Fotos do Fim de Semana...

... João Carlos Jacinto (Árbitro), João Pereira e Sérgio Teixeira (Árb. Assistentes) no jogo de Sábado Despertar - Barrancos da 2ª Fase da 2ª Distrital da A. F. Beja.

2ª Divisão 2ª Fase Subida Série D
Atlético - Olivais e Moscavida: Marco Trombinhas
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3ª Divisão 2ª Fase Subida Série F
Fabril - Barreirense: Manuel Custódio (Observador)
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3ª Divisão 2ª Fase Manutenção Série F1
Lus. Évora - Almansilense: Edgar Gaspar
Imortal - Silves: Luís Lameira
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Iniciados 2ª Fase Zona D
Sporting - Leiria: João Constantino

Despertar - Barrancos
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Árbitro: João Carlos Jacinto
Árb. Assistentes: Sérgio Teixeira e João Pereira

Beira Serra - Sanluizense

Árbitro: António Bernardino
Árb. Assistentes: Frederico Narra e Edgar Gaspar

David Tripa no Aldenovense - São Marcos; António Fernandes no Vasco da Gama - Piense; César Leitão no Serpa - Milfontes; Luís Diogo no Ferreirense - Cabeça Gorda; Daniel Lança no Almodôvar - Entradense; André Baltasar no Castrense - Moura; Dário Dias no Odemirense - Desp. Beja.

Final da Taça de Infantis

Árbitro: Bruno Vieira
Amanhã às 10h
Complexo Desportivo Fernando Mamede B (Relvado Sintético)
Moura - Ourique

Final da Taça de Escolas

Árbitro: Adão Henriques
Amanhã às 11h30
Complexo Desportivo Fernando Mamede B (Relvado Sintético)
Operário - Alvito

Nomeações AFBeja


Clique aqui para aceder às

Nomeações dos Árbitros

para os jogos da A.F.Beja

no próximo fim de semana.

Pergunta 22
Pergunta 23
Pergunta 24

Ouça as declarações de Mário Jorge Burrica - Presidente da Direcção do Núcleo de Árbitros de Futebol Armando Nascimento - Beja, na passada Segunda - Feira aos microfones da Rádio PAX.

O assunto em causa foi o reinício da Final da Taça do Distrito de Futsal e o Acórdão do Conselho de Disciplina da A. F. Beja que tal deliberou, bem como as acusações de "protagonista" ao árbitro da partida - Edgar Gaspar.

A opinião de ... Jaime Vieira

O bode expiatório

Existe um princípio, diria mesmo um preconceito anti-árbitro, que começa nos atletas, passa pelos dirigentes e acaba no público, que leva muitas vezes, mesmo antes do início do jogo, à rejeição do juiz nomeado para determinada partida.
Para que possamos sustentar os motivos dessa rejeição, teremos de ter como base quase sempre, o insucesso desportivo de determinada equipa, que à falta de melhores argumentos, ignorando as suas limitações, físicas – técnicas - tácticas e por vezes o desconhecimento das regras, (por parte nomeadamente do público), arranjam assim em conjunto, um bode expiatório onde possam exorcizar todas as suas frustrações desportivas e outras, esse alvo chama-se árbitro.
Não quero dizer com isto, que os árbitros não erram ou que são infalíveis, claro que erram.
Mas não erram os dirigentes entre outras formas, quando contratam treinadores que ficam muito aquém das suas expectativas?
Não erram os dirigentes quando não conseguem cumprir os contratos que assinam com os atletas, ao não lhes serem pagas as verbas acordadas, fazendo com que a má prestação desportiva destes, se transforme numa forma de contestação?
Não continuam a errar os dirigentes quando ao alhearem-se da vida associativa e federativa da modalidade, permitem que aqueles que dizem que negativamente a têm servido, assumam quase de forma unilateral as suas rédeas?
Não erram os treinadores quando delineiam ou gizam uma determinada táctica de jogo desajustada a determinado adversário ou situação?
Não erram os treinadores quando aconselham a contratação de determinado “craque” e depois vêm que apostaram no “cavalo” errado?
Não erram os treinadores ao não conseguirem uma estabilidade quer emocional quer psicológica no grupo de trabalho, de forma a conseguir do colectivo a produtividade desejável?
Não erra o público quando exige do plantel que compõe a sua equipe do coração, a qualquer custo uma prestação acima da qualidade dos atletas?
Não erra o publico quando por comodidade aceita de forma passiva a má gestão dos recursos do seu clube, levada a cabo por indivíduos incompetentes e por vezes sem escrúpulos?
Não erram os atletas quando de forma escandalosa sofre ou não marcam golos?
Não erram os atletas quando desonestamente, simulam faltas tentando tirar partido de uma decisão errada dos árbitros, ou tentando “incendiar” o campo e as bancadas?

