Os pisos do futuro já são presente. Lentamente ou não, a relva sintética está a instalar-se em Portugal, com cerca de 300 rlavdos artificiais já em funcionamento. Nos clubes de futebol, um sintético garante uma redução nos avultados gastos de manutenção. Não é que a instalação seja mais barata que a de um piso de relva natural. Na verdade, um piso sintético, como o que o Sporting foi inaugurar ao estádio Luzhniki, quando defrontou o Spartak de Moscovo para as competições europeias na época 2006/07, custa entre 300 e 500 mil euros, sendo um um relvado natural não ultrapassa os 200 mil. É na sua manutenção que chega a verdadeira poupança. Um sintético não precisa de ser regado. Precisa apenas de ser escovado, de preferência diariamente. Os custos de manutenção ficam em cerca de dois mil euros por ano. A relva natural exige outros cuidados e manutenção especializada, que varia de acordo com os climas. A manutenção, por semestre, incluindo litros e litros de água de rega, fica em cerca de 50 mil euros. Outra vantagem do sintético é que suporta temperaturas até 50 graus negativos, onde não há relva natural que resista. Mas, como em tudo, há críticos. Há os que defendem que a pureza do futebol está em causa com a adopção de pisos sintético, há jogadores que prometem arrumar as botas se os sintéticos proliferarem, há os médicos que referem que os sintéticos são sinónimos de lesões graves, há relatórios mais ou menos científicos que apontam riscos de saúde, como a existência de virus associados aos pisos sintéticos. Porém, este argumentos não têm colhido na UEFA e na FIFA, organismos decisores. E, como os relatórios são como as sondagens, a FIFA apoiou a elaboração de um estudo aprofundado sobre os pisos sintéticos e a sua relação com o espectro da lesões, cavalo de batalha dos "inimigos" do artificial. Este estudo, conduzido por especialistas suecos, chegou a conclusão que os sintéticos "de última geração" são mais seguros para os jogadores. Acompanhando 500 jogadores em mais de 80 mil horas de competição, o número de lesões é inferior à média que se regista num piso de relva natural. Naturalmente, a FIFA usou este estudo para acelerar a sua implementação, apesar de ser sobejamente conhecido, por exemplo, que uma queda num sintético, por ser uma superfície quente, fere muito mais do que em relva natural.Um outro problema inerentes à utilização de pisos sintéticos tem a ver com os níveis de humidade. A acumulação de humidade provoca o aparecimento de micro-organismos e a possível existência de vírus associados a estas condições - facto que taé levou à pribição destes pisos em parques infantis. Tudo devido à incapacidade evaporação, visto que o próprio tapete sintético funcionava como bloqueador. O piso não permite a inflitração e circulação das águas fluviais. Os especialistas em pisos sintéticos, porém, também já desenvolveram soluções para este problema, que passam por assentar os pisos artificiais numa estrutura absorvente, com uma camada de granulados e cimento colante, em vez do tradicional alcatrão. Mas a FIFA e a UEFA, rei e rainha do futebol, já deram várias demonstrações de luz verde, verde sintético, entenda-se, para a adopção de relvados artificiais nas competições ao mais alto nível. O próprio governo português, em finais de 2006, fez anunciar o programa "Primeiro Relvado", cujo objectivo era o de instalar relvados sintético em 80 munícipios em Portugal. A esmagadora maioria dos municípios aderiu. Por uma razão muito simples: a vantagem entre um pelado, que no inverno se transforma em piscina de lama, e um relvado sintético não precisa de ser explicada.

As lesões desportivas, causas e consequências foram alguns dos temas abordados no 13º Congresso Internacional de Traumatologia Desportiva que se realiza até sábado na Alfandega do Porto.
O desporto é considerado um hábito saudável, o qual apresenta inúmeros benefícios para a saúde, no entanto toda a actividade desportiva deverá ser acompanhada e monitorizada de modo a evitar eventuais lesões. Esforços excessivos, má preparação física, métodos inadequados de treino ou, simplesmente, falta de aquecimento são algumas das causas que podem conduzir a lesões musculares e ligamentares, que têm vindo a ser debatidas ao longo do 13º Congresso Internacional da ESSKA.
Se até há pouco tempo as lesões eram atribuídas a factores relacionados com a preparação física do atleta, hoje começam a ser levantadas questões que colocam em causa as condições físicas e as infra-estruturas onde é praticado o desporto, como é o caso dos novos complexos desportivos cuja construção é feita com pisos sintéticos. Ainda não existem estudos concretos em Portugal mas alguns especialistas em traumatologia desportiva referem os pisos sintéticos como um factor negativo para a prática desportiva. Segundo João Espregueira-Mendes, Presidente do Congresso e da Sociedade Portuguesa de Artroscopia e Traumatologia Desportiva (SPAT) “existe em Portugal uma disseminação de construção e remodelação de complexos desportivos com quase exclusiva utilização de pisos sintéticos. No caso de um relvado a vertente económica é valorizada. Os sintéticos revelam-se mais rentáveis logo ao fim de um ano em relação relvado natural cujos custos de manutenção são bastante elevados.”
Estudos indicam que a probabilidade de contrair lesões aumenta em 50% com a alteração do piso, uma vez que a superfície é mais abrasiva. Outra desvantagem deste tipo de piso é o facto de um piso sintético necessitar de calçado adequado. Os pitons de alumínio não podem ser utilizados e mesmo os de borracha não são muito aconselhados, porque prendem em demasia na relva, limitando os movimentos do atleta.
João Espregueira-Mendes enquanto especialista em traumatologia desportiva refere que “as mudanças de tipo de piso podem ter graves repercussões. No caso do futebol a maioria dos clubes treina, com alguma regularidade, as equipas em campos sintéticos que são totalmente diferentes de todos aqueles onde são realizados os jogos. As condições proporcionadas por um relvado natural são diferentes das que se podem encontrar num piso artificial. Num piso natural quando o jogador desliza pela relva o terreno cede à força do atleta. Num piso artificial o atrito existente prende e condiciona os movimentos provocando as mais variadas lesões. Nas camadas jovens o problema poderá ainda ser mais grave uma vez que quase todos os nossos jovens infantis e adolescentes jogam ou virão a curto prazo a jogar em pisos de relva sintética. Com que garantias?”

