continuar por falhar os valores mínimos, até à prova intercalar.
- A Formação de carácter obrigatório e com penalização directa na classificação é a que terá lugar anter do início dos campeonatos, onde os árbitros serão convocados para o efeito. O valor a retirar no caso de ausência não justificada é de 0,75 na classificação final.
Estas e outras informações foram remetidas pelo CA da AFB
a todos os árbitros, assistentes e observadores.
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O árbitro Duarte Gomes e os árbitros assistentes Tiago Trigo e Sérgio Lacroix foram nomeados pela UEFA para dirigir o encontro da Liga dos Campeões entre o Wisla de Cracóvia (da Polónia) e o Beitar de Jerusálem (de Israel). Hugo Miguel será o quarto árbitro da partida que se realiza no dia 5 ou 6 de Agosto. Os árbitros lusos foram inicialmente nomeados pela UEFA para dirigir o encontro da ‘Champions’ entre o MTK Budapeste (Hungria) e o Fenerbahçe (Turquia).
Jorge Sousa na Taça UEFA
O árbitro internacional Jorge Sousa (AF Porto) lidera a equipa de arbitragem escolhida para o jogo do próximo dia 31de Julho entre o FK Milano e o AC Omonia, a contar para a primeira eliminatória (segunda mão) da Taça UEFA.
Alfredo Braga (AF Braga) e José Ramalho (AF Vila Real) serão os árbitros assistentes da partida e Artur Dias (AF Porto) marcará presença enquanto 4º árbitro.
Alfredo Braga (AF Braga) e José Ramalho (AF Vila Real) serão os árbitros assistentes da partida e Artur Dias (AF Porto) marcará presença enquanto 4º árbitro.
Árbitros lusos dirigem jogos europeus
A arbitragem lusa vai estar representada em três dos próximos encontross das competições europeias. Para encontro da Liga dos Campeões que opõe o Panathinaikos, da Grécia, ao Dínamo Tbilisi (Geórgia) ou ao NSI RunaviK (Ilhas Faroé), no dia 29 ou 30 de Julho, foi nomeado Bruno Paixão, que será assistido por José Cardinal e Sérgio Serrão. Paulo Batista será o quarto árbitro. O encontro a contar para a Taça UEFA entre Áustria de Viena e o FC Tobol Kostanay (Cazaquistão) – no dia 31 de Julho – será arbitrado por Carlos Xistra. Os árbitros assistentes serão Bertino Miranda e João Santos. Vasco Santos será o quarto árbitro da partida.
A Fase Final do Campeonato da Europa Sub-19, que se disputa de 14 a 26 de Julho, na República Checa, contará com o contributo de Tiago Trigo (AF Lisboa), na categoria de árbitro assistente.
A arbitragem lusa estará igualmente representada no Futebol Feminino, tendo Berta Tavares (AF Vila Real) sido nomeada para actuar na Fase Final do Campeonato da Europa Feminino Sub-19, que terá lugar na França, de 3 a 20 de Julho.
in fpf.pt
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Substituição do Vice-Presidente do Conselho de Arbitragem da F.P.F.
0 comentários Publicada por Dinis Gorjão à(s) 18:14Segundo o Comunicado Oficial nº17 de 16 de Julho de 2008 e após reunião do Conselho de Arbitragem da F.P.F. foi decidido "De acordo com o despacho exarado pelo Sr. Presidente da Assembleia Geral da FPF, de 02.06.2008, procedeu-se na reunião de 15.07.2008 , à eleição do novo Vice Presidente deste Conselho, em substituição do anterior Vice Presidente, Sr. Francisco Fernandes Tavares da Costa que apresentou o pedido de demissão, tendo sido eleito o Sr. José António Pereira para o referido cargo."