Quem não errou que atire a primeira pedra, tenhamos pelo menos a noção racional de que errar é humano. Se partirmos desta perspectiva, tão moral quanto verdadeira, certamente beneficiamos o espectáculo, promovemos a modalidade e trazemos mais público aos campos de futebol.
Jaime Vieira
(Árbitro da 1ª Categoria de Hóquei em Patins
e Observador de Árbitros de Futebol de 11 na A.F.Beja)

CO 264‏ da FPF

Conheces o Comunicado Oficial nº 264 da Federação Portuguesa de Futebol de 19 de Fevereiro de 2008?
Pelos vistos os árbitros têm-se esquecido (ou não conhecem) deste comunicado.
Clica aqui para acederes a esse mesmo comunicado.


Os árbitros portugueses Olegário Benquerença (AF Leiria), José Cardinal (AF Porto) e Bertino Miranda (AF Porto) foram nomeados para integrarem a equipa de arbitragem do Emir Cup do Qatar.

Os árbitros internacionais viajarão para o Qatar para apitar um jogo que se realizará dia 26 ou 27 de Abril.

Pergunta 19
Pergunta 20
Pergunta 21

A opinião de ... Dinis Gorjão

Ser árbitro de futebol não é para quem quer,
é para quem tem jeito

Todos conhecemos histórias, e todos conhecemos aquela de um gaiato que um dia quis ser jogador de futebol, que gostava tanto de dar uns pontapés na redondinha que só não dormia com ela porque os seus pais não o deixavam. Todavia não era carreira que ele pudesse seguir, não tinha qualidade para tal, pelo menos não passaria dos campos distritais. Ou também conhecem aquela história da menina que queria cantar, mas a voz não ajudava.
Esta introdução serve para dizer que talvez os árbitros não são todos aqueles que não conseguiram ser jogadores de futebol, ou todos aqueles que não tem ocupação de fim-de-semana. Terá que existir algum talento inato.
Nos distritais há muitos casos de árbitros que ao fim de pouco tempo (2/3 épocas) de actividade acabam por desistir e dedicar o seu tempo a outra coisa qualquer.
Ser árbitro de futebol não é para quem quer, é pois para aqueles que tem mais jeito e o demonstram, o desenvolvem, o lapidam e se esforçam. A ideia de que qualquer pessoa pode ir para um campo de apito na boca ou bandeirola na mão afigura-se pois completamente errada.
Em primeira instância estão as condicionantes do perfil psicológico ou temperamental. Cada pessoa tem o seu carácter, a sua auto confiança, que nem sempre é imune ao choque da relação com o público. Um árbitro deve ter total controlo do seu equilíbrio emocional, para nos momentos mais complicados não vacilar.
Depois vem a condição física. Antigamente tínhamos o mal falado teste cooper, autêntica dor de cabeça que tirava horas de sono a muitos, mas daí já se fez história e os actuais testes físicos não são nada dóceis. Se alguém chega aos 20 anos e adere à arbitragem, não tendo hábitos desportivos de rotina ou preparação física adequada então vai ter um árduo caminho a percorrer.
Em seguida o gosto pelo futebol também é importante, um árbitro é amador, é aquele que ama o que faz. Um árbitro tem que gostar muito de futebol. Entendê-lo, percebê-lo, saber a sua história e a sua génese, que lhe dará no terreno maior astúcia e perspicácia. Um árbitro tem que ler o jornal desportivo e estar actualizado com o desporto rei.
Um Árbitro para além de ser preparado para julgar, é um ser humano com vida pessoal. E aqui também se toca num ponto essencial. Não se é só árbitro no estádio. É-se árbitro toda a semana e toda e qualquer atitude menos própria no nosso dia a dia nos pode porventura nos descredibilizar.
Queres ser árbitro? Demonstra organização, disciplina, responsabilidade e cumpre os horários e compromissos, pois estes são os princípios fundamentais para se obter sucesso e reconhecimento.