Cartoon

Artigo no Jornal Correio da Manhã

Sociedade (quase) secreta

No final da época passada, um coca-bichinhos que se desse ao trabalho de olhar para a classificação dos 25 árbitros de futebol de 1ª categoria descobriria, espantado, que entre o 1º classificado (Jorge Sousa, do Porto) e o 25º e último (J. Vilas Boas, de Braga) a diferença era de apenas 0,267 pontos. Jorge Sousa, o 1º classificado dessa maratona dos homens do apito ao longo de 30 jornadas, obteve o total de 3,726 pontos, apenas mais 0,006 que o 2º e mais 0,267 que o último, o já citado homem de Braga (que até seria despromovido e já se demitiu), que obteve nada menos de 3,459 pontos. Ou seja, entre o 1º e o último houve umadiferençade somente 0,267 pontos! Que significado terão estes números tão artificialmente próximos e levados ao milésimo? O que haverá por detrás destas cifras ridículas senão uma forma de manipular as classificações dos árbitros por parte de quem os dirige? Como e quem é que classifica os árbitros deste país?
Os árbitros de futebol gostam de ser chamados de ‘juízes’ (talvez por isso imitem os juízes verdadeiros) e vivem, de facto, num sistema de totalauto-regulação.Sãoeles quem se classifica, se premeia ou se pune (muito raramente), não são avaliados nem escrutinados senão por si próprios. A subjectividade é outro traço do sistema. Começa logo com as classificações, aparentemente baseadas nas pontuações que lhes são dadas pelos observadores, segundo uma tabela de critérios (‘Regulamento de Arbitragem’, época 2008/09):
1. Pontuações atribuídas com base nos relatórios dos observadores, depois de corrigidaspelosrespectivoscoeficientes (ou seja, a nota de cada observador é condicionada por um coeficiente pessoal, arbitrário, fixado pela omnipresente Comissão de Arbitragem (CA);
2. Grau de dificuldade de cada jogo (mais um factor arbitrário e subjectivo a atribuir pela CA);
3. Pontuações de duas provas escritas e dois testes físicos prestados pelos árbitros (para ‘inglês ver’).
Ora, os 25 árbitros da 1ª categoria vão ser nesta época pontuados por 34 observadores, entre os quais, curiosamente, não se vê nenhum nome com algum relevo na arbitragem; mas, entre ‘cunhas’ de observados e ‘afilhados’ de pessoas influentes, saltam à vista pelo apelido primos e irmãos de árbitros e ex-árbitros. Tudo em família. O papa deste pequeno universo é um senhor simpático, bem-falante e fotogénico chamado Vítor Pereira que, na última AG da Liga, aumentou ainda mais os seus poderes, graças à habitual ‘distracção’ dos clubes, que se esquecem de que a simples decisão de um árbitro lhes poder ‘dar’ ou ‘levar’ dez milhões de euros numa só época. E votaram o que ele queria. Voltarei ao assunto.

Rui Cartaxana

O Conselho de Arbitragem da A.F.B. apresentou ontem na 1ª Acção de Formação da Época a Nova Tabela de Prémios, Alimentação e Transporte. Como diz no 1º Parágrafo do documento "Para conhecimento de Árbitros, Árbitros Assistentes, Observadores Técnicos, clubes e demais interessados, comunica-se que em reunião de Direcção desta Associação, foi aprovada a tabela de pagamentos abaixo descriminada para vigorar na época 2008/2009". Para esse mesmo «conhecimento» o Apito Bejense divulga então a tabela actual e a anterior para as devidas comparações.

À esquerda a tabela de 2006/07 e 2007/08.
À direita a nova tabela para 2008/09.

Decorreu ontem em Aljustrel a 1ª Acção de Formação para os Árbitros de Futebol do Distrito de Beja.
Com praticamente 6 dezenas de árbitros presentes foi dado o pontapé de saída na presente temporada, sendo que o dia serviu também para apresentação do novo Conselho de Arbitragem da A.F.Beja, com o presidente José Soeiro a apresentar os seus pares.
Durante toda a manhã os árbitros estiveram concentrados no Estádio Municipal de Aljustrel, onde no terreno de jogo foram recebendo as novas instrucçõesn em termos de movimentação e colocação bem como de sinaléctica, sob coordenação de Albano Fialho.
De tarde, já depois do retemperado almoço no Restaurante "O Pires", e na Biblioteca Municipal o Conselho de Arbitragem definiu as "regras de jogo" a cumprir pelos árbitro destacando o que da última época não quer voltar a ver repetir-se.
Em seguida as habituais aulas: "Alterações às Leis de Jogo" e "Regulamentação, Relatório Técnico e Outras Informações" com Albano Fialho.
No fim do dia o Conselho de Arbitragem apresentou a Nova Tabela de Prémios, Alimentação e Transporte a vigorar em 2008/2009.
Que a nova época corra igual ou melhor que anteriores!
Se possível brevemente apresentaremos algumas fotos do dia.