José Pereira na foto da esquerda
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"PAIZINHO" DOS ÁRBITROS TEVE GENTE ILUSTRE A DEFENDÊ-LO
“Não sei por que o senhor está aqui, não tem nada a ver com isto...”, o desabafo, que não podemos identificar, foi dirigido ao próprio Pinto de Sousa na sala de audiências. Acusado de 26 crimes de corrupção passiva para acto ilícito, o antigo presidente do Conselho de Arbitragem da FPF – que dirigiu na década de 80 e de 1998 a 2004 – teve a defendê-lo o próprio presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, que explicou por escrito detalhes de uma polémica viagem a Moçambique que o Ministério Público entende ter sido uma das contrapartidas dadas por Valentim Loureiro ao seu consócio.As testemunhas chamadas – entre as quais Artur Santos Silva, presidente do BPI – consideram que Pinto de Sousa, na condição de empresário reputado em Moçambique, jamais precisaria de um favor de Valentim para integrar a comitiva VIP do então primeiro-ministro. Outras das contrapartidas dadas a Pinto de Sousa, segundo ainda o MP, seria a garantia de que permanecia a dirigir os árbitros na FPF, pois Valentim Loureiro, na condição de presidente da Liga, tinha posição de influência nas eleições federativas. Ninguém confirmou que fosse assim. Pelo contrário... Muitos foram os que, no tribunal, disseram que Pinto de Sousa estava acima de qualquer suspeita.Os factos, por outro lado, mostram que o próprio Valentim Loureiro se insurgiu contra Pinto de Sousa durante a época de 2003/2004, revoltado com o facto de o presidente do CA não estar a nomear para os jogos do Gondomar SC os árbitros pretendidos pelo seu presidente, José Luís Oliveira.Pinto de Sousa estava claramente, na época de 2003/2004, sob fogo cruzado. Ao ponto de ter impedido um dos membros do seu conselho, Luís Nunes, também arguido, de nomear observadores para os jogos do Gondomar SC, quando verificou que os árbitros de Aveiro seguiam, em Novembro, destacados na frente da tabela. E também foi ele quem tomou a iniciativa de afastar Francisco Costa, outro dos réus, das nomeações dos árbitros para os jogos do Gondomar SC quando se levantou a suspeita de que seria amigo do presidente do clube rival, os Dragões Sandinenses.
Mais informação na edição impressa de Record.
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Paulo Pereira fala sobre o seu abandono da arbitragem
0 comentários Publicada por Dinis Gorjão à(s) 01:33Reportagem do Jornal O Jogo na sua edição do passado domingo.
Paulo Pereira desistiu da arbitragem "sobretudo por falta de motivação". E explica as razões principais do abandono, a nove anos de atingir o limite de idade: "Ao fim de oito anos na 1.ª categoria, regredir, e sem demérito para quem lá está, seria sempre uma situação de difícil gestão. Podia também correr o risco de as pessoas dizerem que estava desmotivado e ser até eventualmente penalizado pelos observadores por causa disso. E, em terceiro lugar, porque seria difícil continuar a conciliar a minha vida profissional pessoal com o futebol.
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"Presidente ausente"
Não estou contra nada nem contra ninguém" - foi desta forma que Paulo Pereira abriu o leque de motivos que o levaram a desistir da arbitragem na época em que foi despromovido. "Posso ter algumas razões de queixa, mas não foram esses os factores primordiais da minha despromoção. Há situações que não me agradaram e que também não agradam a todos os árbitros", referiu.O árbitro de Viana do Castelo apontou exemplos: "As classificações saíram há um mês e ainda ninguém, da Comissão de Arbitragem ou da Liga, me telefonou a dizer 'Adeus, até um dia destes', a dizer qualquer coisa." Outro problema, do qual "todos os árbitros" se queixam: "Há um grande distanciamento entre a Comissão e os árbitros. Confundem o estar perto, por exemplo nos centros de treino, com o diálogo. O presidente está frequentemente ausente no estrangeiro e, estando no futebol profissional, tem de estar, naturalmente, presente. E não há, de facto, um bom relacionamento com os árbitros, nomeadamente os internacionais, com quem há problemas, graves, de falta de diálogo."