Com a a convicção de quem assinala uma falta no terreno de jogo, o árbitro Pedro Henriques foi peremptório em elogiar, na Antena 1, a iniciativa de Luís Filipe Vieira junto da Liga: "Se tem dados concretos fez muito bem em expô-los."
O juíz vai bem mais longe na interpretação das leis da ética. "Acho que todas as pessoas que saibam coisas menos correctas sobre futebol e arbitragem devem prestar declarações nas instâncias próprias. Se o sr. presidente do Benfica tem dados concretos, acho que faz muito bem em expô-los, em denunciá-los. Veremos se há dados concretos, mas todos os que andamos no futebol, se temos conhecimento de situações menos correctas, menos honestas, menos verdadeiras, devemos, ou por sermos chamados ou duma forma voluntária, expô-las, numa primeira fase nas instâncias desportivas, nas instâncias judiciais numa fase posterior", concluiu Pedro Henriques.
in Record

O presidente da APAF responde sem hesitar às palavras do líder do Benfica Luís Filipe Vieira quanto à necessidade de denunciar eventuais pressões sobre a arbitragem: "Os árbitros não têm medo." Para António Sérgio, ouvido pela Antena 1, os membros da APAF sabem o que têm de fazer caso haja contactos menos correctos: "Não sei se há árbitros pressionados, mas se sim só têm de relatar essas circunstâncias à Comissão de Arbitragem no termos gerais. É o dever deles, e é o que tem contecido desde sempre. Não é agora que vem alguém dizer que tenham ou não tenham medo. Os árbitros não têm medo, nem tiveram, nem vão ter, nem o seu presidente, nem o presidente da Comissão de Arbitragem."
"Sei lá se há pressões!"
O dirigente da associação dos árbitros não escamoteia, ainda aos microfones da Antena 1, o problema: "Se tivermos conhecimento de situações só nos compete denunciá-las. Se há pressões? Sei lá se há pressões! Vivemos numa sociedade aberta, diz-se o que entende e cada um sente-se ou não pressionado como entende. Se sentir, caso receba telefonemas, ou contactos por escrito, deve denunciá-los, como é normal."
in Record

Nomeações LPFP

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Taça Uefa
Rangers - Fiorentina: Kyros Vassaras com Dimitris Bozatzidis e Dimitris Saraidaris
Bayern Munique - Zenit Petersburg: Lubos Michel com Roman Slysko e Martin Balko
Liga dos Campeões
Liverpool - Chelsea: Konrad Plautz com Egon Bereuter e Markus Mayr
Barcelona - Man. Utd: Massimo Busacca com Matthias Arnet e Stéphane Cuhat

Futsal: Conselho de Disciplina A.F.Beja
decide jogar 5 minutos da final da taça

Conselho de Disciplina da Associação de Futebol de Beja decidiu jogar os 5 minutos que faltavam da final de futsal. Em causa uma agressão ao árbitro. Veiga Trigo diz ser “uma fantochada”.
O Conselho de Disciplina da Associação de Futebol de Beja decidiu que se joguem os últimos cinco minutos da final de futsal que coloca frente-a-frente a Sociedade Almodovarense e o Vasco da Gama, que o primeiro vencia por 10-5, quando o jogador Luís Isidro, do clube de Vidigueira, agrediu o árbitro Edgar Gaspar, com uma cabeçada na testa.
Veiga Trigo, ex-árbitro internacional, diz que a decisão “é uma fantochada do Conselho de Disciplina, sustentando que o resultado “deveria ser homologado e o jogo dado com terminado”.
O jogo realizou-se no dia 8 de Março, o acórdão
(leia aqui a decisão do C.D. da A.F.Beja) com a decisão tem a data de 9 de Abril, mas, a data de realização dos derradeiros 5 minutos, ainda não está marcada.