Decorre este fim de semana o Curso de Aperfeiçoamento para os Observadores de 2ª Categoria de Árbitros de Futebol de 11, que estão integrados na FPF.
É a 1ª das 3 acções avaliativas que os mesmos terão ao longo da época.
A A.F.Beja nesta temporada conta apenas com Manuel Custódio neste quadro.

Prepação Física


Mensalmente no site da Federação Portuguesa de Futebol o Professor João Dias vai colocando à disposição dos senhores Árbitros planos de treinos para cada semana.
Manual de Treinos para o mês de Setembro.

Segue esta ou outra metodologia, o que interessa é treinar!

Um Portugal - Inglaterra de 1950


Campeonato Nacional da 2ª Divisão - Série A
Ribeira Brava - Marítimo B: Marco Trombinhas

Campeonato Nacional da 3ª Divisão - Série F
Juventude Évora - Cova Piedade: João Constantino
Louletano - Pescadores: David Tomé

Amanhã decorre na Vila de Aljustrel, com o apoio do Município local, a 1ª Acção de Formação do Conselho de arbitragem da A.F.B. na nova época de 2008/09.
"Esta iniciativa destina-se a todos os Árbitros e Observadores de Futebol de 11 que vão fazer parte dos quadros de futebol (...) onde estarão presentes todos os restantes elementos que estão integrados nos vários quadros dos campeonatos nacionais.
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O programa das actividades é o seguinte:
9h00 - Chegada às Instalações - Campo de Jogos
9h15 - Apresentação dos elementos do Conselho de Arbitragem e os objectivos da sessão
9h45 - Exercícios de Campo
11h00 - Pausa
11h15 - Colocação, movimentação em campo e sinaléctica
12h15 - Encerramento da 1ª Parte
12h45 - Almoço
14h00 - conselho de Arbitragem, Afb e CM de Aljustrel
15h00 - Alterações às Leis de Jogo
16h45 - Regulamentação, Relatório Técnico e outra informação
17h30 - Encerramento

Notícias

Europeu feminino com arbitragem lusa
Para actuar nas partidas do Grupo 5 de apuramento para o Campeonato da Europa Feminino Sub-19 foram nomeadas as árbitras internacionais Sandra Bastos e Ana Brites, na qualidade de árbitra assistente. A prova disputa-se de 24 de Setembro a 1 de Outubro, na Eslovénia.
Márcia Pejapes e Sílvia Domingos (árbitra assistente) irão marcar presença na equipa de arbitragem dos jogos do Grupo 9 de apuramento para o Campeonato da Europa Feminino Sub-19, que terão lugar na Macedónia, de 24 de Setembro a 1 de Outubro.

Benquerença na Champions
Olegário Benquerença foi nomeado para liderar a equipa de arbitragem que apitará um jogo a contar para a segunda jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões.
O árbitro leiriense será auxiliado por José Cardinal (AF Porto) e Bertino Miranda (AF Porto), árbitros assistentes, e Elmano Santos (AF Madeira), enquanto quarto árbitro.
A partida em causa realizar-se-á a 30 de Setembro ou 1 de Outubro.

Holandês Bjorn Kuipers dirige jogo com Nápoles
1.ª MÃO DA 1.ª ELIMINATÓRIA DA TAÇA UEFA MARCADA PARA 18 SETEMBRO
O UEFA já divulgou o nome do árbitro que vai dirigir o jogo entre o Nápoles e o Benfica, referente à 1.ª mão da 1.ª eliminatória da Taça UEFA. Será o holandês Bjorn Kuipers.Patrick Gerritsen e Norbertus Simons serão os assistentes e Bas Nijhuis o quarto árbitro.O Benfica desloca-se a Nápoles a 18 de Setembro.

Alteração ao Quadro de Árbitros de 3ª Categoria Nacional
A Federação Portuguesa de Futebol divulgou, através Comunicado Oficial n.º065 de 3 de Setembro, mais uma alteração aos quadros de árbitros. Assim, em consequência de uma "Licença Prolongada" concedida ao árbitro de 3ª Categoria, Pedro Rocha, foi chamado a completar o respectivo quadro, o árbitro João Cabral (Vila Real).