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"Esta Comissão não fez nada"
Os árbitros tinham grandes expectativas em relação a Vítor Pereira. "Pela primeira vez, teríamos um presidente com o seu mediatismo", diz Paulo Pereira, sublinhando: "Foi a grande aposta de Hermínio Loureiro; pensávamos que faria uma revolução, como alterar regulamentos - por exemplo tomar uma posição forte sobre a reclamação dos clubes, factor de desestabilização - ou profissionalizar a arbitragem". A verdade é que, argumenta, "passou um ano e meio e não foi feito nada. A anterior comissão, que passou pelo Apito Dourado e por uma série de confusões, alterou algumas coisas. Esta, não fez nada, por falta de coragem ou por comodismo".Outro ponto negativo da actual gestão: o grau de nomeação atribuído pela CA aos jogos: "Sabemos que vai de 0,25 a 0, 625 mas falta conhecer o critério. Sabemos apenas no final da época os graus que nos foram atribuídos".
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Reportagem do Jornal O Jogo na sua edição do passado domingo.
Três da tarde, estádio do Aliados de Lordelo. Foi ali, no campo do clube da vila com pouco mais de 10 mil habitantes onde nasceu e reside, que combinámos o encontro com Jorge Sousa, primeiro classificado de 2007/08 do quadro de 25 árbitros dos campeonatos profissionais. À entrada, mais de 20 futuros craques do clube fundado em 1950 esperam ansiosamente pela hora do jogo com o Gondim, o último da época dos infantis dos Distritais da AF Porto. Estava um calor abrasador. Mesmo assim, os miúdos não se importavam. "Vamos jogar na relva pedrada", dizia um deles, enquanto um outro respondia a uma pergunta de um amigo relacionada com as notas. "Tiveste quase tudo cincos? Eu tive dois e já foi bem bom."
Pouco depois, chegava Jorge Sousa, com Artur Soares Dias ao volante. Cumprimentos, abraços dos técnicos dos infantis e, por solicitação nossa, a abertura das portas do estádio. "Temos que esperar pelo director?", perguntámos. Jorge Sousa, com toda a calma, desloca-se até a uma das portas dos balneários e traz as chaves. Subimos ao relvado, cumpriu-se o ritual das fotografias e, entretanto, Jorge Sousa sugere "um café" para conversarmos. Dissemos que tínhamos de esperar mais uns minutos, estava a chegar uma surpresa, a prenda de O JOGO para o árbitro que fez 33 anos no dia em que soube que era o melhor de 2007/08. "Surpresa?", Jorge Sousa fica intrigado. Descobre que o amigo Artur sabia quem era, mas não tira uma palavra do segundo árbitro mais novo do quadro da Liga - o mais novo é o transmontano Rui Silva. Chega então Bertino Miranda, "bicampeão dos assistentes", que acompanhou Jorge Sousa em quatro jogos na época passada (os outros assistentes do árbitro nascido a 18 de Junho de 1989 foram José Luís Melo, José Ramalho, António Vilaça, Vítor Carvalho e João Santos).
Estava reunido um bom trio do Porto. Dois internacionais e líderes das respectivas classificações, e um outro, Artur Soares Dias, filho de um ex-árbitro e colunista de O JOGO, a quem deixou uma dedicatória especial. A família é, aliás, sublinhada por qualquer um destes árbitros: "Imprescindível", defendem.
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Pouco depois, chegava Jorge Sousa, com Artur Soares Dias ao volante. Cumprimentos, abraços dos técnicos dos infantis e, por solicitação nossa, a abertura das portas do estádio. "Temos que esperar pelo director?", perguntámos. Jorge Sousa, com toda a calma, desloca-se até a uma das portas dos balneários e traz as chaves. Subimos ao relvado, cumpriu-se o ritual das fotografias e, entretanto, Jorge Sousa sugere "um café" para conversarmos. Dissemos que tínhamos de esperar mais uns minutos, estava a chegar uma surpresa, a prenda de O JOGO para o árbitro que fez 33 anos no dia em que soube que era o melhor de 2007/08. "Surpresa?", Jorge Sousa fica intrigado. Descobre que o amigo Artur sabia quem era, mas não tira uma palavra do segundo árbitro mais novo do quadro da Liga - o mais novo é o transmontano Rui Silva. Chega então Bertino Miranda, "bicampeão dos assistentes", que acompanhou Jorge Sousa em quatro jogos na época passada (os outros assistentes do árbitro nascido a 18 de Junho de 1989 foram José Luís Melo, José Ramalho, António Vilaça, Vítor Carvalho e João Santos).