Pergunta 16
Pergunta 17
Pergunta 18

Lei 3 - Número de Jogadores

Em todos os testes escritos que os árbitros de Futebol 11 têm realizado nas últimas 2/3 épocas têm surgido várias perguntas sobre um tema inevitável - Número de Jogadores. É então uma matéria importante que deve estar na ponta da língua. Tome nota das várias situações e fique a saber como resolvê-las.






Final da Taça da A. F. Évora

Foto da final da Taça do Distrito da A. F. Évora realizada no passado sábado entre as equipas do Atlético de Reguengos e do Alcáçovas. A equipa de arbitragem foi constituída por Joaquim Rabasqueira (Árbitro), Valter Rufo e Bruno Rebocho (Assistentes) e Carlos Rodrigues (4º Árbitro). A foto foi retirada de http://alcacovas.blogs.sapo.pt/.

"Depois da Rádio Pax ter divulgado em exclusivo na passada quinta-feira que os últimos 5 minutos da Final da Taça do Distrito em Futsal iriam ser jogados, o Conselho de disciplina da Associação de Futebol de Beja publicou no dia seguinte, na página oficial da Instituição que dirige o futebol distrital, o Acordão final sobre o caso da agressão do jogador Luis Isidro do Vasco da Gama da Vidigueira ao árbitro Edgar Gaspar. Ora o Conselho de Disciplina, por mais estranho que pareça, considerou que foi o árbitro que quis protagonismo e que não viu nada para que o jogo fosse terminado.As reacções a este caso não se fizeram esperar e o Presidente do Núcleo de árbitros Armando Nascimento de Beja disse à Rádio Pax que o Conselho de Disciplina deveria ter sido idóneo e não o foi e que é do conhecimento publico que o Árbitro foi pressionado por altos dirigentes da Associação de Futebol de Beja para terminar o jogo, uma vez que havia uma taça para entregar, e como o árbitro não o fez, esta foi uma espeçie de vingança por este não lhes ter feito o gosto. Mário Burrica vai mais longe e considera que “o Conselho de Disciplina, por estar de saída, tirou mal a fotografia”. Burrica considera que noutros casos se decidiu depressa e que os árbitros nunca estiveram em causa e estranha o facto de neste processo o Conselho de Disciplina tenha feito juizos de valor.Tentámos uma reacção com o árbitro Edgar Gaspar que não quis tecer qualquer comentário, tambem o presidente do Conselho Regional de Arbitragem não quis fazer comentários alegando que ainda não conhecia o teor do acordão.Ao que a Rádio Pax apurou, o castigo ao Jogador ainda não foi revelado mas Luis Isidro poderá ficar afastado do Futebol cerca de 6 meses".
Nuno Lima - Notícia retirada do site da Rádio Pax

Segundo consta o jogador agressor vai ter um castigo de 6 meses. Tendo em conta que o jogo se realizou a 8 de Março, juntem-lhe então os referidos 6 meses e estamos a 8 de Setembro. Se pensarmos que o Campeonato de Futsal vai iniciar-se em finais de Outubro então na 1ª jornada da competição o jogador já poderá jogar.
Casos análogos já aconteceram com os castigos a serem cumpridos no verão ou quando não há competição. Se a situação se verificar como o Nuno Lima nos conta esta bela narrativa começa a cair no ridículo. E quem são os «protagonistas»?

Da esquerda para a direita: Ricardo Cabecinha, Alan Black, Carlos Nilha, Nélson Barbosa, José Soeiro, Yader Reyes, Manuel Anselmo, José Pereira, Paulo Baptista e Vítor Silva.

Esta foi a comitiva de árbitros selecionados para dirigir os jogos do Torneio Campos Verdes realizado na semana passada. Na foto está também José Pereira (representante do CA da FPF) e José Soeiro (CA da AFB).
* A foto foi cedida por Ricardo Cabecinha

Pergunta 13
Pergunta 14
Pergunta 15

Grande Penalidade



Algumas situações que podem ocorrer aquando da marcação dos pontapés de grande penalidade. Tome nota.


 

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