Comunicado da APAF relativo à agressão do Árbitro Assistente José Ramalho
A APAF repudia vivamente o cobarde acto de agressão praticado contra o Árbitro Assistente Internacional José Ramalho, ocorrido no Jogo de Futebol S.L.Benfica-F.C.Porto, realizado no passado Sábado dia 30.08.2008.
COMUNICADO
1. A APAF, enquanto única Associação de defesa dos interesses dos Árbitros de Futebol, repudia vivamente o cobarde acto de agressão praticado contra o Árbitro Assistente Internacional José Ramalho, ocorrido no Jogo de Futebol S.L.Benfica-F.C.Porto, realizado no passado Sábado dia 30.08.2008.
2. Lamenta profundamente que as medidas de Segurança montadas para este jogo pelas Entidades competentes, no que respeita aos Agentes desportivos e aos espectadores, não tenham, na prática, impedido a referida agressão.
3. Apesar de imediatamente ter sido identificado e detido o agressor, entende-se como inexplicável e inaceitável que as Autoridades não tenham notificado a pessoa agressora para comparecer no Tribunal de Pequena Instância Criminal de Lisboa, para que, no prazo legal de 48 horas (até 2ª feira ao fim da tarde), pudesse a mesma ser presente ao respectivo Juiz, motivo (único) que foi, hoje, 3ª feira, dia 02.09.2008, fundamento para não ter sido feito o julgamento sumário, como o caso o merecia e justificava.
4. A APAF lamenta profundamente que, por esta razão, não tenha sido possível uma rápida e célere decisão judicial por forma a dissuadir os espectadores de praticarem actos violentos, inclusive a fixação de medidas de coacção, nomeadamente o impedimento de entrada nos Estádios e a periódica comparência do agressor nas Esquadras policiais enquanto os jogos se realizam, como acontece noutros países Europeus.
5. Não é por acaso que o Código Penal tutela a integridade física e moral dos Árbitros – no exercício das suas funções – prevendo, desde 15.09.2007, penas substancialmente mais pesadas para quem agrida os Árbitros, sinal de que a sua função é merecedora de largas garantias penais.
6. A APAF não teceu até este momento comentários sobre o assunto porque sempre confiou que as entidades judiciárias iriam funcionar de uma forma célere e eficiente, punindo, de uma forma justa, a pessoa agressora.
7. A APAF apela a que, a partir deste momento, sejam reforçadas e efectivamente cumpridas as medidas de segurança de todos os agentes desportivos, maxime os Árbitros, sob pena de estes últimos não se mostrarem disponíveis, nestas circunstâncias, para continuar a exercer as suas funções.
8. A APAF confia que a LPFP, bem como as instâncias judiciárias, tomem, no âmbito das suas específicas competências, as medidas que, no caso, são necessárias, nomeadamente no que respeita ao impedimento de entrada nos Estádios de este agressor.
Lisboa, 02.09.2008
APAF – Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol
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"Rídiculo"
A força dos clubes continua a determinar um conjunto de decisões que nada têm a ver com princípios de justiça e igualdade fomentados não apenas pela letra dos “estatutos futebolísticos” (FPF e Liga), mas também pela própria Constituição da República. A coisa mais certa e porventura mais importante que, ao longo do seu consulado, Filipe Vieira disse até hoje, identificava a relevância de ter as pessoas indicadas na Liga (o facto então invocado), mais do que o propósito de ver um plantel constituído com “consciência profissional”.
Infelizmente, o presidente do Benfica – que roubou o pensamento ao seu homólogo do FC Porto, o construtor do “modelo caciqueiro” arquitectado a partir da edificação do magistério de influências com base nas Associações Distritais, as primeiras plataformas de adulteração da verdade desportiva através das ramificações estendidas, local e geograficamente, nos sectores da Arbitragem e Disciplina – tem razão.
Manda quem pode e, neste momento, parece claro que o FC Porto manda na FPF e o Benfica na Liga, com o Sporting – à frente de um conjunto de “outsiders” quase todos rebocados pela espúria lógica das alianças circunstanciais – a ir às deixas e a espreitar alguma janela de oportunidade para daí poder retirar algum benefício.A credibilidade do futebol português avalia-se nos momentos das difíceis decisões.
O castigo aplicado pela CD da Liga, na sequência das incidências verificadas no clássico da Luz, é ridículo. E perigoso! Com regulamentos ridículos, que relativizam a violência, só podemos ter decisões ridículas. Punir com 1.500 euros uma entrada de um espectador em campo e respectiva agressão a um árbitro é tão ridículo quanto grave. Tão ridículo e grave quanto punir com 2.000 euros o arremesso de uma garrafa de água à cabeça de outro árbitro. Tão ridículo e grave ainda quanto punir com 500 euros “o rebentamento de 4 ou 5 petardos e o lançamento de 2 tochas”.
Daqui por diante: está aberta a porta para se dar uns “apertões” aos árbitros-assistentes. Como é possível? Esta clubitização do futebol português é doentia e a farsa está para durar.
Crónica de Rui Santos no Jornal Record



A FPF já emitiu o comunicado com a tradução para português das Alterações às Leis de Jogo de Futsal.

Nomeações LPFP e FPF dos elementos do CA da AFBeja:
LPFP - Liga Sagres
Benfica - Porto: Albano Fialho (Observador)

FPF - 1ª Eliminatória da Taça de Portugal
Farense - Torre Moncorvo: David Tomé
Messinense - Praiense: Marco Trombinhas

Holandês e inglês apitam Portugal

O holandês Bernie Raymond Blom e o britânico Howard Webb (na foto) foram nomeados para arbitrar os jogos de Portugal com Malta e Dinamarca, de apuramento para o Mundial2010, anunciou hoje a Federação Portuguesa de Futebol.
A estreia de Portugal no apuramento para o Mundial 2010, na África do Sul, acontece a 06 de Setembro (19:00), frente a Malta, em Ta'Qali, num jogo que será dirigido por Bernie Raymond Blom, que se estreia a arbitrar encontros de equipas portuguesas.
O árbitro holandês será coadjuvado pelos seus compatriotas Nicolaas Siebert e Sander Van Roekel, enquanto Hendrikus Nijhuis será o quarto árbitro.
Quatro dias depois (20:45), Portugal joga em Alvalade com a Dinamarca, com Howard Webb a liderar a equipa de arbitragem britânica, que conta também com Darren Cann e Michael Mullarkey (árbitros assistentes) e o quarto árbitro Martin Atkinson.
Esta será a segunda vez que Webb dirigirá um encontro da selecção AA portuguesa, depois de a 15 de Novembro de 2005 ter arbitrado o particular com a Irlanda do Norte (1-1).
Em 2006, Webb esteve no Portugal-França (0-1) do Europeu de sub-21, e, no ano seguinte, arbitrou o jogo entre Portugal e México (1-2), do Mundial de sub-20.
Na última temporada, o britânico arbitrou o encontro entre o FC Porto e o Schalke 04, no Dragão, que ditou o afastamento da equipa portuguesa nos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.