Estava reunido um bom trio do Porto. Dois internacionais e líderes das respectivas classificações, e um outro, Artur Soares Dias, filho de um ex-árbitro e colunista de O JOGO, a quem deixou uma dedicatória especial. A família é, aliás, sublinhada por qualquer um destes árbitros: "Imprescindível", defendem.
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Confissões
Passatempos preferidos: Golfe, ski e viajar
O apito "é um instrumento", o Apito Dourado "uma tristeza", os dirigentes não passam de "pessoas que fazem parte do futebol, os treinadores são líderes, os jogadores são craques e família fundamental". Estas, algumas confissões de Artur Soares Dias, licenciado no Instituto Superior de Línguas e Administração (ISLA) de Vila Nova de Gaia. Nova Iorque é vista como "uma cidade de sonho" pelo árbitro da AF Porto que adora viajar, jogar golfe, praticar ski e ir ao cinema. "Vejo filmes todos os domingos à noite, mas dez minutos depois de sair de uma das salas de um centro comercial de Gaia já não me lembro do filme que acabei de ver". Por isso mesmo, é que não se lembra do filme que mais o marcou.
O apito "é um instrumento", o Apito Dourado "uma tristeza", os dirigentes não passam de "pessoas que fazem parte do futebol, os treinadores são líderes, os jogadores são craques e família fundamental". Estas, algumas confissões de Artur Soares Dias, licenciado no Instituto Superior de Línguas e Administração (ISLA) de Vila Nova de Gaia. Nova Iorque é vista como "uma cidade de sonho" pelo árbitro da AF Porto que adora viajar, jogar golfe, praticar ski e ir ao cinema. "Vejo filmes todos os domingos à noite, mas dez minutos depois de sair de uma das salas de um centro comercial de Gaia já não me lembro do filme que acabei de ver". Por isso mesmo, é que não se lembra do filme que mais o marcou.
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Apito Dourado
Apito Dourado
Nome de código mal escolhido
Um desafio, simples e directo: fazer um breve comentário a matérias ligadas ou não à arbitragem ou ao futebol. Apito Dourado? "Um nome de código mal escolhido", respondeu Jorge Sousa, explicando: "Quando se atribuiu esse nome de código a essa investigação ficou-se com a ideia de que isto seria algo relacionado com árbitros e, no fundo, os árbitros envolvidos são uma minoria no universo total das pessoas implicadas". Mais perguntas, mais respostas prontas: dirigentes? "Deixem-nos trabalhar"; treinadores? "Ponham o pessoal a jogar"; jogadores? "Brilhem, divirtam as pessoas". Outras questões: Filme da vida? "Gostei muito de Ben-Hur e da Tempestade"; uma viagem de sonho? "México".
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Um desafio, simples e directo: fazer um breve comentário a matérias ligadas ou não à arbitragem ou ao futebol. Apito Dourado? "Um nome de código mal escolhido", respondeu Jorge Sousa, explicando: "Quando se atribuiu esse nome de código a essa investigação ficou-se com a ideia de que isto seria algo relacionado com árbitros e, no fundo, os árbitros envolvidos são uma minoria no universo total das pessoas implicadas". Mais perguntas, mais respostas prontas: dirigentes? "Deixem-nos trabalhar"; treinadores? "Ponham o pessoal a jogar"; jogadores? "Brilhem, divirtam as pessoas". Outras questões: Filme da vida? "Gostei muito de Ben-Hur e da Tempestade"; uma viagem de sonho? "México".