Tiago Canário e Albano Fialho, com a Funcionária do Conselho de Arbitragem - Carla, atrás.

Em pleno Agosto os árbitros testaram a sua forma física depois das férias.

Decorreram no passado sábado as habituais provas de início de época para os árbitros assistentes que vão acompanhar os árbitros dos quadros nacionais.
Estiveram presentes: André Baltasar, Aurélio Arsénio, Dário Dias, Dinis Gorjão, João Jacinto, João Pereira, Jorge Fragoso, José Silva, Luís Cesário, Luís Lameira, Rui Sesifredo. Deste lote apenas João Jacinto e Jorge Fragoso não alcançaram aptidão nas provas físicas.
Relativamente aos testes escritos ainda não são conhecidos os resultados.

No próximo dia 6 de Setembro em Aljustrel o dia será de formação para todos os árbitros do distrito.

Crónica de um Jornalista que costuma acompanhar a arbitragem nacional. Podem vê-lo na foto a dialogar com Vítor Pereira no Estágio de Melgaço. O título da última crónica foi:


"Aqui compram-se árbitros"
A pressão sobre a arbitragem portuguesa é pública e notória. Com 77 elementos no seu plantel - entre árbitros e árbitros assistentes - e um orçamento mínimo de 3 milhões de euros, a 33.ª equipa das Ligas profissionais está exposta a raios gama, infravermelhos, laser e mesmo a ataques químicos. A fórmula para o conseguir, aliás, é conhecida: "Quem não chora, não mama + Os Fins Justificam os Meios".
O árbitro continua a ser o mais desprotegido dos protagonistas do futebol. Tudo se explica até pelo facto de se considerar que nem deve ser protagonista. Há futebol sem árbitros mas o bom vinho não se bebe nas tascas. Sem os apitadores, o "association" seria apenas um alegre convívio que podia acabar mal. Com eles também em acção e as respectivas 17 leis, é um jogo apaixonante, sempre moderno, sempre avassalador.
Durante muitos anos, o árbitro vestiu de preto. O objectivo não era obter um bom contraste com as cores dos cartões. Vestiram-lhe apenas uma espécie de luto eterno e deram-lhe dois guarda-linhas da CP como auxiliares. Os três ficaram a ver passar os comboios durante muitos anos, subordinados aos diversos interesses e subjugados por dirigentes tão venéreos como a sífilis.
Felizmente os tempos mudaram. Alguns árbitros subiram à boca de cena e deixaram de ser figurantes. Pier Luigi Colina, por exemplo. A surpresa foi geral: afinal, o "homem de negro" podia acrescentar sal e pimenta aos ingredientes do espectáculo. Para espanto ainda maior, os árbitros começaram a falar - e logo se verificou que também eram seres pensantes.Cá pela terra, a revolução continua incipiente. Os últimos grandes árbitros portugueses - António Garrido (o ET), Carlos Valente e Vítor Pereira - não conseguiram ser consensuais. Nem podiam. Todos eles foram conotados com o clube A, B ou C. De todos eles se recordaram sobretudo os erros e não os acertos.
Há estudos que dizem que um árbitro tem, num jogo, uma percentagem de acerto acima de 95 por cento num total estúpido de decisões e de decisões não tomadas. Mas o que é que interessa a estatística quando o importante é discutir uma grande penalidade mal assinalada por um árbitro assistente que não auxiliou? Nada, apenas ruído.
Como o ridículo não mata, é sem espanto que se verifica que um jogo foi estragado e que a verdade desportiva foi adulterada porque um árbitro marcou uma grande penalidade que resultou num golo e na expulsão de um jogador. O pormenor aqui é o facto de o jogo estar resolvido, pois a equipa da casa vencia já por 3-0, e também o facto de, independentemente de ser penálti ou não, o cartão vermelho ter sido bem mostrado.
Não sei porque, no caso de que todos já sabem de que estou a falar, sem precisar de um esclarecimento de Octávio Machado, mestre neste tipo de ambiguidades, ninguém culpou o guarda-redes do Sporting de não ter defendido a grande penalidade! Obviamente que não. Porque, como repetiu Paulo Bento depois de dois frangos de Rui Patrício, na última época, o mais importante é "defender o jogador". Quanto ao árbitro, nem por isso. O que mais se agrava quando o próprio presidente dos árbitros desaparece de cena ao primeiro sinal de polémica, atirando para a boca do canhão o habitual peão de brega.
Autor: EUGÉNIO QUEIRÓS

Bo Larsen na Supertaça Europeia

O dinamarquês Claus Bo Larsen foi escolhido para dirigir o encontro da SuperTaça Europeia entre o Manchester United FC e o FC Zenit St. Petersburg, que vai ter lugar no Stade Louis II, no Mónaco. O árbitro de 42 anos será acompanhado pelos árbitros assistentes e compatriotas Henrik Sonderby e Anders Norrestrand, enquanto Nicolai Vollquartz vai desempenhar as funções de quarto árbitro.

Início precoce
Nascido em Odense, a 28 de Outubro de 1965, Larsen arbitrou o seu primeiro encontro aos 16 anos, estreou-se na primeira divisão dinamarquesa em 1991 e recebeu as insígnias da FIFA em 1996. Ganhou experiência internacional a arbitrar jogos de apuramento para as competições dos escalões jovens e dirigiu jogos de todas as competições da UEFA, incluindo a extinta Taça dos Vencedores das Taças.

Habituado aos grandes jogos

Em 1998, dirigiu a final da Taça da Dinamarca entre o Brøndby IF e o FC København, sendo que no Verão seguinte esteve presente na Nigéria para arbitrar no Campeonato do Mundo de Sub-20. Este funcionário alfandegário, que também é um entusiástico jogador de ténis de mesa, marcou presença nos Jogos Olímpicos de Atenas e foi escolhido para dirigir um importante encontro da época 2004/05, mais concretamente a meia-final da Taça UEFA entre o AZ Alkmaar e o Sporting. Larsen, que é casado e pai de três filhos, manteve uma intensa actividade na época seguinte, tendo estado presente em Montevideu para dirigir o jogo de "play-off" de apuramento para o Campeonato do Mundo entre o Uruguai e a Austrália. Desde então, passou a ser presença habitual na UEFA Champions League, na Taça UEFA e no apuramento para o UEFA EURO 2008™.

Longa carreira
Com mais de sessenta jogos internacionais arbitrados ao longo da sua carreira, Claus Bo Larsen dirigiu três partidas da fase de grupos da última edição da UEFA Champions League e também esteve presente no encontro da primeira mão dos oitavos-de-final, entre o Arsenal FC e o AC Milan, assim como na primeira mão dos quartos-de-final, entre o Fenerbahçe SK e o Chelsea FC. O jogo de sexta-feira no Mónaco será a segunda visita de Larsen ao principado, pois, em 2004/05, o dinamarquês dirigiu o encontro da fase de grupos da UEFA Champions League, entre o AS Monaco FC e o Liverpool FC.

Jogos do Manchester
Esta será a terceira vez que Larsen vai dirigir um jogo do Manchester United. Em Março de 2003, o juiz teve a seu cargo o encontro entre os ingleses e o FC Basel 1893, a contar para a UEFA Champions League, antes de regressar a Old Trafford em Novembro do ano passado, para arbitrar o jogo entre o United e o Sporting, num ano em que a equipa de Cristiano Ronaldo e Nani conquistou o troféu. Em contraste, este será o primeiro encontro de Larsen com o Zenit. Na única deslocação que fez à Rússia, o dinamarquês dirigiu o jogo da fase de grupos da UEFA Champions League de 2006/07, entre o FC Spartak Moskva e o FC Internazionale Milano.
in uefa.com

Cartoon


Jorge Sousa de bloco na mão

Jorge Sousa vai dirigir, no próximo sábado, na Luz, o quarto clássico da sua carreira. E todos envolveram o Benfica, tendo o primeiro deles ocorrido há pouco mais de ano e meio, a 1 de Dezembro de 2006, quando os encarnados foram a Alvalade arrancar uma vitória por 2-0, para o Campeonato. O árbitro de Lordelo, concelho de Paredes, de 33 anos, volta, pois, a ser aposta de Vítor Pereira, presidente da Comissão de Arbitragem da Liga, para jogos de alta tensão - agora um Benfica-FC Porto -, ou não tivesse ele sido considerado o melhor árbitro nacional da época passada.
Internacional desde a época 2005/06, Jorge Sousa foi parar à arbitragem "sem querer" - como o próprio confessa -, desafiado por um amigo a inscrever-se no curso da AF Porto, de que, aliás, esteve quase a desistir. Mas não o fez e, aos 23 anos, já era árbitro dos Nacionais e líder do Núcleo de Vale do Sousa.
Na altura, o agora empresário no ramo das madeiras - começou como escriturário - jogava como defesa-direito nos Aliados do Lordelo, equipa onde Jaime Pacheco e José Mota mostraram talentos maiores. É no mesmo estádio que, de resto, Jorge Sousa se continua a treinar diariamente.
"Não acho que a minha última época tenha sido a melhor de sempre. A minha melhor época de sempre ainda está para chegar", declarou, numa recente entrevista a O JOGO, o árbitro que aponta tudo num bloco de notas, numa espécie de diário dos jogos, que vem dos tempos em que apitava as camadas jovens.
Com fama de disciplinador, explosivo e duro, detesta que falem da sua vida privada, embora já tenha confessado que entre os seus filmes preferidos está "Ben-Hur" e que a sua viagem de sonho seria ao... México.
O mesmo trio
José Ramalho e José Luís Melo seguem, ao que parece, Jorge Sousa para todo o lado. No fim-de-semana passado, os dois árbitros-assistentes ajudaram o árbitro de Lordelo a apitar o Olhanense-Estoril, da Liga Vitalis. Mas também na época passada fizeram equipa, precisamente no Benfica-FC Porto, no Estádio da Luz, tendo então o quarto árbitro sido Bruno Paixão. Já na meia-final da Taça de Portugal, entre Benfica e Sporting, José Luís Melo tinha assistido Jorge Sousa.

Albano é o observador
Albano Fialho, da A.F.Beja, é o Observador nomeado para este importante jogo.

Arrancam este fim de semana as competições nacionais de futebol, profissional e amador. Até Junho a bola vai rolar. Para 1º fim de semana observam-se as seguintes nomeações de elementos da A.F.Beja.