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Sporting-Benfica
Um jogo muito divertido
Bertino Miranda foi um dos assistentes de Jorge Sousa no célebre 5-3 do Sporting ao Benfica (o outro foi José Luís Melo), nas meias-finais da Taça de Portugal de 2007/08. "Esse jogo foi muito divertido, no final do jogo estávamos todos muito felizes, e ainda teve um prémio: foi disputado na véspera do dia em que nasceu a filha do Jorge, portanto, estávamos todos bem dispostos e acabou por correr muito bem". Outras confissões do escriturário que está a tirar a licenciatura em Contabilidade e Administração: "Os meus passatempos? Estar com a família e brincar com a Luísa, a minha filha de seis anos". Faltava, claro, saber como define a bandeirinha: "A minha ferramenta".
Bertino Miranda foi um dos assistentes de Jorge Sousa no célebre 5-3 do Sporting ao Benfica (o outro foi José Luís Melo), nas meias-finais da Taça de Portugal de 2007/08. "Esse jogo foi muito divertido, no final do jogo estávamos todos muito felizes, e ainda teve um prémio: foi disputado na véspera do dia em que nasceu a filha do Jorge, portanto, estávamos todos bem dispostos e acabou por correr muito bem". Outras confissões do escriturário que está a tirar a licenciatura em Contabilidade e Administração: "Os meus passatempos? Estar com a família e brincar com a Luísa, a minha filha de seis anos". Faltava, claro, saber como define a bandeirinha: "A minha ferramenta".
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Jorge Sousa"A minha melhor época ainda está para chegar"
Primeiro, duas dedicatórias: à família e a todos os assistentes, em especial José Luís e José Ramalho.
Depois, Jorge Sousa responde a uma questão muito simples: até onde pensa que pode chegar? "Desde sempre que os meus objectivos foram pensados a curto prazo. Nunca estipulei metas a médio ou a longo prazo. O meu objectivo é quase como o dos treinadores ou dos jogadores: jogo a jogo. O meu objectivo imediato é preparar-me bem para o curso de Melgaço [começa dia 22]. Ou seja, quero estar bem preparado física, técnica e mentalmente para o início de época, com a intenção de encarar os jogos de uma forma séria e responsável."
Embora tenha ficado pela primeira vez na frente da tabela classificativa dos árbitros, Jorge Sousa espera fazer muito mais: "Não acho que tenha sido a melhor de sempre. A minha melhor época de sempre ainda está para chegar", garante.
O internacional do Porto diz ainda que nunca imaginaria ser primeiro classificado do quadro de árbitros dos campeonatos profissionais quando decidiu entrar "numa actividade aliciante": "Quando estava a tirar o curso de árbitros nem me imaginava a apitar um jogo, quanto mais em ser primeiro classificado de seja o que for. Posso até dizer que comecei na arbitragem sem querer."
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Artur Soares Dias"Devo ao meu pai o sonho que estou a viver"
Artur Soares Dias não se esquece do último jogo da carreira do pai, no Funchal. "Fui com ele e ofereceu-me a camisola". Uma prenda entretanto retribuída: "Numa época que me correu especialmente bem, também nos Barreiros, tive a oportunidade de lhe oferecer a camisola", confidencia, sublinhando a importância que Soares Dias, ex-árbitro de 1ª categoria, na sua evolução: "A influência que é exercida pelas pessoas que a rodeiam é motivo de sucesso ou insucesso. O meu pai é um motivo de orgulho e de sucesso para mim. Devo-lhe muito do sonho que estou a viver desde que subi à 1ª categoria há três anos".
Continuar a trabalhar para "atingir mais altos voos" é o objectivo do árbitro que ficou em terceiro lugar "fruto do trabalho e da dedicação, como nunca tinha feito até ao momento, e das oportunidades" que lhe foram dadas. E também, claro, pela forma como conseguiu "ultrapassar verdadeiras provas de fogo".
Artur Soares Dias"Devo ao meu pai o sonho que estou a viver"Artur Soares Dias não se esquece do último jogo da carreira do pai, no Funchal. "Fui com ele e ofereceu-me a camisola". Uma prenda entretanto retribuída: "Numa época que me correu especialmente bem, também nos Barreiros, tive a oportunidade de lhe oferecer a camisola", confidencia, sublinhando a importância que Soares Dias, ex-árbitro de 1ª categoria, na sua evolução: "A influência que é exercida pelas pessoas que a rodeiam é motivo de sucesso ou insucesso. O meu pai é um motivo de orgulho e de sucesso para mim. Devo-lhe muito do sonho que estou a viver desde que subi à 1ª categoria há três anos".