LPFP - Liga Sagres
E.Amadora - Académica: Albano Fialho

FPF - 3ª Divisão Série F
Quarteirense - Juventude de Évora: Edgar Gaspar



Enquanto não existe tradução completa dos textos referentes as alterações das Leis de Jogo de Futsal, de Inglês para Portugues, aqui ficam em primeira mão as Alterações no indice das Leis de Jogo, descritas agora de 1 a 17, substtuindo a ordenação de 1 a 18. Esperamos em breve a tradução especifica de cada Lei de Jogo, que possivelmente está a ser feita, pelos tradutores da FPF.
Informação de José Teodósio.

...pelas 9 horas no Estádio Fernando Mamede com a realização das provas físicas.
Em seguida, pelas 11 horas, o habitual teste escrito já com as alterações às Leis de Jogo incluídas.
Por fim o almoço.
Vai ser a primeira aparição do novo elenco do Conselho de Arbitragem aos seus árbitros.
Estas provas são para os árbitros assistentes dos árbitros dos nacionais [ver post anterior].

2ª Divisão
Árbitro - Marco Trombinhas
Assistentes – Ricardo Cabecinha e António Coimbra
Suplente - Luís Cesário

Árbitro – Tiago Canário
Assistentes – Carlos Nilha e Rui Sesifredo
Suplente – André Baltazar

3ª Divisão
Árbitro – João Constantino
Assistentes – João Pereira e João Carlos Jacinto
Suplente - Jorge Fragoso

Árbitro – Edgar Gaspar
Assistentes – Luís Lameira e Dinis Gorjão

Árbitro – David Tomé
Assistentes – Aurélio Arsénio e José Lopes da Silva
Suplente - Dário Dias

notícia Rádio Pax
sujeita a confirmação

De volta no dia 23 de Agosto



O Apito Bejense também vai ter direito a uma pausa de Verão.
Daqui a uma semana estará de volta ao ritmo normal.
Até já!

NO BRASIL DE 30 SETEMBRO A 19 OUTUBRO


O árbitro António Cardoso foi nomeado pela FIFA para integrar os quadros do Campeonato do Mundo de Futsal que se realiza no Brasil de 30 de Setembro a 19 de Outubro. O juiz português mais internacional de sempre torna-se no primeiro representante nacional a participar na prova, sendo um dos 8 árbitros da UEFA a figurar entre os 32 que estarão em competição.António Cardoso conta com 176 jogos internacionais, entre os quais duas finais da UEFA Futsal Cup e a final do Campeonato da Europa que no ano passado se disputou no nosso país. De salientar ainda que o juiz de Coimbra é o único português que esteve em quatro Europeus (2001, 2003, 2005 e 2007).
in Record

Há leões na serra? Há, sim senhor, desde que o Sporting da Covilhã é Sporting da Covilhã. E há-os famosos? Também, desde que Carlos Xistra se tornou árbitro da primeira categoria, primeiro, e internacional português, depois. Aos 34 anos, o covilhanense que pertence à Associação de Futebol de Castelo Branco, de acordo com a distribuição regional do futebol nacional, tem acumulado marcas "históricas" para a região beirã, que tem nele o primeiro árbitro de topo e internacional nascido por aquelas bandas.
O ADN de Carlos Xistra é uma dupla hélice igualzinha a todas as outras, mas pode ser representada nos compêndios de ciência com as cores verde e branca, já que toda a família deste pacato funcionário público é ou foi adepta do Sporting. O pai, já falecido, sublimou a pulsão pelos leões da capital como dirigente do principal emblema covilhanense e também como dirigente associativo em Castelo Branco. Rezam os registos familiares que o rebento é sócio do Sporting da Covilhã desde que nasceu e já recebeu, por isso, o emblema de prata e tudo.
Desportista que foi parar à arbitragem por influência de um amigo da família, o jovem Carlos começou por jogar futebol. A central, no GD Estação, emblema secundário da cidade serrana, e depois nos juniores do Sporting da Covilhã. Diz quem conhece que era "impetuoso", para não dizer pior, que tinha uma média de pelo menos um cartão por jogo e que não raras vezes foi expulso por causa dessa agressividade. O tal amigo da família, árbitro da III categoria, pode ter visto, no sector, um meio de refrear os ímpetos de leão do jovem, e, com 17/18 anos, era ver Carlos de apito na boca, a fazer aos outros o que não gostava que lhe fizessem a ele.
Menos mal que tomou o gosto à carreira e tem progredido de forma segura, como o atesta a promoção a internacional em Janeiro, mês de aniversário, e uma classificação em 2007/08 a meio da tabela.
Calmo, nada amigo de dar nas vistas, é na brincadeira com a filha de cinco anos que recarrega baterias da vida profissional - como responsável pelo economato do hospital central da Cova da Beira - e do "hobby" que abraçou, que agora lhe permite viajar bem para lá dos limites da serra: em Maio, esteve na Eslováquia a arbitrar encontros de um torneio Sub-18 e, mais recentemente, a mostrar serviço na Taça UEFA.