Continuar a trabalhar para "atingir mais altos voos" é o objectivo do árbitro que ficou em terceiro lugar "fruto do trabalho e da dedicação, como nunca tinha feito até ao momento, e das oportunidades" que lhe foram dadas. E também, claro, pela forma como conseguiu "ultrapassar verdadeiras provas de fogo".
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Bertino Miranda"Falta-me um Europeu ou um Mundial"
"Sou bi, bicampeão", diz Bertino Miranda. Uma tirada que merecia uma pergunta simples: qual a sensação de ser bicampeão dos assistentes? "A melhor é sempre a primeira vez", acrescenta com mais risos por parte dos amigos Jorge Sousa e Artur Soares Dias. Esta época, acabou por não ser muito complicada. "Desde que fiquei em primeiro lugar, as épocas são todas fáceis. Encaramos tudo com outra confiança, com outra convicção", argumenta.
Um discurso que não impede Bertino Miranda de apontar metas ambiciosas para atingir num futuro próximo: "Ainda me falta alcançar tudo, porque no fundo não alcancei nada! Não ando na arbitragem para ficar em primeiro lugar, mas para arbitrar jogos. Falta-me fazer a fase final de um Europeu ou de um Mundial. Esses é que são os meus grandes objectivos, os meus grandes sonhos na arbitragem", observa o árbitro-assistente que agradece a influência do irmão Vítor, também árbitro, e de um amigo de infância.
Bertino Miranda"Falta-me um Europeu ou um Mundial""Sou bi, bicampeão", diz Bertino Miranda. Uma tirada que merecia uma pergunta simples: qual a sensação de ser bicampeão dos assistentes? "A melhor é sempre a primeira vez", acrescenta com mais risos por parte dos amigos Jorge Sousa e Artur Soares Dias. Esta época, acabou por não ser muito complicada. "Desde que fiquei em primeiro lugar, as épocas são todas fáceis. Encaramos tudo com outra confiança, com outra convicção", argumenta.
Um discurso que não impede Bertino Miranda de apontar metas ambiciosas para atingir num futuro próximo: "Ainda me falta alcançar tudo, porque no fundo não alcancei nada! Não ando na arbitragem para ficar em primeiro lugar, mas para arbitrar jogos. Falta-me fazer a fase final de um Europeu ou de um Mundial. Esses é que são os meus grandes objectivos, os meus grandes sonhos na arbitragem", observa o árbitro-assistente que agradece a influência do irmão Vítor, também árbitro, e de um amigo de infância.
Etiquetas: NOTÍCIAS
Fotos dos Jogos Desportivos da Câmara Municipal de Ferreira - Torneio de Futsal
0 comentários Publicada por Dinis Gorjão à(s) 00:56
Bruno Vieira e Dinis Gorjão, os árbitros do jogo da Final do Torneio de Futsal.
Fotografia na formação ... para a posterioridade
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Outras fotos do jogo da Final.
Encerrou no dia 11 de Julho (sexta-feira) a 20ª edição dos Jogos Desportivos do Concelho de Ferreira do Alentejo.
No total foram cerca de 2000 os participantes divididos pelas 22 modalidades à disposição dos naturais, residentes ou trabalhadores no concelho. Está de parabéns a autarquia pelo empenho em proporcionar a prática desportiva a um número cada vez maior de ferreirenses.
Os Jogos Desportivos encerraram com uma demonstração de Wing Tsun (defesa pessoal - atletas do Ginásio Clube Ferreirense), Desfile dos atletas e equipas classificados em primeiro lugar de todas as modalidades e por último com a Final de Futsal Sénior que opôs a Freguesia de Canhestros à equipa da Padaria Fralda Alves.
Quanto à arbitragem deste torneio, esta ficou a cargo de Edgar Gaspar, Dinis Gorjão, Bruno Vieira, Nélson Rosa e José Pereira.
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