Nome: Carlos Miguel Taborda Xistra
Idade: 34 anos (02/01/1974)
Profissão: funcionário público
Associação: Castelo Branco
Início de actividade: 1992/93
Promoção à 1.ª categoria: 2000/01
Classificação em 2007/08: 7.º
Jogos na I Liga: 91

Já são conhecidos os nomes dos juízes responsáveis pelos jogos que Portugal disputará diante de Malta e Dinamarca, a contar para o apuramento do Campeonato do Mundo África do Sul2010.
No dia 6 de Setembro, a Selecção Nacional - Clube Portugal desloca-se a Ta'Qali para defrontar Malta no primeiro encontro da fase de apuramento para o Campeonato do Mundo África do Sul2010. A partida, cujo início está marcado para as 20h00 (horas locais), será apitada pela equipa de arbitragem holandesa composta por Bernie Raymond Blom, Nicolaas Siebert e Sander Van Roekel (árbitros assistentes), e Hendrikus Nijhuis (como quarto árbitro).
Os juízes ingleses Howard Webb, Darren Cann e Michael Mullarkey (árbitros assistentes) [na foto] e o quarto árbitro Martin Atkinson serão responsáveis pela arbitragem do segundo encontro luso nesta fase inicial de apuramento. Portugal recebe a selecção da Dinamarca no Estádio José Alvalade, quatro dias depois de defrontar Malta (10 de Setembro), num encontro agendado para as 20h45.
Recorde-se que a Equipa das Quinas inicia a época 2008/2009 já no próximo dia 20 de Agosto (quarta-feira), com um jogo de preparação frente à formação das Ilhas Faroé.

in fpf

PEDRO PROENÇA É O PRIMEIRO A ENTRAR EM ACÇÃO


A Liga Portuguesa de Futebol Profissional anunciou hoje quem será os árbitros que estarão presentes no próximo fim-de-semana na primeira jornada da segunda fase da Taça da Liga. Pedro Proença, de Lisboa, é o primeiro árbitro a entrar em acção, no sábado às 16 horas, no Paços de Ferreira-Estrela da Amadora.
(Clique na imagem para ampliar)

INICIATIVA TOMADA POR UNANIMIDADE

Os membros do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol decidiram pedir ao presidente da Assembleia Geral do organismo a marcação urgente de eleições para o órgão.
"Por unanimidade, os membros do Conselho de Justiça decidiram pedir ao presidente da Assembleia Geral da FPF a convocação urgente de novas eleições", revelou o vice-presidente do CJ, Elísio Amorim.
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Conselho de Justiça remete para a Comissão Disciplinar processo que envolve Gondomar e Vizela
O Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) decidiu hoje enviar para a Comissão Disciplinar da Liga de Clubes o processo que envolve o Gondomar e o Vizela, relacionado com o caso Apito Dourado. A decisão foi tomada na primeira reunião do órgão jurisdicional da FPF após o polémico encontro de 4 de Julho, tendo servido para analisar processos que tinham ficado pendentes. Em causa, entre outros, estavam os processos de Gondomar e Vizela sobre manipulação de resultados e ao CJ abriam-se duas possibilidades: reenviar os processos para a Comissão Disciplinar da Liga ou o Conselho de Disciplina da FPF a analisar os casos. Caso venham a ser condenados, Gondomar e Vizela podem ser despromovidos à II Divisão (terceiro escalão nacional), abrindo caminho para o regresso à Liga Vitalis de Fátima e Penafiel, os dois clubes que desceram na última temporada à II Divisão. A 4 de Julho, o CJ analisou os recursos do presidente do FC Porto, Pinto da Costa, e do Boavista no âmbito do processo Apito Final, mas a reunião decorreu de forma atribulada e terminou com a suspensão preventiva do seu presidente, Gonçalves Pereira. Na ausência deste e do vice-presidente, Elísio Amorim, e já na madrugada de 5 de Julho, o CJ decidiu não dar provimento aos recursos e confirmou a descida de divisão do Boavista, por coacção sobre árbitros, e a suspensão de dois anos de Pinto da Costa, por tentativa de corrupção, decididas em primeira instância pela Comissão Disciplinar da Liga de Clubes.


Carlos Xistra foi o escolhido

O árbitro internacional português, Carlos Xistra (AF Castelo Branco), vai dirigir o jogo da Supertaça Cândido de Oliveira, entre o FC Porto e o Sporting, que terá lugar no próximo sábado (16 de Agosto), pelas 20h45, no Estádio Algarve.
Carlos Xistra, lisonjeado com a confiança que nele depositaram, admite ter recebido a nomeação com muita satisfação. "Como é natural, recebi esta notícia com muita satisfação e estou muito contente pelo Conselho de Arbitragem depositar em mim toda a confiança para este jogo. Espero que as expectativas em torno do jogo se confirmem e que todos possam sair satisfeitos com o espectáculo, as equipas e, fundamentalmente, com a arbitragem", referiu em declarações ao Portal do Futebol.
No que toca às expectativas para a partida do próximo dia 16 de Agosto, o árbitro luso espera "que os adeptos desfrutem ao máximo a partida e que os jogadores façam tudo para ser um jogo digno de campeões. A adrenalina estará ao máximo por ser o primeiro jogo oficial, em que ambas as equipas querem ganhar e todos os adeptos querem festejar, por isso a equipa de arbitragem tudo fará para que seja um bom jogo, um bom espectáculo", explica.
O juiz albicastrense será coadjuvado pelos assistentes, José Braga (AF Portalegre) e Mário Dionísio (AF Setúbal), enquanto André Gralha (AF Santarém) será o quarto árbitro.

CARLOS XISTRA
Idade: 34 anos
Naturalidade: Covilhã
Associação: Castelo Branco
Profissão: Funcionário Público
Início de actividade: 1992/93
Promoção à 1ª categoria: 2000/01
Árbitro internacional desde: 2008
in fpf.pt


 

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